sábado, 12 de maio de 2012

ESQUEMA DE VACINAÇÃO E VERMIFUGAÇÃO PARA CÃES E GATOS

VACINAÇÃO DOS CÃES



Os cães devem ser vacinados logo após o desmame, com 45 dias de vida.
A vacinação dos cães protege contra diversas doenças: Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirose, Hepatite, Parainfluenza, Leptospirose e Raiva.
Primeira dose: 45 dias de vida;
Segunda dose: 75 dias de vida;
Terceira dose: 105 dias de vida;
Raiva: 135 dias de vida.

A partir do término desse esquema, o reforço deverá ser anual!!!

Existem outras vacinas para cães também, que são para: Tosse dos canis, Giardíase e Leishmaniose Visceral Canina.
A vacina contra giardíase deve ser aplicada em cães com 8 semanas de idade ou mais a 1ª dose, sendo que essa vacina não tem utilidade para cães que já estiverem infectados pela Giardia lambia. Os cães que nunca foram vacinados contra a giardíase deverão receber 2 doses da vacina. A segunda dose da vacina deverá ser aplicada entre 14 dias e 28 dias após a 1ª dose. Os cães só estarão protegidos 15 dias depois de terem recebido a 2ª dose da vacina. Após as 2 doses, a vacinação segue 1 vez por ano.
A vacinação contra leishmaniose deve ser aplicada em cães a partir de 4 meses de idade, saudáveis e soronegativos para Leishmaniose Visceral Canina. O protocolo completo deve ser feito com 3 (três) doses, respeitando o intervalo de 21 a 30 dias entre cada dose (aplicação). Após isso, a revacinação ocorre anualmente para manter a resposta imune.
A vacinação contra Traqueobronquite Infecciosa ("Tosse dos Canis") causada pela bactéria Bordetella bronchiseptica de ser aplicada em cães sadios, a partir de 8 semanas de idade, repetindo uma 2ª dose com intervalo de 2 a 4 semanas. A imunidade se inicia 21 dias após a administração da segunda dose. Recomenda-se a revacinação anual, em dose única.

Atenção!!!
Enquanto o filhote não tiver com todas as vacinas em dia, ele não deve sair na rua, e deve tomar o cuidado para que ele não tenha contato com outros animais.


VACINAÇÃO DOS GATOS




Os gatos devem ser vacinados logo após o desmame, com 45 dias de vida.
A vacinação dos gatos protege contra diversas doenças:  Rinotraqueíte, Calicivirose, Clamidiose, Panleucopenia Felina  e Raiva.
Primeira dose: 45 dias de vida;
Segunda dose: 75 dias de vida;
Terceira dose: 105 dias de vida;
Raiva: 135 dias de vida.

Após o término desse esquema, o reforço deverá ser anual!!!

Atenção!!!
Enquanto o filhote não tiver com todas as vacinas em dia, ele não deve sair na rua, e deve tomar o cuidado para que ele não tenha contato com outros animais.


VERMIFUGAÇÃO PARA CÃES E GATOS


Muitos parasitas que acometem os animais são zoonóticos, ou seja, causam enfermidadades nos seres humanos, por isso devemos sempre vermifugar nossos animais, para que mantenhamos a saúde deles e a nossa também.

Cães e/ou Gatos filhotes: 1ª dose com 15 dias de vida, com reforço após 15 dias. Após este esquema, a vermifugação é mensal, até o sexto mês de vida. Em animais adultos, a vermifugação deve ocorrer de 4 em 4 meses.

Cadelas e/ou Gatas prenhes: deve administrar uma dose do vermífugo antes da cobertura, e outra dose 10 dias antes do parto. Posteriormente devem ser tratadas com os filhotes, na 2ª semana pós parto. Repetições a cada 4 meses por toda vida.

Obs: Durante a formação do feto até os 45 dias, não deve administrar vermífugo para a cadela e/ou gata, pois pode atrapalhar na formação do feto.


Por: Deyvid Lopes de Souza
Estudante de Medicina Veterinária da Univértix

VACINAÇÃO DE CÃES E GATOS NA CLÍNICA ESCOLA DA UNIVÉRTIX




AS VACINAS JÁ SE ENCONTRAM DISPONÍVEIS PARA VACINAR SEU CÃO E GATO NA CLÍNICA ESCOLA DA UNIVÉRTIX. LEVE SEU CÃO E GATO PARA VACINAR E MANTENHA ASSIM UMA MELHOR SAÚDE DO SEU ANIMAL!!!


