segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Anatomia Interna de um pássaro
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Aves
Aves - Saiba mais sobre elas

A classe das aves possui mais de 9000 espécies sendo 5000 passeriformes. São animais de sangue quente, isto significa que a temperatura interna do corpo (cerca de 37,5 C) permanece constante, sem ter relação com a temperatura do ambiente.
Para isto, o organismo gasta energia, e o gasto só pode ser reduzido com uma boa isolação (penas, pêlos, gordura). O peso das aves varia muito: de menos de 28 gramas até mais de 135 quilos. De acordo com o ambiente em que vivem, também há variação de detalhes da estrutura do corpo.
Mas todas as aves têm em comum características que tornam possível o vôo, mesmo as aves que já perderam a capacidade de voar (os únicos pássaros que não voam são os pingüins, avestruzes, emas, casuares e quivis). A habilidade para o vôo está refletida nas características típicas dos pássaros:
Para isto, o organismo gasta energia, e o gasto só pode ser reduzido com uma boa isolação (penas, pêlos, gordura). O peso das aves varia muito: de menos de 28 gramas até mais de 135 quilos. De acordo com o ambiente em que vivem, também há variação de detalhes da estrutura do corpo.
Mas todas as aves têm em comum características que tornam possível o vôo, mesmo as aves que já perderam a capacidade de voar (os únicos pássaros que não voam são os pingüins, avestruzes, emas, casuares e quivis). A habilidade para o vôo está refletida nas características típicas dos pássaros:
- corpo aerodinâmico;
- membros anteriores modificados em asas;
- cavidades dos ossos preenchidas com ar;
- ausência de mandíbulas e dentes, sendo a mastigação realizada pela moela, situada atrás do estômago;
- digestão rápida, sem armazenamento de alimento;
- penas leves, que são estruturas mortas e impermeáveis. Assim, não é preciso haver vasos sanguíneos pesados para nutrí-las.
Além disso, as penas fornecem isolação térmica leve. As penas maiores estão nas asas - antebraços adaptados ao vôo. As penas estão implantadas nos ossos da mão (primárias) e do antebraço (secundárias).
As asas são movidas por músculos muito fortes (que dão 15% do peso da ave), ligados a ossos peitorais reforçados. As pernas servem como trem de pouso: o fêmur fica embutido no corpo, a tíbia e o perônio formam uma falsa coxa.
Ao contrário dos mamíferos, as aves têm olfato fraco, mas visão e audição agudas, que auxiliam na caça e no reconhecimento de indivíduos da mesma espécie. Por isso, existe o grande desenvolvimento de cantos e plumagens diferentes em cada espécie.
Finalmente, o cérebro das aves é mais desenvolvido que o dos répteis. As aves também têm atividades instintivas complexas: danças de acasalamento, construção de ninhos, criação de filhotes, migração. Mas, como os hemisférios cerebrais são poucos desenvolvidos, elas se adaptam menos que os mamíferos às alterações do ambiente.
Postado por Deyvid Lopes
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Aves
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Cão de Crista Chinês
Cão de Crista Chinês (Hairless)
Cão de Crista Chinês (Hairless)
País de Origem: China
Tamanho: Pequeno
Área de Criação: Pequena
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Moderada
HAIRLESS
Utilização: companhia
Tamanho: 28 a 33 cm para machos e 23 a 30 cm para fêmeas.
Peso: máximo de 5,5 quilos.
Aspectos Gerais: é um cão pequeno, de boa ossatura, elegante e gracioso.
Pelagem: o Hairless (sem pelo) possui quase todo o corpo sem pelo. O pelo aparece na cabeça (crista), na cauda (pluma) e nos jarretes, quartelas, pés e dedos (meias). O pelo é sedoso e brilhante, com qualquer comprimento. A cor pode ser qualquer uma ou com uma combinação delas.
Longevidade: 14 anos
Temperamento: é uma adorável companhia, se mostrando brincalhão e divertido.
