sexta-feira, 6 de abril de 2012

CPT Cursos Presenciais lança curso de "Neurologia em Pequenos Animais"


O CPT Cursos Presenciais Lançou um novo curso na área de pequenos animais, o Curso de Neurologia Clínica em Pequenos Animais.
A neurologia é uma área pouco conhecida da medicina veterinária. Por isso o curso visa oferecer aos alunos subsídio para o desenvolvimento do raciocínio clínico nesta área.
A programação envolve desde a neurofisiologia e neuroanatomia até o diagnóstico e tratamento das principais afecções, para que o clínico possa aprimorar seu conhecimento sobre os sinais clínicos neurológicos, suas interpretações, doenças correlacionadas e tratamento das mesmas. Serão abordadas duas peças-chaves principais, a neurolocalização e o comportamento da doença. Através dos mesmos, podemos obter um bom plano diagnóstico com auxílio de exames laboratoriais direcionados, no qual trará maior sustentabilidade ao diagnóstico e sucesso no tratamento dos pacientes.
O Curso será ministrado pela Prof. Ms Paula Mayer Costa, Médica Veterinária graduada pela PUC Minas Betim; Especialista em Clínica de Pequenos Animais pela UFMG; Mestre em Clínica e Cirurgia Veterinárias com ênfase em Neurologia de Pequenos Animais pela UFMG; Médica Veterinária do Hospital Veterinário da UFMG; Médica Veterinária Autônoma em Belo Horizonte: Neurologia de Pequenos Animais; Professora de Farmacologia e Terapêutica Veterinárias da FEAD.
A data do curso já está marcado para o dia 14 a 17 de junho e as matrículas já estão abertas.

Veja a programação completa clicando no link abaixo:

CPT Cursos Presenciais agenda cursos de Avicultura




Referência no ramo de cursos presenciais, na área de medicina veterinária e agropecuária, o CPT Cursos Presenciais agora traz mais uma excelente novidade. São quatro novos cursos na área de avicultura, uma atividade econômica que a cada dia se torna mais relevante no cenário mundial. Cursos de Planejamento e Produção de Frango de CorteCurso sobre Abate, Processamento e Comercialização de Frangos de Corte e Curso sobre Alimentos e Alimentação de Frangos de Corte.
O Brasil é o maior país exportador de frango do mundo.
Os cursos serão Coordenados pelo Professor titular do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa.  Luiz Fernando Teixeira Albino, Zootecnista com Doutorado em Nutrição de Monogástricos.  Atua na área de Nutrição e Alimentação Animal com ênfase em Exigências Nutricionais e em Avaliação Nutricional de Alimentos.
O prof. Luiz Albino é um dos autores das Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos (2011) e também atua como Consultor Ad Doc de varias Revistas e de órgãos financiadores de pesquisas como o CNPq e a CAPES.
Para ministrar os cursos o professor Luiz Albino contará com a importante ajuda de dois professores orientados por ele. O Professor Gabriel Borges Sandt Pessôa, graduado em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), tem curso de Mestrado em Nutrição e Produção de Monogástricos e atualmente está cursando Doutorado no Departamento de Zootecnia da UFV. Vem trabalhando na área de Exigências Nutricionais para Animais Monogástricos. Já participou de vários congressos e simpósios pelo Brasil, além de um estágio no exterior, visando aumentar seus conhecimentos bem como o relacionamento entre os profissionais da área de produção animal. E a Professora Rosana Cardoso Maia, graduada em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), atualmente esta cursando Mestrado no Departamento de Zootecnia da UFV na área de nutrição e produção de monogástricos. Vem trabalhando na área de Exigências Nutricionais para Animais Já participou de vários congressos e simpósios pelo Brasil.
Os Cursos irão abordar todo o processo de produção de frangos de corte, desde o planejamento da produção até o abate e comercialização, envolvendo também a parte de alimentação.
As matrículas já estão abertas. As turmas estão agendadas para junho. Confira a programação completa dos cursos!

segunda-feira, 19 de março de 2012

Esquema de vacinação e vermifugação para cães

Vacinação para cães



Os cães devem ser vacinados logo após o desmame, com 45 dias de vida.
A vacinação dos cães protege contra diversas doenças: Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirose, Hepatite, Parainfluenza, Leptospirose e Raiva.
Primeira dose: 45 dias de vida;
Segunda dose: 75 dias de vida;
Terceira dose: 105 dias de vida;
Raiva: 135 dias de vida.

A partir do término desse esquema, o reforço deverá ser anual!!!

