A - INTRODUÇÃO
O
sistema genital masculino está na maioria das vezes constituído pelo
pênis, bolsa escrotal, testículos, túbulos retos, túbulos eferentes,
epidídimos, vasos deferentes, glândulas acessórias incluindo ampolas,
próstata, glândulas vesiculares e bulbouretrais.
1 – CONCEITO
É
uma gônada dupla, de forma ovóide, de localização extra-abdominal nos
mamíferos e Na maioria dos casos no interior de uma bolsa cutânea na
região inguinal, e caracterizado por uma função celular e outra
endócrina.
· Nas aves e algumas espécies como os elefantes, tatus, baleias e golfinhos os testículos têm localização intracavitária
· Nos suínos, gatos e alguns cães a localização dos testículos é perineal
2 – Aspectos anatômicos
Fig. 2: Anatomia do testículo. Adaptado de http://www.becomehealthynow.com/popups/male_testes.htm
Bolsa escrotal
Os
testículos estão envolvidos externamente por uma bolsa cutânea dividida
em dois compartimentos chamada de bolsa escrotal formado pela túnica
dartus constituída por músculos lisos que auxiliam na termoregulação
testicular.
Túnica vaginal
Parte do revestimento peritonial que desceu junto com o testículo durante sua migração para a bolsa escrotal
Albugínea
Tecido
conjuntivo espesso e resistente que envolve a massa testicular e envia
septos para o seu interior dividindo o testículo em compartimentos ou
lojas.
Túbulos seminíferos
· Apresenta-se na forma de um pequeno tubo, com luz interna contendo os espermatozóides.
·
Formado por uma lâmina basal e sobre esta as células de Sertoli e as
células da linhagem germinativa (Espermatogônias, espermatócitos I e
II, espermátides e espermatozóides).
·
As células de Leydig estão situadas fora do túbulo seminífero, ou seja,
no espaço intersticial, por esta razão são chamadas de células
intersticiais do testículo.
Epidídimos
· Estão intimamente apostos sobre a superfície testicular e pode ser dividido em 3 partes: cabeça, corpo e cauda.
· Forma-se no seu interior um ducto muito longo e espiralado chamado de ducto epididimário
· É o local em que ocorre o transporte, maturação e o armazenamento dos espermatozóides
3 – Aspectos FUNCIONAIS
FUNÇÃO CELULAR
• Produção de espermatozóides (túbulos seminíferos)
• FUNÇÃO ENDÓCRINA
· Produção de AMH na vida fetal
· Produção de Inibina importante para a autoregulação (feed-back)
· Produção de testosterona (células de Leydig) importante para:
Imprint hipotalâmico do hipotálamo dosfetos do sexo masculino pra funcinamento no padrão tônico
Desenvolvimento e manutenção da secreção das glândulas sexuais acessórias
Responsável pela parte da espermatogênese conhecida como espermiogênese
Produção das feromonas para atração sexual e marcação do ambiente
Garantir
as Características sexuais secundárias masculinas ( maior constituição
dos músculos e articulações, agressividade, e sinais externos tais
como: giba dos zebus, barba nos bodes, crista, esporão e plumagem
atraente nos galos e presas dos javalis.
É
necessário que a temperatura do testículo esteja entre 4 e 7 graus
abaixo da temperatura orgânica para que a espermatogênese ocorra.
A termorregulação testicular é garantida através de:
·
Mecanismo de contracorrente no plexo pampiniforme do cordão
espermático. Ocorre troca de calor por contra-corrente entre o sangue
venoso resfriado que sobe e o arterial na temperatura corporal que
desce.
· Ação da contração da túnica dartus que promove o enrugamento e espessamento da bolsa
·
Ação dos músculos cremaster externos que aproximam (quando contraem
nas baixas temperaturas) ou afastam (quando relaxam nas altas) os
testículos da parede abdominal.
· Localização em bolsa cutânea pendulosa.