POWDERPUFF
Utilização: companhia
Tamanho: 28 a 33 cm para machos e 23 a 30 cm para fêmeas.
Peso: máximo de 5,5 quilos.
Aspectos Gerais: é um cão pequeno, de boa ossatura, elegante e gracioso.
Pelagem: o Powderpuff (esponja de pó-de-arroz) tem pelagem dupla, macia e brilhante. O pelo é reto, de densidade e comprimento moderado. A cor pode ser qualquer uma ou uma combinação delas.
Longevidade: 14 anos
Temperamento: é uma adorável companhia, se mostrando brincalhão e divertido.
Existem duas variedades do Chinese Crested que diferem apenas pela pelagem: o Hairless (sem pelo) possui quase todo o corpo pelado. O pelo aparece na cabeça (crista), na cauda (pluma) e nos jarretes, quartelas, pés e dedos (meias). O pelo é sedoso e brilhante, com qualquer comprimento; e o Powderpuff (esponja de pó-de-arroz) tem pelagem dupla, macia e brilhante. O pelo é reto, de densidade e comprimento moderado. A cor pode ser qualquer uma ou uma combinação delas.
A origem da raça é pouco conhecida, mas alguns especialistas acreditam que o Cão de Crista Chinês, ou Chinese Crested (como também é conhecido) tenha sido desenvolvido a partir do Cão Pelado Africano. Utilizado pelos chineses em navios para acabar com os roedores que se encontravam a bordo, estes cães acabavam sendo comercializados nas cidades portuárias. Gravuras e pinturas europeias do século 19 mostram cães da raça em seus desenhos.
DA CHINA PARA O MUNDO Nos Estados Unidos, a raça passa a ser conhecida somente no final do século 19, quando a jornalista Ida Garret se interessa por raças peladas e começa a importar alguns destes cães. Somente em 1950, com a criação do Clube Americano dos Cães Pelados, são iniciados os registros dos cães da raça.
Postado por: Deyvid Lopes
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Raças de Cães
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Welsh Corgi Pembroke


Tamanho: Pequeno
Área de Criação: Pequena
Agressividade: Média
Atividade Física: Moderada
Utilização: pastoreio.
Tamanho: 25,4 a 30,5 cm.
Peso: 10 a 12 quilos.
Aspectos Gerais: é um cão de porte pequeno, baixo (pernas curtas) e longo (tronco comprido), mas de membros fortes. O pescoço é forte e a cabeça achatada é curta e as orelhas são eretas. Apesar do tamanho, é robusto, esperto e resistente, sem ser grosseiro.
Pelagem: dupla, densa e de comprimento médio. Os pelos são retos, mas nunca macios, ondulados ou muito duros. O subpelo é denso. As cores são: vermelha, fulvo encarvoado, fulvo, preta e castanho com ou sem manchas brancas nas patas, no antepeito e no pescoço. Pode ter um pouco de branco acima do nariz.
Longevidade: 10 a 12 anos.
Temperamento: agradável, afetivo, inteligente e sempre alerta.
As origens da raça são incertas, mas especialistas afirmam que o Cardigan não tem participação na sua formação. Acredita-se que os ancestrais diretos do Pembroke sejam cães semelhantes aos antigos Schipperkes. O fato é que os Cardigans e Pembrokes tinham características bem diferentes antigamente. Tempos depois, alguns Cardigans foram levados a Pembrokshire e cruzados com os antigos Pembrokes até que os cães da raça adquirissem as características atuais.
Sabe-se que o Corgi Pembroke é uma raça antiga, com origem por volta de 1806. Este cão de Pembrokeshire (Gales) é conhecido internacionalmente como o favorito da rainha Elizabeth II. Apesar do tamanho reduzido, o Welsh Corgi Pembroke é um cão forte e de latido alto. É ainda inteligente, curioso, agradável, afetivo e alerta, se mostrando um excelente cão de guarda quando o assunto é o lar e a família.