Existem outras vacinas para cães também, que são para: Tosse dos canis, Giardíase e Leishmaniose Visceral Canina.
A vacina contra giardíase deve ser aplicada em cães com 8 semanas de idade ou mais a 1ª dose, sendo que essa vacina não tem utilidade para cães que já estiverem infectados pela Giardia lambia. Os cães que nunca foram vacinados contra a giardíase deverão receber 2 doses da vacina. A segunda dose da vacina deverá ser aplicada entre 14 dias e 28 dias após a 1ª dose. Os cães só estarão protegidos 15 dias depois de terem recebido a 2ª dose da vacina. Após as 2 doses, a vacinação segue 1 vez por ano.
A vacinação contra leishmaniose deve ser aplicada em cães a partir de 4 meses de idade, saudáveis e soronegativos para Leishmaniose Visceral Canina. O protocolo completo deve ser feito com 3 (três) doses, respeitando o intervalo de 21 a 30 dias entre cada dose (aplicação). Após isso, a revacinação ocorre anualmente para manter a resposta imune.
A vacinação contra Traqueobronquite Infecciosa ("Tosse dos Canis") causada pela bactéria Bordetella bronchiseptica de ser aplicada em cães sadios, a partir de 8 semanas de idade, repetindo uma 2ª dose com intervalo de 2 a 4 semanas. A imunidade se inicia 21 dias após a administração da segunda dose. Recomenda-se a revacinação anual, em dose única.

Atenção!!!
Enquanto o filhote não tiver com todas as vacinas V6/V8 em dia e raiva ele não deve sair na rua, e deve tomar o cuidado para que ele não tenha contato com outros animais.


Vermifugação para cães

Muitos parasitas que acometem os animais são zoonóticos, ou seja, causam enfermidadades nos seres humanos, por isso devemos sempre vermifugar nossos animais, para que mantenhamos a saúde dos nossos cães e a nossa também.

Cães filhotes: 1ª dose aos 15 dias de vida, com reforço após 15 dias. Após este esquema, a vermifugação é mensal, até o sexto mês de vida. Em animais adultos, a vermifugação deve ocorrer de 4 em 4 meses.

Cadelas prenhes: devem ser vermifugadas antes da cobertura, depois a partir de 45 dias de gestação. Posteriormente deve ser tratata simultaneamente com os filhotes, no 14º a 15º dia pós-parto.

Obs: Durante a formação do feto até os 45 dias, não é aconselhável administrar vermifugo para a cadela, pois pode atrapalhar na formação do feto.


Por: Deyvid Lopes de Souza
Estudante de Medicina Veterinária da Univértix

quinta-feira, 8 de março de 2012

Vou viajar e meu bicho ficará em casa. Quais os cuidados necessários?


Apesar de existirem vários pet shops e locais especializados em hospedagem de cães e gatos na maioria das grandes cidades brasileiras, nem todo mundo pode pagar pela mordomia dos mascotes. Como alternativa, muita gente deixa os bichos em casa e conta com a ajuda de amigos, vizinhos ou parentes para alimentar, passear e cuidar da higiene dos animais.

Se você está nessa situação e vai deixar seu cachorro, gato ou papagaio sob os cuidados de alguém que não está familiarizado com essa tarefa, saiba que há uma lista de recomendações básicas para essas ocasiões. Confira a seguir algumas delas.

Comida 
Animais acostumados a uma ração específica sofrem distúrbios intestinais quando ela é trocada repentinamente. Antes de viajar, faça um estoque da marca habitual que dure até o seu retorno. Para quem ficar encarregado de alimentar seu bicho, especifique a quantidade diária que deve ser fornecida e quantas refeições o animal deverá fazer. É importante saber que alguns bichos fazem ''greve de fome'' na ausência dos donos. Nessas horas é importante que a pessoa encarregada tenha paciência e aguarde a fome do animal chegar.

Passeios Muitos cães são acostumados a sair de casa uma ou duas vezes todos os dias e adaptam a essa rotina suas funções fisiológicas (ou seja, só urinam ou evacuam fora de casa). Mesmo que não seja possível sair mais de uma vez ao dia, um único passeio, ainda que breve, deve ser combinado com o “tutor” do animal. Nesse caso é fundamental levar coleira, guia e um saco plástico para recolher a sujeira.

Brincadeiras 
Ninguém duvida que o mascote sentirá falta do dono quando ele se ausentar por mais tempo. Mas o sofrimento é menor quando o animal tem a companhia dos brinquedos de que mais gosta. Só que nem todos se satisfazem brincando sozinhos. Portanto, quem for dar comida ao bichinho deve aproveitar a viagem e brincar um pouco com ele. Cães, por exemplo, gostam de buscar objetos atirados longe, como bolas e ossos.

