sexta-feira, 12 de abril de 2013

CPT Cursos Presenciais




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quarta-feira, 10 de abril de 2013

PACOTÃO DE CURSOS DO CPT CURSOS PRESENCIAIS


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CERTIFICADO OURO DO CPT CURSOS PRESENCIAIS


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Além de diversos benefícios, o programa oferece premiações, facilidades e brindes para os alunos.

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Com a crescente verticalização das moradias, é cada vez mais comum a criação de animais não convencionais nos lares, por estes ocuparem menor espaço, serem de fácil manejo e manutenção. Ainda, desde os tempos mais remotos, os animais silvestres/exóticos sempre tiveram presentes nas casas, impulsionados pelo crescente número de criatórios registrados no IBAMA.

Com isso, é cada vez mais frequente a presença destes na clínica de pequenos animais e o clínico deve estar preparado para fornecer as corretas orientações de manejo, ambiente de criação, nutrição, biologia aplicada, entre outros; assim como saber como abordar, conter, examinar, tratar e manter internado este paciente tão diferente dos animais domésticos convencionais. O correto conhecimento dos tópicos apresentados são cruciais para o sucesso do profissional que pretende oferecer a seus clientes um serviço pleno na clínica de pequenos animais.

O curso tem como objetivo capacitar de fato o clínico de pequenos animais ao atendimento de animais silvestres e não convencionais mantidos como pet.

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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Características que tornam o cavalo excelentes animais na equoterapia



Os cavalos são animais admirados por um grande público. A sua beleza visualizada das mais diversas formas, seja pela, crina, porte, tamanho, cores, rusticidade, robusteza, entre outros chamam a atenção do público. Porém, existem muito mais coisas no cavalo do que suas qualidades já citadas.
Em estudos realizados pelo mundo descobriu-se que cada cavalo trás consigo um “kit” que leva-os a se apaixonarem pelas pessoas que os cercam, que permite que sejam domesticados, utilizados para esporte, lazer ou serviços fazendo com que também nos apaixonemos por eles.
Os cavalos são animais de defesa, bichos selvagens e comida de outros bichos da natureza, por isso possuem instintos que os tornam especialistas em fuga e medo, tem medo do desconhecido e fogem quando encontram perigo. Entretanto, quando são ensinados pela quebra do medo e se relacionam com outros seres vivos puros, inocentes e principalmente honestos e limpos de maldade tornam-se confiantes.
Outras características dos cavalos também os fazem apaixonantes como a honestidade nos atos, a cumplicidade com o próximo membro do grupo, a confiança pelo conforto e o respeito pelos indivíduos mais experientes. Outra característica interessante desses animais é o julgamento das coisas por duas formas: o que entendem e aceitam e o que não entendem e não aceitam, significando que quando não entende ou não aceita algo, não faz e diz isso ao próximo calmamente e com clareza. Os cavalos não enganam e quando confiam em alguém entregam-se de coração buscando sempre fazer o melhor.
Com todas essas características, os cavalos, são excelentes parceiros naequoterapia.
Fonte: Mundo dos Cavalos
Adaptação: Escola do Cavalo

A doença de garrotilho



A aparência que o cavalo acometido apresenta devido ao aumento do volume dos linfonodos chama-se adenite ou garrotilho. A doença é causada pela bactéria Streptococcus equi que é capaz de sobreviver em secreções purulentas por semanas ou meses. O impacto da doença em uma propriedade pode levar a grande despesa com tratamento, e dificilmente os animais se recuperam completamente.
Os equinos na faixa etária de meses até cinco anos estão mais sujeitos a doença, no entanto, não se descarta a doença em animais mais velhos que podem apresentar quadros mais leves da doença, apenas com rinite catarral sem abscedação dos linfonodos, por já terem adquirido certa imunidade contra o agente.
Os sintomas da doença são caracterizados por febre abrupta, sinais de anorexia, depressão, dispneia, tosse, espirros, anemia, secreção nasal serosa que com o passar dos dias torna-se mucopurulenta e/ou purulenta, aumento de volume dos linfonodos retrofaríngeos laterais e submandibulares. Normalmente o corrimento nasal é bilateral e os linfonodos apresentam-se doloridos à palpação. A doença é contagiosa e duram geralmente de duas a quatro semanas quando o animal se recupera totalmente, nos casos mais graves a doença chega a durar três meses.
O animal quando não é tratado, evoluindo o quadro a morte pode acontecer por púrpura hemorrágica, pneumonia, asfixia, endocardite, rompimento de abscessos tardios e septicemia. As seqüelas em animais sobreviventes se caracterizam por empiema das bolsas guturais, sinusite, hemiplegia laringeana, púrpura hemorrágica e agalactia.
Quando a doença é diagnosticada, o tratamento se dará por antibióticos dependendo da fase e gravidade. O antibiótico mais usado é a penicilina, os abscessos devem ser tratados por pomadas rubifacientes que estimulam sua maturação, uso de compressas quentes, limpeza diária. Os antiinflamatórios não esteroidais são administrados visando diminuir a dor e o edema. O uso da fluidoterapia e alimentação via sonda são recomendados quando o animal encontra-se anoréxico.
Porém, o melhor tratamento é a sanidade dos animais e locais de criação e a vacinação.
Fonte: Mundo dos Cavalos
Adaptação: Escola do Cavalo

CPT Cursos Presenciais (Mês de Abril)



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sexta-feira, 29 de março de 2013