Postado por: Deyvid Lopes
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Raças de Cães
Bulldog Inglês


Tamanho: Pequeno
Área de Criação: Pequena
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Baixa
Utilização: companhia
Tamanho: 31 a 36 kg
Peso: 25 quilos para machos e 23 quilos para fêmeas
Aspectos Gerais: corpo compacto, sólido, baixo e quadrado, dando impressão de força e decisão. Quando anda, seus movimentos são semelhantes a um rebolado.
Pelagem: pelo baixo e rente ao corpo, curto, brilhante e liso. Apresenta tonalidade de vermelho, tigrado, branco ou com manchas brancas em qualquer uma das cores. A máscara e o focinho podem ser pretos.
Longevidade: 8 a 10 anos
Temperamento: dócil, tranquilo e companheiro.
Criado na Inglaterra, no século 16, para combates sangrentos com touros, o Bulldog era mais alto e musculoso em sua origem. A mandíbula bem desenvolvida foi um fator importante para que os exemplares da época ganhassem as lutas prendendo o pescoço e as narinas dos touros. Com a proibição das lutas, no século 19, passaram a ser utilizados em rinhas entre cães. Até chegar ao tipo atual, o Bulldog passou por muitos cruzamentos.
Especialistas acreditam que o Mastiff e o Pug foram algumas das raças que contribuíram para o desenvolvimento do Bulldog de hoje.
Em 1877, a raça participou da primeira competição de beleza. A partir daí a criação do Bulldog como animal de estimação teve um amplo crescimento, principalmente nos EUA. Nesta época, a raça já tinha suas características físicas e comportamentais bem definidas, sem qualquer traço de agressividade.
É um cão quieto, dificilmente late, e seria silencioso se não fossem os roncos e barulhinhos esquisitos que ele faz ao respirar.
Com crianças o comportamento de um Bulldog é ainda mais especial, passando tranquilidade e confiança, sem nunca colocá-las em situação de perigo. Embora goste muito de colo e da proximidade do dono, não é um cão ativo, Aliás, é um tanto preguiçoso, independente e teimoso: faz sempre o que quer e na hora que quer.
Postado por: Deyvid Lopes
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Raças de Cães
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Adestramento Inteligente: saiba como ensinar seu melhor amigo com carinho e respeito

Xixi fora do lugar, móveis destruídos e demonstrações de agressividade são reclamações comuns entre os donos de pets. E mesmo diante destes problemas, aparentemente sem solução, há quem ainda resista em contar com a ajuda de um adestrador, por acreditar que o adestramento pode ser penoso para o animal.
Alguns métodos de adestramentos, realmente, utilizam técnicas baseadas em punições, mas no Adestramento Inteligente, ao invés de provocar desconforto, o animal é induzido ao acerto, recebendo recompensas por suas atitudes corretas, o que faz com que o pet assimile o aprendizado mais rápido e tenha prazer em obedecer.
Com recompensas como petiscos, brinquedos e carinho, que são chamados de reforço positivo, fica muito mais fácil e divertido ensinar os animais e até mesmo prevenir e corrigir alguns distúrbios de comportamento. O que você acha que seu cão prefere: levar broncas quando faz xixi no lugar errado ou receber muito carinho, atenção e petiscos quando fizer suas necessidades no lugar correto?
Grande parte dos problemas comportamentais podem ter sua origem devido a uma falha de comunicação entre os donos e seus animais de estimação. Nestes casos, o Adestramento Inteligente pode ser uma ferramenta muito eficaz para “decifrar” o que nossos animais pensam e entender como e por que eles se comportam de determinadas maneiras, corrigindo, consequentemente, muitas atitudes indesejadas. E, diferente do que muitos imaginam, o adestramento não consiste somente em comandos e apresentações de truques.
