sexta-feira, 30 de abril de 2010

Febre aftosa



Os criadores concluíram nesta sexta-feira dia 30 de Abril o trabalho de imunizar o rebanho contra a aftosa. Nos últimos dias, nós acompanhamos esse serviço nas fazendas.

Depois de concluída a vacinação os produtores têm de notificar a Secretaria da Agricultura. Isso deve ser feito até o dia 15 de maio. Com a nota fiscal de compra das vacinas em mãos eles devem se dirigir à uma unidade da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária.

Quem deixa de fazer a declaração pode pagar caro. “A multa varia de R$ 60,00 a R$ 1,5 mil”, avisou Flávio Pontes, técnico agropecuário.

Além da multa, os animais que não forem vacinados e não tiverem a documentação não podem transitar entre municípios, participar de feiras e serem vendidos ou abatidos.

Agora em abril, outros Estados brasileiros cumpriram a primeira etapa da vacinação do rebanho contra a febre aftosa. Em Mato Grosso do Sul foram vacinados os animais da Zona de Alta Vigilância, na região da fronteira com o Paraguai.

Em Rondônia, considerado área livre de aftosa com vacinação, a campanha começou no meio de abril e ainda vai até o dia 15 de maio.

Na região Norte, também vacinou em abril o Estado de Roraima, que tem situação de risco desconhecido.

No Nordeste, vacinaram Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Os três Estados são considerados áreas de risco médio.

A meta de Pernambuco é passar do status de médio risco para a classificação de área livre de aftosa com vacinação. “Para isso, o produtor precisa continuar vacinando mais de 90% do rebanho do Estado, nós terminarmos a implantação do sistema eletrônico em todos os municípios do Estado de Pernambuco e realizar a sorologia que está marcada para o segundo semestre deste ano”, explicou Erivânia Camêlo, gerente geral da Adagro, Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária.

Fonte: www.globo.com/globorural

Postado por: Deyvid Lopes

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Pastor Alemão


Ele tem porte de vigilante e parace estar atendo o tempo todo. O Pastor Alemão, que até 1931, para evitar lembranças da primeira guerra mundial, era chamado de Pastor da Alsácia, ganhou o carinho dos criadores no Brasil e , ainda hoje, é uma das raças mais comercializadas no país. A nossa polícia o utiliza como apoio em suas operações nos aeroportos e na busca de foragidos e pessoas desaparecidas, o que lhe rendeu a fama de cão policial.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
- O pastor alemão é um cão de porte médio e mede entre 55 a 65 cm de altura.
- Possui orelhas de tamanho médio, voltadas para cima.
- O focinho do pastor alemão é comprido.
- A calda é longa e com grande quantidade de pêlos.
- A cor mais comum é marrom claro com macha preta nas costas.

COMPORTAMENTO E TEMPERAMENTO
- O pastor alemão é de uma raça fácil para ser adestrada, pois é muito inteligente.
- Muito utilizado como cão de guarda.
- Muito ágil, rápido e esperto.
- Tem um olfato bem desenvolvido, sendo utilizado no resgate de corpos soterrados ou para procurar drogas ou armas.
- Quando bem adestrado é muito obediente.
- Tem facilidade para aprender comandos e orientações em treinamentos específicos.
- O pastor alemão é um excelente cão para companhia.
- Possui um latido prolongado. Importante para avisar que algo de errado está acontecendo.
- Diante destas qualidades é muito utilizado pelas polícias em diversos países.
Preço médio com pedigree - R$ 650,00 a R$ 1500,00
Preço médio sem pedigree - R$ 150,00 a R$ 300,00
Postado por: Deyvid Lopes

Confirmado um caso de mormo em uma égua no Distrito Federal




Como já tinhamos dito na postagem feita recentemente pela Josiane Breder, o mormo é uma doença respiratória infecciosa transmitida por uma bactéria que provoca febre, corrimento de secreção nas narinas e feridas no pescoço e cabeça do animal.


Postado por: Natalia Mayrinck e Josiane Breder

Células-tronco reduzem dores e curam lesões de animais




No interior de São Paulo, gatos recebem células-tronco para melhorar de certas doenças. O tratamento também ajuda para fazer os animais voltarem a se alimentar. Em cavalos, os membros se recuperam.




Postado por: Natalia Mayrinck e Josiane Miranda Breder

Veterinária explica os cuidados para adotar um bichinho






Postado por: Natalia Mayrinck e Josiane Miranda Breder

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Animais silvestres

Ararinha Azul

A depredação do meio ambiente e o consumo de animais silvestres vem causando a destruição de populações inteiras de animais pelo país, além da extinção de inúmeras espécies.