· Ausência de gordura subcutânea
· Presença de glândulas sudoríparas
OBS.:
IMPOTÊNCIA COEUNDI => Incapacidade total ou reduzida de COPULAR
IMPOTÊNCIA GENERANDI => Incapacidade total ou reduzida de FERTILIZAR
Animais
do sexo masculino apresentam como glândulas sexuais acessórias as
ampolas, a próstata, as glândulas vesiculares e as bulbouretrais, que
são responsáveis pelo volume do sêmen e por dar um ambiente bioquímico
apropriado para a sobrevivência dos espermatozóides.
· Os gatos não apresentam glândulas vesiculares
· Os cães não apresentam glândulas vesiculares nem bulbouretral
- Touro,
carneiro e varrão apresentam pênis fibroelástico e dispõem de uma
flexura sigmóide que fica esticada durante a ereção e extensão do pênis
- Carneiro apresenta um apêndice filiforme que contém a uretra
- Garanhão tem pênis vascular e sua uretra faz protrusão de alguns centímetros desde a superfície da glande
- Cão e gatos apresentam um osso peniano
- Gato apresenta espículas penianas e orientação posterior
O Bombeamento do sangue para dentro dos corpos cavernosos do pênis
através das contrações do músculo ísqueo-cavernoso geradas pelo sistema
nervoso parassimpático sob estímulos visuais, olfativos e locais do
pênis.
· Bombeamento de sangue pelo
músculo isqueocavernoso pra dentro dos canais vasculares do interior do
corpo cavernoso e esponjoso associado com o aumento do tônus muscular
que oclui o retorno venoso ao pressionar a veia dorsal do pênis contra
o arco isquiático.
·
A ereção do pênis está sob controle do sistema nervoso vegetativo e é
obtida pela sinergia de dois mecanismos. O primeiro é durante a
excitação sexual, o corpo cavernoso e o corpo esponjoso do pênis
tornam-se ingurgitados devido à dilatação arteriolar, simultaneamente
as vênulas contraem-se, aprisionando o sangue no pênis. No segundo
mecanismo, os músculos ísquiocavernosos e o bulbo esponjoso aumentam
seu tônus e dificultam o retorno venoso por pressionar a veia dorsal do
pênis contra o arco isquiático.
· A pressão no interior do corpo cavernoso pode atingir 15.000 mmHg.
· Durante a ereção o músculo retrator do pênis dos ruminantes relaxa e permite a extensão da flexura sigmóide.
ð
É a expulsão do sêmen garantida pelas contrações peristálticas da
musculatura lisa do epidídimo, ducto deferente e uretra associada com a
contração sincrônica das glândulas sexuais acessórias que misturam os
espermatozóides e os líquidos dessas glândulas na uretra pélvica.
Ocorre por estimulação Simpática a partir de estímulos locais no pênis
em ereção ou manipulação das glândulas acessórias
· Compreende a EMISSÃO e a EJACULAÇÃO PROPRIAMENTE DITA
·
EMISSÃO = iniciada pela estimulação dos nervos sensitivos localizados
na glande do pênis, que desencadeia contrações peristálticas da
musculatura lisa do epidídimo e vaso deferente associada com contração
sincrônica das glândulas sexuais acessórias que misturam os
espermatozóides e líquidos na uretra pélvica, por ação do sistema
nervoso Simpático.
· EJACULAÇÃO
PROPRIAMENTE DITA = É a ejeção do sêmen determinada pelas contrações
dos músculos isqueocarvenoso, bulboesponjoso e uretrais por ação
reflexa sacral pelo Sistema Nervoso Parassimpático.
A
ejaculação, que pode ser definida como a ejeção do sêmen via ductos
excretores, é iniciada através da estimulação dos nervos sensitivos
localizados na glande do pênis. Essa estimulação, desencadeia uma série
de contrações peristálticas das paredes musculares dos epidídimos,
canal deferente e uretra. Essas contrações deslocam os espermatozóides
desde os epidídimos e canal deferente e os líquidos desde as glândulas
acessórias, através dos ductos que conduzem ao orifício uretral
externo.