A técnica, quando bem aplicada, ensina sim ao animal a se portar da maneira desejada, mas, principalmente, orienta seu dono como compreender o animal para assim ser compreendido. O método pode ser aplicado em cães já a partir de 50 dias de vida e não tem limite de idade. Se você tem um cachorro velhinho, ele também pode aprender. Outras espécies como gatos e aves também podem ser treinados com a ajuda do Adestramento Inteligente.
Adestrar de forma inteligente não é ordenar e esperar ser obedecido por meio de repreensões e castigos. O adestramento deve ensinar o dono a se comunicar e interagir com seu animal de estimação. Métodos com técnicas aplicadas com amor e respeito promovem não só um aprendizado mais eficiente e prazeroso, mas também uma relação mais harmoniosa entre você e seu melhor amigo.
Alguns métodos de adestramentos, realmente, utilizam técnicas baseadas em punições, mas no Adestramento Inteligente, ao invés de provocar desconforto, o animal é induzido ao acerto, recebendo recompensas por suas atitudes corretas, o que faz com que o pet assimile o aprendizado mais rápido e tenha prazer em obedecer.
Com recompensas como petiscos, brinquedos e carinho, que são chamados de reforço positivo, fica muito mais fácil e divertido ensinar os animais e até mesmo prevenir e corrigir alguns distúrbios de comportamento. O que você acha que seu cão prefere: levar broncas quando faz xixi no lugar errado ou receber muito carinho, atenção e petiscos quando fizer suas necessidades no lugar correto?
Grande parte dos problemas comportamentais podem ter sua origem devido a uma falha de comunicação entre os donos e seus animais de estimação. Nestes casos, o Adestramento Inteligente pode ser uma ferramenta muito eficaz para “decifrar” o que nossos animais pensam e entender como e por que eles se comportam de determinadas maneiras, corrigindo, consequentemente, muitas atitudes indesejadas. E, diferente do que muitos imaginam, o adestramento não consiste somente em comandos e apresentações de truques.
A técnica, quando bem aplicada, ensina sim ao animal a se portar da maneira desejada, mas, principalmente, orienta seu dono como compreender o animal para assim ser compreendido. O método pode ser aplicado em cães já a partir de 50 dias de vida e não tem limite de idade. Se você tem um cachorro velhinho, ele também pode aprender. Outras espécies como gatos e aves também podem ser treinados com a ajuda do Adestramento Inteligente.
Adestrar de forma inteligente não é ordenar e esperar ser obedecido por meio de repreensões e castigos. O adestramento deve ensinar o dono a se comunicar e interagir com seu animal de estimação. Métodos com técnicas aplicadas com amor e respeito promovem não só um aprendizado mais eficiente e prazeroso, mas também uma relação mais harmoniosa entre você e seu melhor amigo.
Postado por: Deyvid Lopes
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Informações sobre cães
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
NOME CIENTÍFICO DOS ANIMAIS
- Abelha - Apis mellifera scutellata
- Ácaro da Sarna - Sarcoptes scabei
- Águia chilena - Geranoaetus melanoleucus
- Águia cinzenta - Harpyhaliaetus coronatus
- Águia dourada - Aquila chrysaetus
- Albatroz - Thalassarche melanophris
- Alce - Alces alce
- Anta - Tapirus terrestris
- Antrax (bacilo do) - Bacillus anthracis
- Aranha caranguejeira - Grammostola mollicoma
- Aranha marrom - Loxosceles spp.
- Araponga - Procnias nudicollis
- Arara vermelha - Ara macao
- Aratu - Aratus pisoni
- Asno - Equus asinus
- Avestruz - Struthio camelus
- Bacilo do tifo - Salmonella tiphosa
- Baleia azul - Baleanoptera musculus
- Barata - Blatta orientalis
- Beija-flor - Hylocartis cyanus
- Bem-te-vi - Pitangus sulfuratus
- Bicho-da-seda - Bombyx mori
- Bicho-preguiça - Choloepus didactilus
- Borboleta - Chaetodon spp.
