quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Conheça os benefícios dos animais à saúde

Eles dão bem menos trabalho do que os seres humanos e são muito mais compreensivos.


Criar um animal de estimação em casa de forma adequada ou apenas o contato constante com eles traz muito mais benefícios do que a gente imagina.

O contato com animais vai muito além da companhia que proporcionam. Um pequeno tempo diário dedicado a eles funciona como uma terapia ao ser humano. Conversar e brincar com animais pode diminuir o estresse, sem contar o carinho que eles são capazes de doar. Quem tem animal de estimação sabe a sensação de chegar em casa depois de um dia de trabalho cansativo e ser recebido com festa. Isso deixa qualquer um mais feliz.

A sensação de alegria libera endorfina ao cérebro, um hormônio capaz de relaxar o ser humano, colaborar com seu bem-estar, controlar a pressão sanguínea e a melhorar o sono. Por isso, algumas pessoas, mesmo que inconscientemente, se dedicam tanto aos animais e se sentem melhor com esse contato.

“Hoje em dia as pessoas se isolam mais e tentam suprir a solidão com animais de companhia. Eles dão bem menos trabalho do que os seres humanos e são muito mais compreensivos”

Além de dar carinho, divertir, acalmar e fazer companhia, os bichos de estimação podem desempenhar um papel ainda mais nobre, ajudando nas perdas pessoais, por exemplo. Estudos feitos com pessoas que perderam seus cônjuges mostram que os donos de animais estão menos propensos à depressão e à sensação de isolamento.

Segundo o veterinário Rafael Pires de Camargo, de São Paulo, a procura por animais de estimação tem uma explicação simples. “Hoje em dia as pessoas se isolam mais e tentam suprir a solidão com animais de companhia. Eles dão bem menos trabalho do que os seres humanos e são muito mais compreensivos”, diz o especialista. Camargo, que é responsável por um canil com animais para doação no interior do Estado, afirma que a maioria dos seus clientes é mulher de meia-idade.

Uma pesquisa realizada pela Universidade britânica de Cambridge, em 2002, comprova que a maioria das pessoas que adquirem cães desenvolve segurança e auto-estima. Por essas e outras razões não se deve desprezá-los.

Fonte: vilamulher.terra.com.br

Cursos em Pequenos Animais no CPT Cursos Presenciais

No mês de Fevereiro o CPT Cursos Presenciais preparou diversos cursos na área de Pequenos Animais para você, entre eles: Curso de Anestesias, Curso de Odontologia, Curso de Cirurgias e Curso de Emergências e Pronto Atendimento. Veja no cartaz abaixo as datas dos cursos e acesse o site http://www.cptcursospresenciais.com.br/ para maiores informações.
Os cursos incluem hospedagem, café da manhã, almoço, lanche da tarde, seguro contra acidentes, apostila impressa, CD interativo e certificado.



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"Cursos de Qualidade é no CPT Cursos Presenciais. Aproveite!!!"

sábado, 7 de janeiro de 2012

Saiba quando seu cachorro deve entrar na dieta

Dieta não é só coisa de humano. Cachorro também precisa fazer regime de vez em quando para entrar em forma.

Seu cão pode estar engordando sem você perceber, por isso fique atento a algumas dicas que te fará notar se seu bichinho de estimação está com problemas e, aqui, saiba como solucioná-los.





Fabrício Lorenzini, médico veterinário do Hovet (Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi), explicou que olhar a lateral do cão é fundamental para saber se seu pet está com o peso adequado.

- O cachorro é considerado normal quando suas costelas não estão visíveis na lateral, mas são facilmente sentidas quando apalpadas. O cão deve ter o corpo em formato de ampulheta, ou seja, deve ter a circunferência mais fina na região da cintura. Qualquer alteração nestas características pode ser sinal de sobrepeso.

Mesmo com estas dicas é essencial que o cachorro seja acompanhado regularmente por um veterinário, pois só um médico especializado poderá diagnosticar um caso de sobrepeso ou até mesmo obesidade.

Como no caso do IMC (índice de massa corporal) humano, os animais também têm uma escala que define os padrões de normalidade do peso. Geralmente, 15% do peso de um cachorro normal representam a quantidade de gordura, números maiores que este são um sinal de alerta.

Um animal com sobrepeso pode ter diversos problemas de saúde, como explica Fabrício.

- O excesso de peso pode acarretar problemas nas articulações do cachorro, no trato pulmonar, como ronco e dificuldade de respirar, problemas cardíacos, diabetes e pesquisas recentes mostram que obesidade pode causar câncer nos animais.

Para os bichos que estão acima do peso, os tratamentos mais adequados são dieta e atividade física, em especial a hidroterapia. 
O veterinário Fabrício detalha o que se deve fazer quando seu cão tem que entrar na dieta.

- Hoje existem no mercado diversas rações especiais para animais em dieta, mas o mais indicado é procurar um veterinário especialista em endocrinologia que prescreva um plano alimentar para o seu animal.

