sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
O Natal está chegando. Com ele nossas esperanças, nossos novos sonhos. Que nossas esperanças estejam sempre vivas, e que nossos sonhos tornem-se realidade. E que neste Natal o amor, a fé e a esperança estejam presentes em cada um de nós, que a cada novo dia do ano que está para começar estejamos iluminados. Feliz Natal, para você e a todos os seus familiares.
UM ABRAÇO DA EQUIPE VETERINÁRIA!!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Principais doenças que acomentem cães e gatos
Parvovirose – É uma enfermidade infecto-contagiosa vírica. Causa febre, apatia, perda de apetite, vômitos e diarréia sanguinolenta; apresenta alta mortalidade. O cão desidrata rapidamente e deve receber cuidados imediatos. Muitos necessitam de internação, pois a doença aparece de forma abrupta e violenta. Esta doença tem prevalência mundial desde o final dos anos 70.
Hepatite Viral Canina – Esta doença é causada por um vírus que não atinge o homem. O vírus atinge principalmente os rins e o fígado do animal. Sua ocorrência é bem menos freqüente que outras viroses como a parvovirose, e a hepatite viral não apresenta risco de mortalidade alto. Seu período de incubação varia de 2 a 5 dias. O vírus atinge o fígado e outros órgãos, especialmente os rins. O animal pode apresentar desde sintomas leves até um quadro bastante severo. Os sinais clínicos incluem febre, diarréia, apatia, inapetência, vômitos amarelo-esverdeados, e, em uma pequena porcentagem de cães, alteração na cor dos olhos (que se tornam azuis devido a um edema de córnea) perfeitamente reversível na maioria dos casos. O tratamento se dá para a fortificação do organismo do animal a fim de que a doença não progrida e, conseqüentemente, não cause maiores conseqüências.
Adenovírus Tipo II – É um dos agentes etiológicos da tosse dos canis (traqueobronquite infecciosa).
Leptospirose – É uma enfermidade infecto-contagiosa aguda, febril, com grave sintomatologia entérica, hepática e renal, muitas vezes acompanhada de hemorragias generalizadas e icterícias (amarelidão na pele e na esclerótica), causada por L. interroganas, sorotipos canicola e icterohaemorragiae, Lpomana, L. gippotyphosa, algumas vezes ocorrem sinais encefálicos e abortos. Também é uma zoonose (doença comum entre o homem e o animal).
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
OTITE
É perigosa mesmo?
Tendo-se em vista o interesse de vários cinófilos em saber a respeito dessa doença, achei oportuno tecer considerações a respeito:
1 - O que é otite?
R - Trata-se da inflamação desse órgão da audição. E como o mesmo compreende várias partes , necessário se faz seu conhecimento anatômico.
2 - Qual é a anatomia do ouvido?
R - Pode ser dividido para efeito didático em ouvido externo, ouvido médio e ouvido interno, porém interligados entre si. O ouvido externo compreende o pavilhão auricular (orelha), o meato acústico externo também chamado de canal auditivo externo e o tímpano, este última uma membrana delgada que por assim dizer separa o ouvido externo do médio. O ouvido médio é a câmara onde situam-se três ossículos (martelo, estribo e bigorna) interligados entre si e que servem como meio de ligação com o ouvido interno. Nessa câmara onde situam-se referidos ossículos, existe um canal de ligação do ouvido médio com o faringe, denominado Trompa de Eustáquio. Ouvido interno, a parte mais especializada e portanto também mais delicada e importante de todo o ouvido, onde existem os chamados Canais semicirculares, a Cóclea e o Nervo acústico, este último ligando todo o conjunto diretamente ao cérebro. Notaram todos portanto, que conforme sejam atingidas essas diferentes porções do ouvido, a otite se revestirá de maior ou menor gravidade, recebendo também denominações diversas, como otite externa (apenas ouvido externo inflamado), otite média (apenas ouvido médio inflamado), e otite interna (esta a mais grave pois atingindo os canais semicirculares determinará transtornos do equilíbrio por ser esse o órgão responsável pelo nosso sentido espacial. Atingindo a cóclea, será a doença denominada labirintite (devido ser tal órgão também chamado de labirinto), e assim por diante.
3 - O que causa a otite?
R - Podem causar otites, germes ou fungos infecciosos quando nesse órgão instalados, que podem ali penetrarem, tanto a traves do exterior pelo canal auditivo externo, quanto também a traves do faringe pela Trompa de Eustáquio.
4 - Como podemos prevenir essa doença em nossos cães?
R - Primeiro, cuidando da limpeza do canal auditivo externo e das próprias orelhas de nossos cães, e em segundo lugar, cuidando e tratando quando os mesmos acometidos por doenças da garganta, pois daí também, pode a infecção progredir e atingir o ouvido.
