segunda-feira, 29 de novembro de 2010

OTITE


É perigosa mesmo?

Tendo-se em vista o interesse de vários cinófilos em saber a respeito dessa doença, achei oportuno tecer considerações a respeito:

1 - O que é otite?
R - Trata-se da inflamação desse órgão da audição. E como o mesmo compreende várias partes , necessário se faz seu conhecimento anatômico.

2 - Qual é a anatomia do ouvido?
R - Pode ser dividido para efeito didático em ouvido externo, ouvido médio e ouvido interno, porém interligados entre si. O ouvido externo compreende o pavilhão auricular (orelha), o meato acústico externo também chamado de canal auditivo externo e o tímpano, este última uma membrana delgada que por assim dizer separa o ouvido externo do médio. O ouvido médio é a câmara onde situam-se três ossículos (martelo, estribo e bigorna) interligados entre si e que servem como meio de ligação com o ouvido interno. Nessa câmara onde situam-se referidos ossículos, existe um canal de ligação do ouvido médio com o faringe, denominado Trompa de Eustáquio. Ouvido interno, a parte mais especializada e portanto também mais delicada e importante de todo o ouvido, onde existem os chamados Canais semicirculares, a Cóclea e o Nervo acústico, este último ligando todo o conjunto diretamente ao cérebro. Notaram todos portanto, que conforme sejam atingidas essas diferentes porções do ouvido, a otite se revestirá de maior ou menor gravidade, recebendo também denominações diversas, como otite externa (apenas ouvido externo inflamado), otite média (apenas ouvido médio inflamado), e otite interna (esta a mais grave pois atingindo os canais semicirculares determinará transtornos do equilíbrio por ser esse o órgão responsável pelo nosso sentido espacial. Atingindo a cóclea, será a doença denominada labirintite (devido ser tal órgão também chamado de labirinto), e assim por diante.

3 - O que causa a otite?
R - Podem causar otites, germes ou fungos infecciosos quando nesse órgão instalados, que podem ali penetrarem, tanto a traves do exterior pelo canal auditivo externo, quanto também a traves do faringe pela Trompa de Eustáquio.

4 - Como podemos prevenir essa doença em nossos cães?
R - Primeiro, cuidando da limpeza do canal auditivo externo e das próprias orelhas de nossos cães, e em segundo lugar, cuidando e tratando quando os mesmos acometidos por doenças da garganta, pois daí também, pode a infecção progredir e atingir o ouvido.

5 - Como proceder para a boa limpeza dos ouvidos dos cães?
R - Com um cotonete para os cães pequenos, ou um chumaço de algodão na ponta de um estilete flexível ou pinça para cães de maior porte, umedecemos esse algodão com uma solução de alcool-éter (em partes iguais), e com esse cotonete limpamos e removemos a cera existente no conduto auditivo e nas próprias orelhas. Especial cuidado na limpeza do conduto auditivo externo, em sua parte mais profunda, a fim de não lesar o tímpano ali localizado. A freqüência que essa limpeza deve ser feita, dependerá da raça de seu cão: Os cães das raças que tem as orelhas eretas, como o Pastor Alemão, necessitarão limpezas mensais. Já os cães de raças que tem as orelhas caídas, como aqueles da raça Cocker Spaniel, a limpeza deve ser feita mais freqüentemente (cada 10 dias).

6 - Como perceber se meu cão está com otite?
R- O sintoma mais evidente é o ato do mesmo coçar com as patas tal região da cabeça, ou então sacudir freqüentemente a cabeça. Mais evidente, quando ocorrer secreção purulenta pela orelha, o que denota a infecção já estar ali instalada e latente, e quando a otite é unilateral (apenas um dos ouvidos), o ato do cão manter a cabeça inclinada para esse lado inflamado.

7 - Como tratar um cão com otite?
R - Muitas vezes o simples ato de proceder à limpeza dos ouvidos, quando a otite é apenas externa, é suficiente para sanar o mal. Porém, quando a infecção já atingiu o ouvido médio ou o interno, necessário se faz tratamento mais especializado, inclusive com administração de antibióticos por via geral (parenteral ou oral), e mesmo nebulizações da garganta com medicação apropriada. Nessa caso, a recomendação, é procure um veterinário competente, que este deverá estar capacitado para lhe indicar a melhor terapêutica.