É essencial evitar dar qualquer tipo de alimento para o cachorro que não seja a ração (ou a alimentação indicada pelo veterinário), mesmo que a carinha de tristeza do bichinho parta seu coração.

Nos casos mais extremos em que o cachorro é considerado obeso, o tratamento é o mesmo: dieta e atividade física, pelo menos no Brasil, onde os medicamentos para redução de peso são proibidos.
Fonte: R7


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Curso de Cirurgias em Bovinos a Campo

O CPT Cursos Presenciais têm mais um curso na área de bovinos para vocês, o curso de "Cirurgias em Bovinos a Campo" do dia 01 a 03 de Fevereiro.

Os cursos incluem hospedagem, café da manhã, almoço, lanche da tarde, seguro contra acidentes, apostila impressa, CD interativo e certificado. Não percam!!!


(Clique na imagem para ampliá-la) 


 Acesse >> www.cptcursospresenciais.com.br

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Raiva

A raiva é uma doença infecciosa contagiosa aguda, causada por vírus que afeta o sistema nervoso central (SNC), caracterizada por um quadro de encefalite. Todos os mamíferos, inclusive o homem, são susceptíveis ao vírus da raiva. O prognóstico é fatal em praticamente 100% dos casos. 

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Pertence à família "Rhabdoviridae", gênero "Lyssavirus" que inclui também o gênero "Vesiculovirus". A raiva é uma encefalite aguda, progressiva, causada por um RNA vírus da família Rhabdoviridae, do gênero Lyssavirus, que possui, atualmente, 7 genótipos. No Brasil apenas o genótipo 1 (Rabies virus – RABV) foi identificado. Esta zoonose é transmitida ao homem, principalmente, pela mordedura de animais infectados.  

O vírus da raiva é inativado pelo éter, radiação ultravioleta, raio X, luz solar, calor e dessecação. Também é destruído pela pasteurização, desidratação, detergentes e sabões, éter, acetona, álcool, compostos iodados, formol, ácidos de pH menor que 3 e bases com pH maior que 11. Resiste por 35 segundos em temperatura de 60° C, 4 horas a 40° C e vários dias a 4° C.


Vírus da Raiva


Acomente principalmente todos os mamíferos.

RAIVA EM CÃES E GATOS

Quando o vírus da raiva acomete carnívoros (cães e gatos), a doença se apresenta mais na forma agressiva ou furiosa e os sinais clínicos observados são:

Mudança de hábitos (animal busca esconder-se em lugares escuros);
Alterações bruscas de comportamento (agitação ou agressividade mais intensa ou ao contrário, fica isolado e quieto);
Mudança de hábitos alimentares (se adulto, volta a roer objetos, ingere materiais diversos ou estranhos); 
ÒDificuldade para engolir água e alimento devido à paralisia da musculatura da laringe/faringe;
ÒSalivação abundante;
ÒNo início incoordenação motora, evoluindo para paralisia dos membros pélvicos;
ÒNos cães, o latido torna-se diferente, parecendo um "uivo rouco", devido à paralisia das cordas vocais, sintoma importante da raiva canina.
Medidas a serem tomadas

ÒIsole o animal suspeito de ter a doença.
ÒSe o animal exposto tiver proprietário e for vacinado, recomenda-se seu isolamento para observação clínica por 10 dias e revacinação após esse período.
ÒEm caso de mordida ou contato com animal suspeito, o ferimento deve ser lavado com água e sabão, e a pessoa encaminhada ao serviço médico para as devidas providências de acordo com a lesão. 
ÒSe o animal exposto à raiva for errante, não vacinado e apresentar sinais sugestivos da doença, ele pode, a critério da autoridade sanitária, ser sacrificado para coleta de material para diagnóstico laboratorial.
ÒO proprietário ou o veterinário responsável deve entrar em contato com o Centro de Zoonoses de sua cidade para que se providencie a coleta de amostras de tecido do animal suspeito (morto) que devem ser enviadas a laboratórios governamentais para diagnóstico.
ÒO material coletado deve ser a cabeça inteira ou o cérebro, que devem ser acondicionados num isopor com gelo e enviados o mais rápido possível a um centro de diagnóstico de raiva. 
RAIVA EM BOVINOS
O principal transmissor da raiva para os herbívoros domésticos, como bovídeos (bovinos e bubalinos) é o morcego sugador de sangue, Desmodus rotundus, responsável por grandes prejuízos econômicos. 

Em herbívoros o principal sintoma é a paralisia. No início, os bovídeos se isolam, emitem mugidos freqüentes e roucos, têm dificuldade para defecar, apresentam sinais de engasgo e andar cambaleante. Deitam-se devido à paralisia dos membros posteriores, não conseguindo mais se levantar até chegar à morte. Ao apresentarem dificuldade de engolir, é comum tratadores e criadores, ou até mesmo veterinários desatentos, colocarem as mãos na garganta dos animais, imaginando que possam ter ingerido um corpo estranho ou alguma planta tóxica, expondo-se à doença. Com a paralisia, o animal fica com movimentos de pedalagem e o pasto em volta fica todo amassado.  
RAIVA EM EQÜINOS 
Cavalos infectados com raiva podem permanecer assintomáticos por até 1 ano, o que dificulta a identificação da fonte de exposição. Não há sinais patognomônicos de raiva em eqüinos, sendo que a apresentação dos sinais clínicos pode variar de claudicação à morte súbita. 