Constituído
por uma parte líquida originada principalmente das secreções das
glândulas sexuais acessórias e pelos espermatozóides.
Volume do ejaculado (em mL), tempo de ejaculação e local de deposição do sêmen nas várias espécies domésticas
|
ESPÉCIE
|
VOLUME (mL)
|
Tempo de Ejaculação
|
Local de deposição
|
Touro
|
2,0 a 10
|
1seg
|
Vagina
|
Carneiro
|
0,7 a 2,0
|
1seg
|
Vagina
|
Varrão
|
150 a 500
|
10 a 20 min
|
Útero
|
Garanhão
|
20 a 250
|
10 a 15 seg
|
Útero
|
Cão
|
2,0 a 16
|
30 a 40 min
|
Vagina
|
Gato
|
0,01 a 0,2
|
1seg
|
Vagina
|
O
pênis é constituído essencialmente por três corpos de tecido erétil
(cavernosos). Dois deles, estão dispostos lado a lado na porção dorsal
do órgão, tal disposição torna a superfície dorsal do pênis algo
plana. O terceiro longo corpo de tecido erétil é denominado corpo
cavernoso uretral, pois acompanha a uretra de uma extremidade a outra.
Ele é também chamado de corpo esponjoso. Este corpo cavernoso situa-se
medial e ventralmente em relação ao par de corpos cavernosos e torna-se
dilatado distalmente , adquirindo o aspecto de cone na glande.
Cada
corpo cavernoso é circundado por uma forte cobertura de tecido
conjuntivo denominado túnica albugínea . Nos corpos cavernosos esta
cobertura consiste principalmente em fibras colágenas dispostas numa
camada interna circular e em outra longitudinal externa, contendo
também fibras elásticas. As túnicas que cobrem o par de corpos
cavernosos juntam-se uma à outra ao longo da linha média do pênis e ,
fundindo-se, formam o septo mediano , que é mais espesso e mais
completo próximo à raiz do pênis. A cobertura que envolve o corpo
cavernoso uretral é mais elástica que as demais. Na glande a túnica
albugínea verdadeira é deficiente, nela a derme da pele que cobre a
glande serve como uma túnica albugínea, sendo na sua intimidade
contínua com o tecido cavernoso.
Os
três corpos cavernosos são mantidos unidos pelo tecido conjuntivo
frouxo elástico (exceto onde o par de corpos cavernosos se funde), que
é chamado de fáscia do pênis. Isso também proporciona uma união
flexível com a pele que cobre o pênis. A epiderme da pele do pênis é
delgada. Não existe pêlos, exceto próximo à raiz do órgão.Uma prega
circular da pele estende-se para frente , cobrindo a glande, é
denominada de prepúcio. Ela é geralmente elástica o suficiente para
permitir sua retração. Entretanto, em alguns casos denominados de
fimose não ocorre a retração do prepúcio, que pode aderir fortemente à
glande . Há presença de glândulas sebáceas modificadas na superfície
interna da prega prepucial , a secreção dessa glândulas, num prepúcio
que não pode ser repuxado, pode-se acumular e tornar-se um irritante.
A operação comum pela qual o prepúcio é removido chama-se circuncisão.
Os
corpos cavernosos são constituídos por uma rede tridimensional de
trabéculas de tecido conjuntivo e músculo liso cobertas por endotélio.
Entre as trabéculas existem espaços que tendem a ser maiores nas
porções mais centrais dos corpos cavernosos e menores na periferia. O
interior da glande se compõe de um novelo de grandes veias em maior
quantidade do que espaços separados por trabéculas.
SUPRIMENTO SANGUÍNEO E MECANISMO DE EREÇÃO
A
irrigação arterial é de dois tipos . Os ramos da artéria dorsal
terminam nos leitos capilares que irrigam os tecidos do órgão,
inclusive aqueles dos corpos cavernosos. Através dos capilares das
trabéculas o sangue banha os espaços. Os espaços comunicam-se de tal
maneira que o sangue neles lançado pode chegar às porções mais
periféricas dos corpos, onde os espaços abrem-se em plexos de veias
dispostas próximas da periferia de cada corpo cilíndrico. O sangue
que causa a ereção provém principalmente de um outro e maior conjunto
de artérias que penetram no interior dos corpos, onde se ramificam,
através das trabéculas os ramos arteriais são conduzidos aos espaços.