Horários de atendimento:
Segunda - 10:00 às 12:00 / 13:00 às 17:00
Terça - 13:00 às 17:00
Quarta - 13:00 às 17:00
Quinta - 13:00 às 17:00
Sexta - 10:00 às 12:00 / 13:00 às 17:00

Pessoas de Matipó e região segue a informação!




quinta-feira, 26 de abril de 2012

Capacitação do trabalhador rural pode solucionar o problema de falta de mão de obra no campo



Embora não exista uma estimativa precisa sobre a falta de mão de obra especializada, para atuar nas diversas produções agropecuárias brasileiras, especialistas afirmam que em algumas regiões e estados, esta carência é preocupante.
Sejam trabalhadores que migram das áreas urbanas e não estão ambientados com a dinâmica rural, mas também os profissionais do campo, que não possuem capacitação técnica, ou ainda, a ausência de ambos os casos, formam um grande déficit humano especializado no meio agropecuário.
No primeiro bimestre deste ano, as áreas rurais foram as grandes responsáveis pelas maiores taxas de contratação de trabalhadores com carteira assinada, superando todos os segmentos avaliados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com mais de vinte mil trabalhadores que passaram a trabalhar em situação regular.
Mas a demanda ainda é grande e esbarra principalmente na qualificação. Muitas regiões rurais são deficitárias em instituições que qualificam o profissional para o campo, ou por não ser viável a trabalhadores e produtores, a ausência por grandes períodos de tempo, para cursar, por exemplo, uma faculdade.
Uma saída são os cursos técnicos e profissionalizantes, que em consórcio com o dia-a-dia rural, suprem, perfeitamente, as necessidades das propriedades agropecuárias.
Em reportagem, a empresa CPT Cursos Presenciais, que oferece dezenas de cursos presenciais profissionalizantes, destaca que “com a demanda de pessoas com cursos superiores existentes no mercado, hoje, os cursos técnicos e profissionalizantes podem ser um caminho de formação e garantem sim a inserção no mercado de trabalho”.
A simples capacitação, mas feita por instituições e profissionais de qualidade, podem garantir não apenas melhores condições de trabalho, como maior renda.
Um exemplo é o casqueador de bovinos, uma espécie de pedicure de bovinos que cuida dos cascos dos animais, sendo uma profissão que não exige curso superior, bastando ter habilidade e fazer um curso profissionalizante de boa qualidade, ganhando de R$20,00 a R$50,00 por animal, podendo garantir uma renda mensal média de dois mil reais.
Cursos técnicos e profissionalizantes nas áreas de agricultura, bovinosequinos, suínosaviculturaovinosirrigaçãopequenos animaisreprodução animalprodução de raçõespisciculturaanálises laboratoriais, dentre outros, compõem uma gama de capacitação que diferenciam qualquer profissional, garantindo, pela demanda observada no campo brasileiro, emprego e renda.
Em estimativa do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), nas áreas de suínos e avicultura no estado, as expectativas de ampliação até 2020, são de 180%. Para a produção de soja, estima-se crescimento médio de 50%.
Segundo informações do Programa de Disseminação de Estatística do Trabalho (PDET) e da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) – ambos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), nos últimos seis anos, a remuneração média dos trabalhadores formais do setor agropecuário cresceu cerca de 50%, mas poderia ser maior, caso a qualificação fosse uma prática mais comum no meio.
A remuneração média, no agronegócio e pecuária, cresce a níveis maiores que profissões tradicionais urbanas. Mas a capacitação é fundamental, pois a não especialização e tecnificação do trabalho, atrasa o crescimento agropecuário e profissão/remuneração do trabalhador rural.

Por: Willian Monteiro – Revista Agropecuária (www.revistaveterinaria.com.br)

domingo, 22 de abril de 2012

Raça: Dogue Alemão




País de Origem: Alemanha
Tamanho: Grande
Área de Criação: Grande
Agressividade: Média
Atividade Física: Moderada

Utilização: escolta, guarda e proteção.
Tamanho: mínimo de 72 cm para fêmeas e de 80 cm para machos.
Peso: 75 quilos.
Aspectos Gerais: agigantado, mas esbelto, elegante e ágil, com musculatura possante, bem delineada e proporcional ao seu tamanho. Possui nobreza e uma cabeça expressiva, mostrando segurança e força. As orelhas podem ser cortadas para permanecerem eretas, o que aumenta sua expressividade.
Pelagem: curto, grosso, liso e brilhante, nas cores azul, preta, dourada, arlequim (branca pintada de preta), mantado ou tigrado.
Longevidade: 8 a 9 anos.
Temperamento: dócil, protetor, inteligente, amistoso, fiel e muito tolerante com crianças.
Área de Criação: de média a grande.

Acredita-se que o Dogue Alemão descenda dos antigos "Bullenbeisser", cães usados na caça ao javali. Tudo indica que a conformação atual seja resultado de cruzamento de Mastim e Lebrel, levando à Galia por mercadores fenícios. Houve uma época em que a denominação "Dogge" era aplicada a todos os cães grandes e fortes, independente da raça. Mais tarde, os nomes sofreram variações como "Ulmer Dogge", "Dogue Inglês", "Dinamarquês", que definiria diferentes tipos de cães de acordo com a cor e tamanho. Em 1878, um comitê formado por cinófilos, em Berlim, decidiu classificar todas as variedades como "Deutsche Doggen" (Dogue Alemão), iniciando-se assim a criação de uma raça independente. Dois anos mais tarde, foi criado o primeiro padrão da raça.
Gigante e dócil, o cão foi utilizado originalmente para caçar javalis selvagens. Atualmente desempenha a função de guarda e proteção. Facilmente treinável, a raça ficou famosa por se dar muito bem com crianças. É ainda emocionalmente equilibrado, forte, amistoso, fiel e afetuoso com a família. Porém, é arredio e desconfiado com estranhos. Necessita de muito espaço para ser criado com saúde.