Proprietários podem relatar evolução lenta dos sinais, desde leve claudicação até decúbito lateral, incluindo-se comportamentos anormais. É importante lembrar que todo eqüino com sinais neurológicos deve ser suspeito de raiva até que se prove o contrário. 
Sinais clínicos
ÒIntolerância ao treinamento, claudicação, hiperestesia, paresia ou paralisia, decúbito dorsal, anorexia, cólica, mudança de comportamento e morte súbita são registros de sintomas observados no exame físico em casos confirmados de raiva.
ÒComportamento agressivo, hiperestesia, tremores musculares, convulsões, fotofobia e hidrofobia estão associados à raiva furiosa. 
ÒDepressão, anorexia, andar em círculos, ataxia, demência, disfagia e paralisia facial podem estar associados à forma "paralítica" da raiva, em que as lesões predominam no mesencéfalo, alternação na claudicação com hiperestesia, automutilação, ataxia e paralisia ascendente progressiva também foram associadas à forma "paralítica" da doença.
A morte geralmente sobrevém dentro de 2-3 dias a partir do início dos principais sinais. 

ÒO material para diagnóstico de raiva em eqüinos deve ser acondicionado em saco plástico duplo, vedado hermeticamente, identificado de forma clara e legível, não permitindo que a identificação se apague em contato com água ou gelo. Depois de colocada em caixa de isopor, com gelo suficiente para conservação do material, a caixa deve ser rotulada, fechada, a fim de evitar vazamentos que possam contaminar o pessoal responsável pelo transporte. 
ÒHá quatro formas epidemiológicas da raiva:
  • a)Raiva urbana;
  • b)Raiva silvestre;
  • c)Raiva rural;
  • d)Raiva aérea. 

ÒCiclo urbano - A raiva urbana, problema em países em desenvolvimento, afeta tanto cachorros de rua como domésticos, sendo responsável por mais de 99% dos casos em pessoas.
  

ÒCiclo rural - No ciclo rural, o morcego hematófago da espécie Desmodus rotundus é o principal transmissor da doença aos herbívoros domésticos. Os animais de produção também podem se infectar pela agressão de cães, gatos e mamíferos silvestres. A contaminação entre eles não ocorre, pois não possuem o hábito de morder outros animais.

ÒCiclo silvestre - No ciclo silvestre terrestre, a transmissão ocorre entre animais como a raposa, o lobo, o macaco, o coati, o gambá, etc. Esses animais podem servir também de fonte alimentar do morcego hematófago ou serem atacados por animais domésticos de estimação.

Ciclo aéreo - O ciclo aéreo é importante para a manutenção do vírus entre as várias espécies de morcegos que disseminam a raiva, pois como são os únicos mamíferos que voam, transpondo barreiras geográficas.

CONTROLE, PREVENÇÃO E TRATAMENTO
Vacinar os animais anualmente;
Capturar e eliminar cães de rua;
Enviar amostras para exames laboratoriais;
Não deixe animais soltos na rua ou em contato com outros desconhecidos.
Não toque em animais desconhecidos, estranhos, feridos ou aparentemente doentes. Chame o Centro de Controle de Zoonoses para a remoção do animal. Não tente separar animais que estejam brigando.
Morcegos podem transmitir a raiva. Caso encontre algum em sua residência ou mesmo na rua, não tente capturá-lo. Chame o Centro de Controle de Zoonoses para a remoção do animal. Não entre em grutas ou cavernas, locais prováveis de abrigo de morcegos.
Não crie animais silvestres e nem tente tirá-los de seu "habitat" natural.
Não abandone animais nas ruas, em parques ou outros locais públicos.
Não deixe que seus animais se reproduzam sem controle, pois isso contribui para o aumento da população de animais errantes e disseminação de doenças. A castração é uma opção segura e indicada para o controle de natalidade dos animais.
Procurar sempre o Serviço Médico, no caso de agressão por animais.
Manter seu animal em observação quando ele agredir uma pessoa.
Não deixar o animal solto na rua e usar coleira/guia no cão ao sair.
Notificar a existência de animais errantes nas vizinhanças de seu domicílio;
Afaste as pessoas e animais do ambiente onde o morcego se instalou e isole o local, se possível.
Caso tenha problemas procure o Centro de Zoonoses de sua cidade ou uma orientação Médico Veterinário.

NÃO EXISTE TRATAMENTO PARA A RAIVA E SIM PROGRAMAS DE PROFILAXIA E VACINAÇÃO DOS ANIMAIS.

A vacinação não tem contraindicação, devendo ser iniciada o mais breve possível e garantir o completo esquema de vacinação preconizado. As vacinas humana e animal são gratuitas.

VACINE SEU ANIMAL!!!