Apenas uma recomendação final: Nada de pânicos em caso de otites, pois tenha em mente que o próprio organismo animal tem meios de defesa tanto para essa quanto para outras infecções. Cuide de seu animal como cuida de si mesmo: com cuidado e atenção , tanto quanto seu asseio quanto sua alimentação, e propiciando ao mesmo exercícios físicos e carinho. Nada além disso.

Gestação das Cadelas


Antes de tratar propriamente desse tema, é necessário para ser melhor entendido, descrever os órgãos sexuais que constituem o aparelho reprodutor feminino dessas fêmeas domésticas.

1 - Quais são os órgãos genitais (também chamados sexuais) femininos das cadelas?

R - Sãos os ovários (em número de dois), os ovidutos (também chamados de trompas de Phalopio (também duplo), o útero e a vagina, todos situados na cavidade abdominal e ali sustentados por ligamentos próprios; a vulva, esta já situada no limite com o exterior e pondo em comunicação os órgãos sexuais anteriores com o ambiente externo; e como órgãos anexos: as mamas, nas cadelas em geral em número de 8 a 10 (quatro a cinco pares), estas dispostas eqüidistantes da linha média do ventre, desde a região peitoral até a inguinal, por isso designadas conforme sua localização em: peitorais, abdominais e inguinais.

2 - Como são os ovários das cadelas?

R - Duplos, situados na cavidade abdominal, região sub-lombar, em contato direto com os intestinos, próximos dos rins e sustentados pelos ligamentos largos e vasos sangüíneos (uma veia e uma artéria). Têm os ovários sua superfície externa lisa, com saliências formadas pelas folículos denominados de Graaf (Folículos ovarianos), destes tendo origem os óvulos, que na fase do Cio (Estro) são dali eliminados e por assim dizer captados pelas franjas das Trompas de Phalopio, e por estas levados por cílios ali existentes para o interior do útero. O tamanho dos ovários nas cadelas varia de acordo com o porte da fêmea considerada, desde o tamanho de um grão de feijão até o de uma ameixa. Os ovidutos funcionam como meio de ligação entre os ovários e o útero, e são constituídos por um receptáculo em forma de franja, e um canal flexuoso que desemboca no útero, e ligado a estes por ligamentos. Tem os ovidutos o tamanho médio de 5 a 8 centímetros de comprimento.

3 - Como é o útero das cadelas?

R - É constituído por um corpo em forma cilíndrica e dois cornos extremamente compridos e estreitos. Numa cadela de porte médio o corpo mede cerca de 3 cm de comprimento e os cornos de l1 a l5 cm. Têm seus diâmetros uniformes e encontram-se no interior da cavidade abdominal em contato direto com os intestinos e demais órgãos. Constituí-se de várias camadas: externamente revestido por uma membrana serosa semelhante ao peritôneo (lisa, brilhante e transparente); medianamente por músculos lisos potentes e internamente por camada cuja constituição varia de acordo com a fase considerada do ciclo Estral.

4 - Como é a vagina das cadelas?

R - Constituída de fibras musculares potentes de forma circulares, relativamente comprida e forrada internamente por membrana mucosa formando pregas longitudinais.

5 - Como é a vulva das cadelas?

R - Tem lábios externos grossos formando uma comissura inferior aguda, forrada internamente por membrana mucosa lisa e rosada. Apresenta como particularidade um músculo constritor forte em forma de esfíncter (circular), além do clitóris. Mede de 3 a 4 cm de comprimento.

6 - O que caracteriza a Gestação nas Cadelas?