O costume de conviver com animais silvestres no Brasil – país reconhecido mundialmente pela exuberância de sua fauna e flora – data de tempos imperiais. Mas esse hábito de conviver com bichos que deveriam permanecer em nossas matas e florestas tem conseqüências trágicas.

Para se ter um louro na gaiola, desejo estimulado hoje em dia até mesmo por parte da grande mídia, outros noves morrerão durante o processo de captura, transporte e venda no comércio ilegal. Mantidos em locais inadequados, alimentados e manuseados por pessoas sem noção de sua fragilidade e necessidades primordiais, eles não resistem.

Mesmo quando o bicho é comprado em um petshop ou loja regulamentada, não se terá a certeza de que, em alguma fase, não tenha sido “esquentado” pela máfia dos traficantes de animais, que envolve desde crianças que vendem pássaros em beira de estrada, até grandes esquemas internacionais.

Para piorar, ao chegarem em seus destinos finais, ou seja, a casa do consumidor, começam novos problemas. Os animais serão condenados a passar a vida atrás de gaiolas, em espaços exíguos, muitas vezes sendo criados por sem conhecimentos sobre suas necessidades mais básicas e/ou incapaz de supri-las.

O Tráfico só existe por que há quem compre os animais

O costume de conviver com animais silvestres no Brasil data de tempos imperiais, com conseqüências trágicas. Segundo a SOS Fauna – ong que atua na repressão e em auxílio aos animais vítimas do tráfico, o sofrimento é contínuo. “Luzes permanentemente acesas para não haver a queda de metabolismo, estado de alerta constante, queda de temperatura ambiente costumam ser as condições enfrentadas pelos animais no transporte aos grandes centros urbanos, viagens estas que podem durar até 3 dias”.

De acordo com o 1º Relatório Nacional sobre o Tráfico de Animais Silvestres da Renctas, a comercialização em pet shops é “o fator que mais incentiva o tráfico de silvestres no Brasil”. Segundo o estudo, são quase 38 milhões de espécimes retiradas de seu habitat por ano. Desse número, apenas 10% chegará ao destino final. Quando apreendidos pela fiscalização, os animais geralmente estão em péssimas condições, alguns já mortos, maltratados, com fome, sede e frio. Outros são ainda anestesiados para que pareçam dóceis e mansos (principalmente no caso de mamíferos).

A deficiência desses setores em acolher e abrigar de forma adequada os milhares de animais vítimas do tráfico somam-se às dificuldades do poder público em fiscalizar, patrulhar e combater a apanha e o comércio ilegal da fauna silvestre. Nas fronteiras, zonas de mata, aeroportos, feiras livres, pet shops ou nas estradas que cortam o país, os meios utilizados pelo tráfico vão do mais rústico e banal até o esquema de quadrilhas organizadas, que movimentam milhões de reais.

A lei permite

O comércio de animais silvestres é normatizado pela portaria nº 117/97 e a sua criação pelas portarias nº 118/97 e 102/98 (vide abaixo texto na íntegra). O Estado “normatiza o funcionamento de criadouros de animais da fauna silvestre brasileira com fins econômicos e industriais, com exceção apenas os peixes, invertebrados aquáticos, jacaré-do-pantanal - Caiman crocodilus yacare, tartaruga-da-amazônia - Podocnemys expansa, tracajá - Podocnemys unifilis, insetos da ordem Lepdoptera”. Ou seja, todas as demais espécies não citadas por estas portarias e que não forem tratadas em outras específicas estarão liberadas para a comercialização.


O poder de transformar está em nossas mãos

Para que ocorra uma mudança neste caótico quadro é necessária uma tomada de consciência e atitude. Não comprar animais silvestres já é um grande avanço, mas não basta. É preciso que o cidadão, consciente de seu papel em uma sociedade democrática, exija do Estado políticas públicas que atuem na origem dos problemas. Em uma questão de tal magnitude e gravidade, os governos Federal e Estaduais ignoram ou reservam verbas pífias para a educação, o treinamento de agentes, a fiscalização e a repressão na origem.

A fauna silvestre, um de nossos maiores patrimônios, está sendo exterminada. Enquanto isso, os órgãos competentes se perdem em uma legislação inoperante e evasiva, com uma política para o setor que não combate a raiz do problema, além da corrupção e a falta de preparo de alguns profissionais.

Cumpra o seu papel! Denuncie à linha verde do Ibama (0800-618080) os casos de trafico ou comércio ilegal de animais silvestres (transporte, vendas em beira de estradas, feiras livres, criadouros ou pet-shops sem autorização ou documentação exigida pela lei).