Essas artérias possuem paredes musculares espessas e, além disso,
muitas possuem espessamentos internos de fibras musculares
longitudinais que fazem saliências para o interior da luz. Muitas
dessas artérias se dispõem ao longo de trabéculas acham-se enoveladas e
espiraladas quando o pênis está flácido, isto justifica sua denominação
de artérias helicinadas. Vários ramos terminais dessas artérias
desembocam diretamente dentro dos espaços do tecido cavernoso.
A
musculatura lisa das artérias e o músculo liso das trabéculas são
inervados tanto por fibras simpáticas e parassimpáticas. Sob condições
de estímulos eróticos a musculatura lisa das trabéculas e das
artérias espirais relaxa-se. As artérias tendem a se distender,
resultando num fluxo sanguíneo livre para o interior dos espaços. Como
o sangue preenche os espaços dilatando-os, os plexos venosos das
porções periféricas dos corpos tornam-se comprimidos. Havendo um maior
aporte sanguíneo para os espaços dos corpos cavernosos e impedimento da
drenagem venosa dos corpos estes tornam-se tão túrgidos como os
demais, pois sua cobertura é mais elástica.
O
retorno do pênis ao estado de flacidez , após a ereção, é chamado de
tumescência. Isto ocorre através da constrição das artérias
helicinadas e pela contração da musculatura lisa trabecular, forçando o
sangue a sair lentamente do órgão.
O pênis possui, em abundância , uma grande variedade de terminações nervosas sensitivas.
O PÊNIS DOS CAPRINOS
O
pênis dos caprinos, assim como nas demais espécies, tem duas funções:
depósito de sêmem no aparelho genital das fêmeas e expulsão da urina .
Tanto o sêmen quanto a urina saem através da uretra. A uretra esta
circundada por um tecido cavernoso que este é muito vascularizado e
circundado por uma membrana fibrosa mais externa.
O
pênis se põe rígido e aumenta de tamanho com a excitação sexual. Este
processo, chama-se de ereção, se efetua de duas maneiras. Com a
excitação sexual os vasos que drenam os pênis se comprimem e os espaços
do tecido cavernoso se enchem de sangue , com isso aumenta de tamanho.
Ao relaxar, o sangue sai do tecido cavernoso, com isso o pênis se
torna flácido. Esse possui uma curvatura em forma de “ S “, chamada
flexura sigmóide que tem a capacidade de estender-se aproximadamente
30 cm durante a cópula.
Normalmente, o pênis se mantêm em forma de “ S “ mediante ao músculo retrator; Durante a cópula esse
músculo se relaxa como conseguinte a extensão da flexura. Somente neste momento é quando o pênis se exterioriza do abdome.
A
inervação é constituída por fibras sensoriais particularmente na
glande do pênis. Por trás destas estruturas, nos caprinos encontramos
uma estreita extensão até a uretra de uns 3-4 cm de comprimento,
chamado apêndice filiforme (ou processo uretral). Este apêndice gira
rapidamente durante a ejaculação e projeta o sêmen na parte anterior da
vagina das fêmeas.
A extremidade livre do pênis está alojada em uma invaginação da pele, denominada de prepúcio.
O PÊNIS DOS BOVINOS
O
pênis é composto do corpo (cavernosos pares), da uretra com seu corpo
cavernoso ímpar e da ponta do pênis, sendo recoberto, todo ele, pela
túnica albugínea. Seu comprimento é de aproximadamente 75 cm de
extensão nos touros jovens de um ano de idade e aproximadamente 100
cm no touro adulto de cinco anos.