R - Pode ser definida como a fase em que as cadelas estão gerando seus filhos, originários da fecundação dos óvulos expelidos de seus ovários e fecundados por espermatozoides dos machos depositados em suas vias genitais a través do acasalamento (coito). Um ou mais fetos, pois são as cadelas multíparas (parem mais de um filho por vez), são gerados em seus úteros, sendo tais fetos envoltos durante essa fase, por membranas que constituem a chamada Placenta. Nessa fase, inicialmente o ovo sofre sucessivas multiplicações, passando por diversas fases : ovo > blastômeros > mórula > feto. A duração dessa gestação é de 9 semanas (63 dias) em média, variando para mais ou para menos de acordo com o número de fetos gerados e de condições especiais da raça considerada. Durante esse período, obviamente pelo desenvolvimento e crescimento dos fetos, o abdome das cadelas vai se distender e aumentar de volume, assim como as mamas, na sua fase final estas vão também se desenvolverem e começarem a secretor leite em sua fase final. O temperamento da fêmea grávida (prenhe) também se modifica, tornando-a mais dócil e letárgica. Seu apetite gradativamente também aumenta, o que se explica pela maior necessidade de nutrientes para gerar e desenvolver seus filhos em gestação.

7 - O que caracteriza o Parto?

R - Representa precisamente o nascimento dos produtos gerados pela fêmea durante sua gestação, o que deve ocorrer pelo término dos desenvolvimentos dos fetos. São sinais chamados precursores do parto: A cadela torna-se irrequieta, começa a ganir e a urinar repetidamente, deita-se para em seguida logo se levantar, mira seguidamente o ventre ou suas vias genitais, sinais esses que indicam estar a mesma sentindo as chamadas dores do parto (contrações uterinas). Sua duração é variável dependentemente de ser a cadela primípara ou não (primeiro parto ou não), são necessários para propiciarem a dilatação da bacia (ossos pélvicos) e vias uterinas, principalmente da chamado cerviz uterina (orifício que liga o útero a vagina), e desta para o exterior. Durante a gestação a chamada cerviz uterina permanece fechada (selada por tampão mucoso), que necessariamente somente deve-se abrir no momento do parto, a fim de permitir não só a saída dos fetos gerados como também os envoltórios placentários que os acompanham. É precisamente essa cerviz que deve ser dilatada (assim como os ossos pélvicos, estes por afrouxamento de seus ligamentos), tornando possível a expulsão (nascimento) dos fetos gerados. Durante o parto e junto com os filhotes, são também eliminados os chamados líquidos amnióticos e placentários, originários todos da própria excreção dos fetos durante essa gestação assim como as próprias secreções dessas membranas envoltórias e que servem como lubrificantes das vias eferentes do útero, permitindo mais fácil deslizamento dos filhotes gerados no momento desse parto.

8 - Há necessidade de ser o parto assistido?

R - Sim. Discretamente, sem interferência direta (a não ser em caso de necessidade de ajuda), e por parte de alguém familiarizado com o ato, como deve ser o profissional veterinário, e nesse caso denominado parteiro, tocólogo ou obstetra.

9 - Anormalidades do Parto (Distócia)?

R - São as chamadas distócias, que vão desde falta das contrações necessárias (útero preguiçoso) por parte da mãe gestante, até anormalidades da bacia (ossos que constituem a pélvis: Ileo, Isquio e Pubis), e principalmente desproporções entre os tamanhos dos fetos e essas vias eferentes da própria fêmea, ou até anormalidades da apresentação dos fetos em relação a essas mesmas vias de saída. Para cada caso de distócia é recomendado o remédio correspondente, o que somente o profissional tocólogo deve saber fazer. Não cabem aqui serem relatados todos os casos possíveis de distócias, por serem inúmeras. Apenas uma recomendação ao proprietário ou assistente do parto: Em caso de demora no nascimento dos filhotes, consulte seu veterinário para tomar as medidas que se fizerem necessárias. Fatalmente surgirá a pergunta: Qual o tempo que devo aguardar? Resposta : No máximo 3 a 4 horas desde os primeiros sinais, anteriormente chamados de precursores do parto.