Denunciar não basta.
Envie e-mail para o Ibama, Conama e para os integrantes das Câmaras Técnicas exigindo mudanças na política ambiental brasileira. Se preferir, utilize o modelo abaixo

Prezados Senhores,

Eu, ________________________________, venho por meio desta manifestar minha insatisfação diante da atual política ambiental brasileira, sobretudo a atenção dada à questão dos animais silvestres.
Como cidadão brasileiro(a), exijo que os órgãos responsáveis pela proteção de nossa fauna coloquem em prática uma política efetiva de combate ao tráfico dos animais silvestres em sua origem.

Medidas como a recente proposta de resolução encaminhada pelo Ibama ao Conama, contemplam a destinação dos animais apreendidos — com o risco de estimular o consumo – mas não coíbem a ação dos traficantes, o transporte e o comércio ilegal.

Baseado em trabalhos de organizações que atuam no combate ao tráfico, e que apontam a venda em pet shops como estímulo ao consumo dos animais silvestres e uma frente a mais de demanda para o confuso o ineficiente sistema de fiscalização, também repudio a disseminação desta modalidade de comércio.

Atenciosamente,

(E-mails dos órgãos ambientais e dos Integrantes das Câmaras Técnicas)


Ibama:

Procuradoria Geral – proge.sede@ibama.gov.br
Linha Verde – linhaverde.sede@ibama.gov.br

Conamaconama@mma.gov.br

Integrantes da Câmara Técnica de Biodiversidade, Fauna e Recursos Pesqueiros:

felipe.diniz@mma.gov.br; cassio.sesana@mma.gov.br; nogueira-neto@uol.com.br; ehofling@ib.usp.br; marcilio.caron@terra.com.br; jamuller@furb.br; eugeniomsc@rn.gov.br; joels@mct.gov.br; marcelo@seap.gov.br

Integrantes da Câmara Técnica de Assuntos Jurídicos:

cassio.sesana@mma.gov.br; denise.fernandes@mma.gov.br;
planet-bem@uol.com.br; gdallapria@cni.org.br;
semma@goiania.go.gov.br; mogata@semarh.ba.gov.br;
romeuarruda@semace.ce.gov.br; sebastiao.azevedo@ibama.gov.br;
byron.costa@mj.gov.br


Postado por : Natália Mayrinck

Animais de produção


Enquanto o homem se alimentar de carne ou utilizar produtos como leites e ovos, animas serão criados, transportados e abatidos.

Leishmaniose

Entre os mais utilizados para estes fins estão galinhas, vacas e porcos, espécies que formam as maiores populações de animais do planeta em interação direta com o homem, tornando essa a área de maior potencial de sofrimentos para os bichos.


No Brasil, o número de animais em granjas, pastos e similares está na casa dos bilhões, assim como na China e nos Estados Unidos, alguns dos maiores produtores mundiais.

Tradicionalmente, a pecuária leva em conta apenas os paradigmas econômicos, com produções em larga escala, onde o animal é despojado de sua condição de ser vivo complexo e sensível, podendo ser mantido em situações degradantes.

Leishmaniose A conquista do bem-estar dos animais de produção é uma questão cada vez mais premente em nossa sociedade. Acredito que prevenir, reduzir ou acabar com o sofrimento destas imensas populações são passos necessários na evolução dos preceitos éticos e humanitários de Leishmaniosenossa civilização.

Em 1979, o Conselho de Bem-Estar dos Animais de Produção (FAWC - sigla em inglês) definiu as Cinco Liberdades. Veja abaixo esses princípios com comentários e consideraçãoes da Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA) em cinza:

- Livre de fome e sede;
pelo acesso constante à água e a uma dieta que mantenha sua saúde e vigor integrais.

- Livre de desconforto;
pelo fornecimento de um meio ambiente apropriado com abrigo e área de descanso confortáveis.

- Livre de dor, ferimentos e outras ameaças à sua saúde;
pelo prevenção ou a rapidez no diagnóstico e tratamento.

- Livre para expressar seu comportamentos natural;
pelo fornecimento de espaço suficiente, instalações apropriadas e a companhia de outros animais da sua espécie.

- Livre de medo e estress;
pela manutenção de condições de tratamento que evitem sofrimentos mentais e psicológicos.






Postado por : Natália Mayrinck

Cirurgia inédita - Primeiro joelho artificial em gato.