Limpeza 
Se, além disso tudo, a alma bondosa que irá cuidar do seu bicho puder fazer uma faxina no quintal, perfeito. Alguns cães, quando sozinhos, podem comer as próprias fezes.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Escassez de mão de obra qualificada afeta crescimento da inseminação artificial no Brasil

A inseminação artificial é uma tecnologia de reprodução que está disponível na pecuária brasileira desde meados da década de 30, apresentando uma resposta mais rápida na geração de renda na pecuária. Para o produtor recuperar os custos de uma vaca e gerar receita, a fêmea precisa ter um bezerro ao ano. Mas, ainda hoje, apenas 10% das matrizes são inseminadas, segundo o Jornal da Pecuária.

Acredita-se que um dos motivos para a resistência dos pecuaristas está na falta de mão de obra qualificada para o serviço. Para resolver o problema, alguns pecuaristas usam a técnica da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF).

Apesar de no Brasil existirem várias instituições profissionalizantes que preparam pessoas para realizar inseminação artificial, a falta de mão de obra ainda caracteriza um entrave para o crescimento da prática no país. Em Viçosa, Minas Gerais, são formados cerca de 14 novos inseminadores, por turma, nos cursos oferecidos pelo CPT Cursos Presenciais. Essas pessoas, vindas de várias partes do país, saem aptos para realizar a inseminação artificial. A prática não é restrita a veterinários, e os pecuaristas podem capacitar seus próprios funcionários, minimizando os custos.

Outra dificuldade encontrada pelo pecuarista está na observação do cio das vacas.

A solução para esses problemas foi encontrada na IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo), um aprimoramento da técnica de Inseminação Artificial. Com a IATF o pecuarista pode determinar em que dia vai inseminar os animais da fazenda. E é feita a aplicação de hormônios, chamados de protocolos, para substituir a observação do cio das vacas.

Com o uso dos protocolos, as vacas podem ser inseminadas até 8 dias após a aplicação dos hormônios.

O custo de um protocolo de IATF gira em torno de R$ 50,00 por animal, somando-se a mão-de-obra, os hormônios e o sêmen. A vantagem é que metade das prenhezes ocorre já no início da estação de monta. Além disso, com a IATF podem ser inseminadas até 300 vacas em um só dia, o que permite ao pecuarista diminuir o intervalo de parto de 18 para 12 meses, programando o nascimento dos bezerros para a mesma época.



Revista Veterinária

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Cursos do CPT Cursos Presenciais (Mês de Março e Abril)









No mês de Março e Abril o CPT Cursos Presenciais preparou diversos cursos para você nas áreas de bovinos, equinos, pequenos animais, ovinos e agrárias. Não perca essa oportunidade, seja você também um aluno CPT!!!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Notícia: "Queda de pelos de cães e gatos: aprenda a controlar."


Os pelos do animal de estimação se acumulam em vários pontos da casa e você anda pensando se há alguma coisa errada com seu melhor amigo? Acalme-se. Segundo a veterinária Isabella Morand, da Bicho Bacana, há ocasiões em que essa queda é normal. “Durante as mudanças de estação, especialmente quando há alteração significativa na temperatura, é comum o bichinho perder um pouco de pelo”, explica ela.

Existem dois tipos de queda de pelos: a fisiológica e a provocada por alguma dermatopatia. A primeira é normal e não mexe muito com a estrutura dos fios, mas a segunda requer uma consulta com o veterinário para identificar a causa e fazer o tratamento adequado. Diferenciar as duas não é tarefa complicada. “A fisiológica não altera a pelagem. A cobertura continua normal, sem buracos. Quando há dermatopatia, entretanto, surgem falhas, a pele pode apresentar lesões e o pelo fica ressecado e quebradiço”, diz Isabella.

Problemas nutricionais também podem fazer o bichinho perder pelos. Nesse caso, as falhas na pelagem aparecem, mas a pele continua normal. “Quando se trata de um animal saudável, pode-se controlar a queda oferecendo uma refeição balanceada, com ração de boa qualidade e, se for o caso, um suplemento alimentar”, ensina Isabella. “E a escovação diária ajuda a retirar os pelos mortos”, completa.

De acordo com a veterinária, cães sem dermatopatia não terão grandes problemas com a perda de pelos. Mas o mesmo não acontece com os felinos, que se lambem e ingerem o excesso de fios, formando novelos no estômago. “Enquanto o gato consegue vomitar as bolas de pelos, tudo bem. O problema é quando a quantidade é tanta que os fios passam para o intestino. Isso resseca as fezes e pode causar cecaloma, uma prisão de ventre grave”, alerta Isabella. Para prevenir, há rações e complementos alimentares com hairball, que ajuda a eliminar os pelos e lubrificar as fezes. “Algumas pessoas colocam uma colher de azeite ou óleo mineral na boca do gato, mas isso não é recomendado. Esses produtos podem afetar o pulmão se forem ingeridos de forma errada”, afirma ela.
Fonte: gnt.globo.com