- Búfalo - Bubalus bubalis
- Bugio preto - Alouatta caraya
- Cabra - Capra hircus
- Cágado - Hydro medusa
- Calango - Ameiva ameiva
- Camaleão - Iguana iguana
- Camelo - Camelus bactrianus
- Cão - Canis familiaris
- Capivara - Hydrochaeris hydrochaeris
- Caranguejo uça - Ulcidis cordatus
- Cardeal - Paroaria coronata
- Carneiro - Ovis aries
- Carpa - Cyprinus carpio
- Carrapato - Amblyomma spp.
- Cascavel - Crotalus durissus
- Castor - Castor canadensis
- Cavalo - Equus caballus
- Chacal - Canis aureus
- Chimpanzé - Anthropopithecus troglodites
- Chupim - Molothus bonariensis
- Cigarra - Quesada gigas
- Cisne - Cygnus spp.
- Civeta - Viverra civeta
- Coala - Phascolarctos cinereus
- Cobaia - Cavia porcellus
- Cobra-cega - Siphonops annulatus
- Coelho - Orictolagus cuniculus
- Condor - Vultur gryphus
- Corvina - Micropogonias furnieri
- Corvo (americano) - Corvus brachyrhynchos
- Crocodilo - Crocodylus spp.
- Curimbatá - Prochilodus lineatus
- Dourado - Salminus spp.
- Dragão de comodo - Varanus komodoensis
- Elefante - Elefas maximus
- Ema - Rhea americana
- Esquilo - Sciurus vulgaros
- Foca - Phoca faciata
- Gafanhoto - Schistocerca spp.
- Galinha d'Angola - Numida meleagris
- Galinha - Gallus spp.
- Gambá - Didelphis spp.
- Ganso - Anser domesticus
- Garoupa - Epinephelus spp.
- Gato - Felis domesticus
- Gato-do-mato - Felis wiedii
- Gavião - Micrastur ruficollis
- Gavião-quiriquiqui - Chercheis sparverius eidos
- Girafa - Giraffa camelopardis
- Golfinho - Delphinus delphis
- Gorila - Gorilla gorilla
- Gralha - Cyanocorax spp.
- Guará (ave) - Guara rubra
- Guará (lobo) - Chrysocyon brachyurus
- Hamster - Mesocricetus auratus
- Hipopótamo - Hippopotamus amphibius
- Homem - Homo sapiens sapiens
- Jaburu - Jabiru mycteria
- Jabuti - Geochelone carbonaria
- Jacaré - Caiman crocodilus
- Jacutinga - Pipile jacutinga
- Jaguatirica - Felis pardalis
- Jararaca - Bothrops jararaca
- João-de-Barro - Furnarius rufus
- Jobóia - Boa constrictor
- Lagartixa - Phyllopezus pollicaris
- Lagarto - Tupinambis teguixin
- Lambari - Astyanax fasciatus
- Leão - Panthera leo
- Lebre (tapiti) - Sylvilagus brasiliensis
- Leopardo - Panthera pardus
- Lhama - Lama glama
- Libellula - Libellula spp.
- Lince - Felis lynx
- Lobo - Canis lupus
- Lombriga - Ascaris lumbricoides
- Lontra - Lutra longicaudis
- Lula - Loligo brasiliensis
- Mão-pelada - Procyon spp.
- Marreco - Anas penelope
- Mico-amarelo - Cebus libidinosus
- Mico-leão - Leontopithecus rosalia
- Mico-preto - Cebus niger
- Mico-ruivo - Cebus robustus
- Mosquito da Dengue - Aedes aegypt
- Namorado (peixe) - Pseudopercis numida
- Onça - Panthera onca
- Orangotango - Pongo pygmaeus
- Ostra japonesa - Crossaostra gigas
- Ostra - Ostrea virginica
- Paca - Agouti paca
- Pacu - Piaractus mesopotamicus
- Panda Gigante (urso) - Ailuropoda melanoleuca
- Papagaio - Psitacus erithacus
- Pato - Anas Platyrhynchos
- Pavão - Pavo cristatus
- Peixe-espada - Trichiurus lepturus
- Peru - Meleagris gallopavo
- Pica-pau - Picumnus spp.