5 - Como proceder para a boa limpeza dos ouvidos dos cães?
R - Com um cotonete para os cães pequenos, ou um chumaço de algodão na ponta de um estilete flexível ou pinça para cães de maior porte, umedecemos esse algodão com uma solução de alcool-éter (em partes iguais), e com esse cotonete limpamos e removemos a cera existente no conduto auditivo e nas próprias orelhas. Especial cuidado na limpeza do conduto auditivo externo, em sua parte mais profunda, a fim de não lesar o tímpano ali localizado. A freqüência que essa limpeza deve ser feita, dependerá da raça de seu cão: Os cães das raças que tem as orelhas eretas, como o Pastor Alemão, necessitarão limpezas mensais. Já os cães de raças que tem as orelhas caídas, como aqueles da raça Cocker Spaniel, a limpeza deve ser feita mais freqüentemente (cada 10 dias).
6 - Como perceber se meu cão está com otite?
R- O sintoma mais evidente é o ato do mesmo coçar com as patas tal região da cabeça, ou então sacudir freqüentemente a cabeça. Mais evidente, quando ocorrer secreção purulenta pela orelha, o que denota a infecção já estar ali instalada e latente, e quando a otite é unilateral (apenas um dos ouvidos), o ato do cão manter a cabeça inclinada para esse lado inflamado.
7 - Como tratar um cão com otite?
R - Muitas vezes o simples ato de proceder à limpeza dos ouvidos, quando a otite é apenas externa, é suficiente para sanar o mal. Porém, quando a infecção já atingiu o ouvido médio ou o interno, necessário se faz tratamento mais especializado, inclusive com administração de antibióticos por via geral (parenteral ou oral), e mesmo nebulizações da garganta com medicação apropriada. Nessa caso, a recomendação, é procure um veterinário competente, que este deverá estar capacitado para lhe indicar a melhor terapêutica.
Gestação das Cadelas
Antes de tratar propriamente desse tema, é necessário para ser melhor entendido, descrever os órgãos sexuais que constituem o aparelho reprodutor feminino dessas fêmeas domésticas.
1 - Quais são os órgãos genitais (também chamados sexuais) femininos das cadelas?
R - Sãos os ovários (em número de dois), os ovidutos (também chamados de trompas de Phalopio (também duplo), o útero e a vagina, todos situados na cavidade abdominal e ali sustentados por
ligamentos próprios; a vulva, esta já situada no limite com o exterior e pondo em comunicação os órgãos sexuais anteriores com o ambiente externo; e como órgãos anexos: as mamas, nas cadelas em geral em número de 8 a 10 (quatro a cinco pares), estas dispostas eqüidistantes da linha média do ventre, desde a região peitoral até a inguinal, por isso designadas conforme sua localização em: peitorais, abdominais e inguinais.
2 - Como são os ovários das cadelas?
3 - Como é o útero das cadelas?
4 - Como é a vagina das cadelas?
5 - Como é a vulva das cadelas?
6 - O que caracteriza a Gestação nas Cadelas?
7 - O que caracteriza o Parto?
8 - Há necessidade de ser o parto assistido?
R - Sim. Discretamente, sem interferência direta (a não ser em caso de necessidade de ajuda), e por parte de alguém familiarizado com o ato, como deve ser o profissional veterinário, e nesse caso denominado parteiro, tocólogo ou obstetra.
9 - Anormalidades do Parto (Distócia)?
R - São as chamadas distócias, que vão desde falta das contrações necessárias (útero preguiçoso) por parte da mãe gestante, até anormalidades da bacia (ossos que constituem a pélvis: Ileo, Isquio e Pubis), e principalmente desproporções entre os tamanhos dos fetos e essas vias eferentes da própria fêmea, ou até anormalidades da apresentação dos fetos em relação a essas mesmas vias de saída. Para cada caso de distócia é recomendado o remédio correspondente, o que somente o profissional tocólogo deve saber fazer. Não cabem aqui serem relatados todos os casos possíveis de distócias, por serem inúmeras. Apenas uma recomendação ao proprietário ou assistente do parto: Em caso de demora no nascimento dos filhotes, consulte seu veterinário para tomar as medidas que se fizerem necessárias. Fatalmente surgirá a pergunta: Qual o tempo que devo aguardar? Resposta : No máximo 3 a 4 horas desde os primeiros sinais, anteriormente chamados de precursores do parto.O Melhor Amigo do Homem no Trabalho

A relação entre cães e homens é muito antiga. Estima-se que seja o primeiro animal domesticado pelo homem. Além de animal de estimação, o cachorro também está ligado a atividades produtivas. Guiando cegos, entretendo, ajudando em atividades de segurança, como pastor de rebanhos, o cão pode ser adestrado para muitas tarefas.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Dia 04 de Outubro "Dia mundial dos animais"

quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Old English Sheepdog


Tamanho: Grande
Área de Criação: Média
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Moderada
Utilização: pastoreio
Tamanho: 61 cm para machos e 56 cm para fêmeas.