Imagem 1 - Missy, de 8 anos: implante pioneiro.
Imagem 2 - Joelho artificial: duas peças articuladas por um parafuso.
Em outubro, na Inglaterra, a gata Missy, de 8 anos, milagrosamente sobreviveu a um atropelamento. Teve, porém, o joelho de uma perna traseira deslocado, com os ligamentos fragmentados e inutilizados. A solução tradicional, em casos assim, é amputar a perna. Mas isso não iria funcionar com Missy porque a outra perna traseira teve oito fraturas e não suportaria ser o único ponto de apoio. Sacrificá-la era a opção que restava. Ou, então fazer um implante de joelho artificial. Apesar de a possibilidade nunca ter sido antes testada em gato, foi essa a escolha dos donos de Missy.
O trabalho foi feito pelo cirurgião veterinário Dr. Noel Fitzpatrick, responsável pela clínica Fitzpatrick Referrals, especialista em ortopedia e neurocirurgia de pequenos animais, localizada próxima a Londres, em Surrey.
Em cerca de seis semanas de pós-operatório, Missy tinha se recuperado bem. "Missy agora brinca e corre em volta da casa normalmente, muito feliz, com movimentos normais - nem parece que está com um implante".
Postado por: Deyvid Lopes

Akita Americano (Grande Cão Japonês)


O Akita Americano, anteriormente conhecido como Grande Cão Japonês, é uma dissidência da raça Akita. Foi desenvolvido nos Estados Unidos e descende dos Akitas japoneses levados para lá após a Segunda Guerra Mundial, misturados com cães de outras raças, principalmente com o Pastor Alemão.Em 5 de Janeiro de 2006, esta raça voltou a ser conhecida como Akita Americano, de acordo com o Padrão FCI 344, de 05/01/2006.
Características
Akita Americano é um cão com uma estrutura superior à do Akita Inu. O Akita Americano é um cão inteligente, extremamente fiel e que de fato não gosta de receber ordens de estranhos. É uma raça em que os Machos são dominantes, ou seja, necessitam, desde pequenos, perceber quem é o líder. É um cão Dócil, Meigo, ladra pouco (Só ladra quando pressente perigo ou Ameaça ao seu Território), e é um cão extremamente sociável, sendo por vezes bastante desconfiado.
País de Origem: Japão
Tamanho: Grande
Área de Criação: Grande
Agressividade: Média
Atividade Física: Moderada
Peso: 35 a 50 quilos
Tamanho: 66 a 71 cm para machos e 61 a 66 cm para fêmeas.
Longevidade: 10 a 12 anos.
Temperamento: inteligente, corajoso, dócil, amistoso, fiel e receptivo.
Postado por: Deyvid Lopes

MORMO



O Mormo ou lamparão, é uma doença infecto-contagiosa dos eqüídeos, causada pelo Burkholdelia mallei, que pode ser transmitida ao homem e também a outros animais. Manifesta-se por um corrimento viscoso nas narinas e a presença de nódulos subcutâneos, nas mucosas nasais, nos pulmões, gânglios linfáticos, pneumonia, etc. No Brasil, felizmente, embora tenham sido constatadas reações positivas, ainda não se comprovaram casos desta enfermidade.
Os animais contraem o mormo pelo contato com material infectante do doente:

  • pús;
  • secreção nasal;
  • urina ou fezes.

O agente da doença penetra por via digestiva, respiratória, genital ou cutânea, sendo esta última só por alguma lesão. Quando penetra no organismo, em geral, o germe cai na circulação sangüínea e depois alcança os órgãos, principalmente os pulmões e o fígado.
O peíodo de incubação é de aproximadamente de 4 dias mas, pode variar bastante.

SINTOMAS - O mormo apresenta forma crônica ou aguda, esta mais freqüente nos asininos. Os animais suspeitos devem ser isolados e submetido à prova de maleina sendo realizada e interpretada por Médico Veterinário. A mortalidade desta doença é muito alta.
A forma aguda é assim caracterizada:
febre de 42ºC, fraqueza e prostação;
aparecimento de pústulas na mucosa nasal que se trasnformam em úlceras profundas e dão origem a uma descarga purulenta, inicialmente amarelada e depois sanguinolenta;
há entumecimento ganglionar, e o aparelho respiratório pode ser comprometido, surgindo dispnéia.
A forma crônica se localiza na:

  • pele;
  • fossas nasais;
  • laringe;
  • traquéia;
  • pulmões, porém de evolução mais lenta;
  • pode mostrar também localização cutânea semelhante à forma aguda, porém mais branda.

PROFILAXIA - Deve ser realizado as seguintes medidas:
notificação imediata à autorização sanitária competente;
isolamento da área onde foi observada a infecção;
isolamento dos animais suspeitos como resultado da prova de maleína e sacrifício dos que reagiram positivamente à mesma prova repetida após dois meses;
cremação dos cadáveres no próprio local e desinfecção de todo o material que esteve em contato com os mesmos;
desinfecção rigorosa dos alojamentos;
suspensão das medidas profiláticas somente três meses após o último caso constatado.

TRATAMENTO - Os produtos usados devem ser a base de sulfas, principalmente sulfadiazina e sulfatiazol ou sulfacnoxalina ou cloranfenicol e outros, em forma de grupos antibióticos.

Postado por: Josiane Miranda Breder