- Pingüim - Aptenodytes forsteri
- Pintado - Pseudoplatystoma coruscans
- Piolho - Pediculum humanus
- Piranha - Pygocentrus piraya
- Pirarocu - Arapaima gigas
- Polvo - Octopus spp.
- Pombo - Columba livia
- Porco - Sus scrofa
- Porco-do-mato - Tayassu tajacu
- Protozoário (Chagas) - Tripanossoma cruzi
- Pulga - Pulex irritans
- Pulgão - Toxoptera spp.
- Puma - Felis concolor
- Quero-quero - Vanellus chilensis
- Rã - Rana spp.
- Raposa - Vulpes vulpes
- Rato - Ratus ratus
- Rinoceronte - Rhinoceros unicornis
- Robalo - Centropomus spp.
- Sabiá - Saltator coerulescens
- Sagüi - Saguinus spp.
- Salmão - Salmo salar
- Sapo cururu - Bufo marinus
- Sapo - Bufo spp.
- Saracura - Aramides saracura
- Saracura - Rallus maculatus
- Sardinha - Sardina pilchardus
- Saúva (formiga) - Atta sexdens
- Tamanduá - Mirmecofaga tridactila
- Tatu - Tolipeutes matacus
- Tico-tico - Zonotrichia capensis
- Tigre - Panthera tigris
- Touro, vaca - Bos taurus
- Traira - Hoplias malabaricus
- Tucano - Ramphastus tucanus
- Tucunaré - Cichla ocellaris
- Uirapuru - Cyphorhinus aradus
- Urso - Ursus spp.
- Urubu - Coragyps spp.
- Urubu rei - Sarcorhamphus papa
- Urutu - Bothrops alternata
- Veado - Mazama spp.
- Veado mateiro - Mazama americana
- Vespa - Polistes gallicus
- Xexéu - Cacicus cela
- Zebra - Equus burchelli
- Zorrilho - Conepatus chinga
Postado por Deyvid Lopes
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Curiosidades
domingo, 22 de agosto de 2010
Adotar um cão. Saiba mais antes de adotar.
Caso seu cão tenha morrido de doeça contagiosa, espere antes de adquirir outro, pois você poderá estar condenando seu novo amigo à morte.
Algumas doenças ficam no ambiente onde o animal vivia, às vezes por muitos meses. Portanto, se você teve algum animal morto ou doente por moléstia contagiosa, converse com seu veterinário, antes de adquirir um outro mascote, principalmente se este for um filhote ou ainda não vacinado.
Doenças contagiosas mais comuns e como desinfetar o ambiente.
Algumas doenças ficam no ambiente onde o animal vivia, às vezes por muitos meses. Portanto, se você teve algum animal morto ou doente por moléstia contagiosa, converse com seu veterinário, antes de adquirir um outro mascote, principalmente se este for um filhote ou ainda não vacinado.
Doenças contagiosas mais comuns e como desinfetar o ambiente.
Parvovirose
- É um dos virus mais resistentes, podendo ficar no ambiente por meses e até por anos.
- A desinfecção do local só é conseguida com o uso freqüente e continuado de água sanitária - 1 vez por semana, durante 1 mes
Coronavirus
- é pouco resistente, podendo ser destruído por desinfetantes comuns; mas como às vezes não é realizado o diagnóstico diferencial entre ele e o parvovirus, aconselhamos a desinfecção do ambiente da mesma forma como a feita para o parvovirus
Cinomose
- o virus não é resistente aos desinfetantes comuns. Em locais de clima quente o virus não sobrevive nem por uma semana no ambiente, após o animal infectado ter sido retirado. Nos climas mais frios ele pode permanecer por algumas semanas.