Quando o pênis está relaxado , apenas a metade dele é acessível à inspeção e a palpação.
Em
repouso, o pênis é retraído pelo músculo retrator do pênis (musculatura
lisa) e mantido no prepúcio, formando caudalmente o S peniano.
Quando
o pênis está retraído , sua extremidade se encontra exatamente entre o
óstio prepucial e a base do escroto. Conforme a idade do animal, o
corpo do pênis tem espessura de dois a três dedos e apresenta uma
consistência rígida, firme e elástica. Se o pênis tem espessura de um
dedo mínimo e sua porção cranial ao escroto, quando recolhido, é do
comprimento de um dedo mínimo , suspeita-se de subdesenvolvimento
peniano( infantilismo), que requer confirmação por inspeção no momento
da cópula. A extremidade cranial do pênis recoberta pela folha
interna da mucosa do prepúcio, quando intacta, apresenta boa
mobilidade, em função das várias pregas da mucosa prepucial e do alto
teor de tecido conjuntivo frouxo submucoso. Normalmente, é fácil
deslocar a porção do pênis em posição caudal ao prepúcio e a curvatura
ventral do S peniano.
J - MORFOFISIOLOGIA DO PÊNIS DE CÃES E GATOS
HISTOLOGIA :
O
pênis é constituído por três massa cilíndricas de tecido erétil, mais a
uretra, envoltas externamente por pele. Delas, duas são colocadas
dorsalmente e recebe o nome de Corpos Cavernosos do Pênis. A outra,
ventral, chama-se Corpo Cavernoso da Uretra e envolve a uretra peniana
em todo o seu trajeto e na sua porção terminal, dilata-se formando a
glande.
Os três corpos cavernosos
encontram-se envoltos por uma resistente membrana de tecido conjuntivo
denso, a Túnica Albugínea do Pênis. Essa membrana forma um septo que
penetra entre os dois corpos cavernosos do mesmo.
Os
corpos cavernosos do pênis e da uretra são formados por um emaranhado
de vasos sanguíneos dilatados, revestidos por endotélio.
O
prepúcio é uma prega retrátil da pele do pênis, contendo tecido
conjuntivo, músculo liso no seu interior. Observam-se, na sua dobra
interna e na pele que recobre a glande, pequenas glândulas sebáceas.
ANATOMIA :
O
pênis, composto por raiz, corpo e glande, apresenta diversas
características. Em sua parte caudal, estão os dois corpos cavernosos,
que são separados pelo septo mediano. Em sua parte cranial, há o osso
do pênis. Ventralmente, apresenta o sulco para a uretra, dorsalmente é
convexo e cranialmente torna-se menor e possui um prolongamento fibroso
e curvo. No animal jovem , possui um prolongamento composto de
cartilagem hialina, que posteriormente torna-se fibrosa.
A
glande estende-se sobre todo o comprimento do osso peniano e no gato
contém diversos espículos). A parte longa da glande é cilíndrica e com
uma extremidade livre e pontiaguda, e na parte caudal há o bulbo da
glande. Ambos são compostos de tecido erétil.
As duas veias dorsais passam caudalmente ao dorso do pênis e se unem ao arco isquiático.
Há
um músculo, o ísquio-uretral, que surge nos lados da tuberosidade
isquiática, que irá convergir no dorso, próximo ao bulbo da glande.
Comprime as veias dorsais e também pode tender a elevar o pênis,
auxiliando na cópula.
FISIOLOGIA :
A ereção do pênis é controlada pelo Sistema Nervoso Vegetativo
No
cão, a distensão final do pênis não ocorre até que ocorra a penetração
total. A presença do osso peniano em cães e gatos, facilita a
penetração. No gato, a presença de espículas na glande do pênis é
importante para a estimulação vaginal, sendo um mecanismo auxiliar na
ovulação.
No cão, a distensão final do pênis não ocorre até que ocorra a penetração total.
CHRISTIANSEN, IB J. Reprodução no Cão e no Gato . Editora Manole Ltda. São Paulo, 1988.
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