Peso: padrão não comenta, já que o tipo e o equilíbrio das formas são mais importantes.
Aspectos Gerais: porte grande, forte, bem balanceado, quadrado, e compacto, com boa musculatura e capacidade corporal.
Pelagem: dupla, abundante, reta e áspera. A cabeça, as orelhas e o pescoço ficam praticamente recobertos com pelos. Pode ser cinza, acinzentado ou azul, com ou sem manchas brancas.
Longevidade: em média, 12 anos.
Área de Criação: adaptável a qualquer espaço.
Temperamento: afetivo, ágil e inteligente, companheiro e adora crianças. Corajoso, fiel e digno de confiança.
Acredita-se que a raça tenha se desenvolvido no oeste da Inglaterra, no início do século 19. Sua descendência ainda é bastante discutida: alguns estudiosos afirmam que o Collie de Barba teve uma grande influência em sua origem e outros alegam que a maior contribuição seria do Owtchat Russo. Embora tenha sido utilizado como pastor de ovelhas, os exemplares da raça se popularizam como cães de luxo e companhia em função de algumas características bem peculiares. O Sheepdog apresenta ausência quase total de cauda, uma voz particularíssima, o passo um pouco parecido com o balanço de um urso, além de ser afetuoso e muito inteligente. No Brasil, a raça ganhou fama devido a aparições no programa infantil TV Colosso, apresentado pela Sheepdog Priscila.
TRANQUILIDADE É O SEU LEMA O Sheepdog é um cão do lar e não é dado a andanças nem brigas. Apesar de seu enorme tamanho, é uma das melhores companhias que se pode ter, adaptando-se tanto a apartamentos como casas com quintal.
Postado por: Deyvid Lopes
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Cuidados com filhotes

- Procurar adquirir animais com idade igual ou superior a 45 dias, para que não sintam falta da mãe e irmãos.
- Alimentação desde cedo com ração comercial, pois é o melhor alimento,feito especialmente para eles (várias marcas para todos os tamanhos e idades), evitando doces, comida caseira ,ossos e alimentos crus.
- Vermífugo: ideal antes da primeira dose da vacina polivalente e a cada 4-6 meses para o resto da vida, evitando assim qualquer contaminação para as pessoas e outros animais.
- Vacinas: fundamental a partir dos 60 dias, sendo feitas 3 doses de vacina polivalente ( intervalo de no mínimo 21 dias entre cada uma; 60,90 e 120 dias) e duas doses da vacina anti-rábica ( 150 e 180 dias). Após 1 ano da última dose da polivalente e da anti-rábica é indicado reforço anual de ambas para o resto da vida, pois doenças como cinomose e leptospirose podem se manifestar em cães adultos, bem como a rinotraqueíte em gatos. Outro ponto importante dentro da vacinação é que essa deverá ser feita por médicos veterinários, pois eles têm as melhores vacinas ( vacinas éticas) e antes da aplicação fazem exame clínico, certificando-se que o animal esteja apto para receber a vacina;
- Passeios: procurar não passear com filhotes antes da terceira dose da vacina polivalente, principalmente em parques e praças, pois a circulação de animais é muito grande;
- Ectoparasitos ( pulgas e carrapatos ): usar, desde pequeno, produtos que empeçam a proliferação, evitando assim diversas doenças ( incluindo zoonoses );
- Banhos e Tosas: procurar evitar estéticas e petshops antes da terceira dose da vacina polivalente, pois também é um local com grande circulação de animais. Filhotes de pelagem longa devem ter cuidados com a escovação dos pêlos (de preferência diária), para evitar a formação de nós e acumulos de sujeiras;
- Ouvidos e Dentes: procurar sempre limpar os ouvidos após o banho ou uma vez por semana, evitando a formação de otites ( muito comum em raças de orelhas caídas), e a escovação dentária também se faz necessário ( de preferência uma vez ao dia com escova e creme dental especiais para pequenos animais), pois problemas como tártaro são muito prejudiciais podendo causar até cardiopatias.
LEVE SEU CÃO AO VETERINÁRIO, PARA QUE ELE SE MATENHA SAUDÁVEL E FELIZ.
Postado por : Natália Mayrinck Cunha