Hepatite infecciosa canina
- pode sobreviver no ambiente desde por apenas alguns dias até meses, de acordo com o clima, ele é mais sensível ao calor.
- devemos queimar o ambiente uma vez por semana , durante 1 mês para conseguirmos a morte do virus.
Parainfluenza
- não sobrevive por muito tempo no ambiente, sendo destruído pelos desinfetantes comuns, com limpezas duas vezes por semana, por 2 semanas.
Raiva
- não resiste ao calor e aos desinfetantes comuns.
Postado por Deyvid Lopes
sábado, 21 de agosto de 2010
Como ensinar seu cão a fazer as necessidades no local correto

Uma das principais dúvidas de quem acabou de adquirir um filhote, é como ensinar o local correto para que ele faça as necessidades. Por incrível que pareça, muita gente ainda adota o método de esfregar o focinho do cão no xixi, dar bronca ou conversar com o cachorro sobre onde ele deveria fazer... Só que isto não funciona! Ao contrário, já que o animal pode ficar com medo de fazer xixi na frente do dono ou, ainda por cima, fazer no local errado só para chamar atenção. Cães adoram a atenção do dono! Por isso, no começo, o dono deve valorizar o xixi correto, dando recompensas como petiscos e fazendo festa para quando o cão acerta, no exato momento em que o ato ocorre.
Parece fácil... Mas muita gente se pergunta: como vou saber quando ele vai fazer? Filhotes ainda não conseguem segurar o xixi por muito tempo. Por isso, o dono deve levá-lo ao banheirinho (jornal, tapete higiênico etc.) de hora em hora, principalmente logo depois que ele acordou depois de tirar um soneca ou logo após comer ou beber água. Coloque o cão em cima do local e espere por alguns minutos. Bem na hora que ele fizer, dê um petisco e faça uma festa, diga “muito bem!”. Se não fizer, fique com ele no colo por mais alguns minutos – no colo eles não fazem – até que fique um pouco mais apertado. Passado o tempo, leve-o ao banheiro novamente, recomeçando o processo. Cães que estão acostumados a usar caixa de transporte como sua casinha podem ficar dentro dela ao invés de estar no colo.
Geralmente, os cãezinhos não fazem as necessidades onde comem nem onde dormem. Por isso, a disposição das coisas é muito importante. Coloque o banheiro na periferia do cômodo. Deixe a caminha, água e comida perto da porta, onde as pessoas aparecem. É o local onde ele vai preferir dormir e ficar esperando as pessoas chegarem. De qualquer forma, é legal o dono colocar várias opções de banheiros pela casa nesta fase inicial, para dar maior chance de o cão acertar e ser recompensado.
E o que fazer quando ele errar? Não dê atenção, finja que nada aconteceu. Depois de um tempo, leve o seu cão calmamente para outro cômodo da casa e limpe a sujeira sem que ele veja. Como foi dito, o cachorro gosta de atenção, por isso é preciso ignorar quando ele errar, durante o processo de aprendizagem. Valorize o xixi no local correto ao invés de se estressar quando ele erra. Se der bronca, o animal vai aprender que não pode fazer as necessidades na frente das pessoas e passará a fazer escondido. Então, cuidado!!! Não prenda o cão no banheiro e não o deixe de castigo!Atenção: broncas só podem ser dadas quando o cão já sabe onde é o local correto. Só é possível ter certeza disto quando o cachorro já acerta a maioria das vezes e vem correndo pegar o petisco e eventualmente errar. Se isto já estiver ocorrendo, o dono pode dar uma bronca – um desconforto com spray de água ou fazer um barulho chacoalhando uma lata com moedas – bem na hora, caso o cão esteja fazendo em local errado.
É importante lembrar que este treinamento também serve para cães adultos. A diferença é que eles já vêm com algumas preferências e ainda conseguem segurar o xixi por mais tempo do que os filhotes. O mais importante é ter bastante paciência durante todo o processo.
Postado por Deyvid Lopes
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