O ronronar dos gatos



Os gatos emitem um som estranho, o ronronar, o processo é normal nos felinos e ele é usado na expressão dos sentimentos assim, como o miado. O som está diretamente ligado ao osso que os felinos têm na garganta, conhecido como hióide, semelhante ao existente na parte anterior do pescoço humano.
Animais maiores como leões e tigres conseguem rugir em vez de ronronar ou miar, como fazem as espécies menores. O ronronar ocorre quando o animal puxa o ar para dentro, diferente do rugido, que é o momento em que o ar é expulso do corpo com bastante força.
Os sentimentos expressos pelo gato ao ronronar geralmente são de tranquilidade, prazer e satisfação. Também pode emitir o som, pela vibração das cordas vocais, quando está com raiva, dor ou fome.
O miado também é uma forma de indicar sofrimento, fome ou saudação pelo animal. Geralmente os gatos domésticos miam mais do que os selvagens, já que é a principal forma de chamar a atenção dos donos. O miado dos machos é mais forte e grave do que o das fêmeas.
Fonte: Notícias Terra
Adaptação: Revista Veterinária

Alterações neurológicas em pequenos animais



Pequenos animais podem apresentar alterações neurológicas em qualquer fase da vida. Essas alterações podem se manifestar de forma aguda ou sutil, progredindo lentamente durante vários meses. Existem algumas raças que são mais predispostas a certas alterações neurológicas que outras.

Os animais com sintomas neurológicos podem apresentar lesão primária no sistema nervoso ou apresentar uma doença metabólica ou sistêmica que afeta o sistema nervoso de forma secundária, sendo nesses casos importante a avaliação por um médico veterinário experiente.

Animais com lesão cerebral podem mostrar uma série de alterações, que em muitas vezes é erroneamente associadas à idade avançada, tais como andar sem parar, trombar em objetos, alteração no comportamento e de personalidade, agressividade, dormir de dia e ficar acordado durante toda noite, perseguição de cauda, ficar parado ou preso nos cantos, latir ou miar excessivamente.

Os com sintomatologia neurológica também podem apresentar dor, claudicação (mancar), impotência do membro (não apoiar a pata), arrastar a pata no chão, quedas, incoordenação (não andar em linha reta ou andar apoiando na parede) ou até paralisia, de um ou todos os membros. Podem apresentar convulsão (ataque, crise), ficar todo esticado, tremendo, salivando, com olhar estranho (pupilas dilatadas), gritando, perder controle das fezes e da urina. Podem ainda apresentar cegueira súbita, corrida histérica, perder o movimento de um lado da face ou do corpo, ficar com a cabeça pendendo ou torta (inclinada ou torcida) para um lado, dificuldade para respirar ou deglutir (engolir), insônia, presença de algum tipo de movimento involuntário (“tique”, “movimentos de mastigar chicletes”).

Os proprietários de animais com alteração neurológica devem levar seus animais para ser avaliados por um médico veterinário experiente o quanto antes e evitar qualquer forma de tratamento por conta própria, devido ao risco de complicar ainda mais o problema.

Os sintomas podem ser mais ou menos evidentes dependendo da localização e da extensão da lesão. Diferentes doenças podem causar alterações clínicas muito semelhantes. Em muitos casos além da obtenção do histórico e exame físico completo, é necessária a realização de exames complementares específicos na obtenção do diagnóstico, seleção da melhor forma de tratamento e determinação do prognóstico. Dentre os exames complementares atualmente disponíveis somente em alguns centros especializados, a mielografia e a tomografia apresentam grande importância, pois permitem a visibilização de estruturas anatômicas contidas no crânio (no caso da tomografia) e na coluna vertebral (mielografia e tomografia).

Nos animais mais jovens, a incidência de má formação e de doenças infecciosas é grande. A má formação mais frequente em cães é a hidrocefalia, principalmente nas raças de pequeno porte, tais como Poodle toyYorkshiremaltês. Animais acometidos podem ou não apresentar alteração na conformação da cabeça associada a alterações de comportamento. Embora intoxicação e traumas possam ocorrer em qualquer idade, filhotes, devido sua curiosidade, estão mais sujeitos a apresentar tais alterações. Principalmente nesse período, as orientações fornecidas pelo médico veterinário quanto ao manejo e realização do esquema da vacinação correto são fundamentais, reduzindo a incidência de doenças infecciosas e de ”acidentes”.

Nos animais adultos, doenças infecciosas (principalmente a cinomose emcães e a peritonite infecciosa em gatos) e inflamatórias são frequentes. Doenças degenerativas do disco intervertebral (tais como hérnia de disco) são frequentes, principalmente nas raças condrodistróficas (por exemplo,DachshundBeagle e Cocker). Nos cães adultos, a epilepsia idiopática (animal apresenta somente convulsões recorrentes) é bem frequente, especialmente em algumas raças, tais como pastor alemão e poodle. Animais epilépticos, principalmente os de grande porte, apresentam com frequência o chamado “estado epiléptico” (convulsões seguidas por mais de cinco minutos, sem retorno de consciência).

Nos animais idosos, a incidência de doenças metabólitas, neoplásicas primárias ou metástases, vasculares (infarto, derrame, isquêmia, AVC), degenerativas aumenta. Tanto cães quanto gatos de qualquer raça e sem definição racial podem apresentar tumores cerebrais, sendo o mesmo especialmente frequente em certas raças, por exemplo, Boxer.
Fonte: Pet Care
Adaptação:   Equipe CPT Cursos Presenciais

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