O Melhor Amigo do Homem no Trabalho


A relação entre cães e homens é muito antiga. Estima-se que seja o primeiro animal domesticado pelo homem. Além de animal de estimação, o cachorro também está ligado a atividades produtivas. Guiando cegos, entretendo, ajudando em atividades de segurança, como pastor de rebanhos, o cão pode ser adestrado para muitas tarefas.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Dia 04 de Outubro "Dia mundial dos animais"


Hoje dia 04 de Outubro, nós do Blog de Medicina Veterinária da Faculdade Vértice, gostaríamos de homenagear nossos queridos animais. Os animais são muito importantes na nossa vida e nós como futuros médicos veterinários temos que saber prezar pelo seu bem estar e jamais deixá-los sofrer. Vocês, nossos "queridos animais" é que são homenageados hoje, pois vocês também merecem esse dia e são a base da nossa profissão e é com muito orgulho que estudamos medicina veterinária e conhecemos o verdadeiro valor da vida!!!
FELIZ DIA DOS ANIMAIS!!!


quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Old English Sheepdog




País de Origem: Grã-Bretanha
Tamanho: Grande
Área de Criação: Média
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Moderada

Utilização: pastoreio
Tamanho: 61 cm para machos e 56 cm para fêmeas.
Peso: padrão não comenta, já que o tipo e o equilíbrio das formas são mais importantes.
Aspectos Gerais: porte grande, forte, bem balanceado, quadrado, e compacto, com boa musculatura e capacidade corporal.
Pelagem: dupla, abundante, reta e áspera. A cabeça, as orelhas e o pescoço ficam praticamente recobertos com pelos. Pode ser cinza, acinzentado ou azul, com ou sem manchas brancas.
Longevidade: em média, 12 anos.
Área de Criação: adaptável a qualquer espaço.
Temperamento: afetivo, ágil e inteligente, companheiro e adora crianças. Corajoso, fiel e digno de confiança.

Acredita-se que a raça tenha se desenvolvido no oeste da Inglaterra, no início do século 19. Sua descendência ainda é bastante discutida: alguns estudiosos afirmam que o Collie de Barba teve uma grande influência em sua origem e outros alegam que a maior contribuição seria do Owtchat Russo. Embora tenha sido utilizado como pastor de ovelhas, os exemplares da raça se popularizam como cães de luxo e companhia em função de algumas características bem peculiares. O Sheepdog apresenta ausência quase total de cauda, uma voz particularíssima, o passo um pouco parecido com o balanço de um urso, além de ser afetuoso e muito inteligente. No Brasil, a raça ganhou fama devido a aparições no programa infantil TV Colosso, apresentado pela Sheepdog Priscila.

TRANQUILIDADE É O SEU LEMA O Sheepdog é um cão do lar e não é dado a andanças nem brigas. Apesar de seu enorme tamanho, é uma das melhores companhias que se pode ter, adaptando-se tanto a apartamentos como casas com quintal.


Postado por: Deyvid Lopes

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

I Concurso de Marcha - Fazenda Paraíso - Matipó - MG


Cuidados com filhotes



A chegada de um bichinho de estimação na família é sempre uma festa, todos ficam felizes e radiantes com o novo membro da casa. Mas para que essa felicidade dure muito tempo são essenciais alguns cuidados básicos que começam desde cedo.


  • Procurar adquirir animais com idade igual ou superior a 45 dias, para que não sintam falta da mãe e irmãos.

  • Alimentação desde cedo com ração comercial, pois é o melhor alimento,feito especialmente para eles (várias marcas para todos os tamanhos e idades), evitando doces, comida caseira ,ossos e alimentos crus.

  • Vermífugo: ideal antes da primeira dose da vacina polivalente e a cada 4-6 meses para o resto da vida, evitando assim qualquer contaminação para as pessoas e outros animais.

  • Vacinas: fundamental a partir dos 60 dias, sendo feitas 3 doses de vacina polivalente ( intervalo de no mínimo 21 dias entre cada uma; 60,90 e 120 dias) e duas doses da vacina anti-rábica ( 150 e 180 dias). Após 1 ano da última dose da polivalente e da anti-rábica é indicado reforço anual de ambas para o resto da vida, pois doenças como cinomose e leptospirose podem se manifestar em cães adultos, bem como a rinotraqueíte em gatos. Outro ponto importante dentro da vacinação é que essa deverá ser feita por médicos veterinários, pois eles têm as melhores vacinas ( vacinas éticas) e antes da aplicação fazem exame clínico, certificando-se que o animal esteja apto para receber a vacina;

  • Passeios: procurar não passear com filhotes antes da terceira dose da vacina polivalente, principalmente em parques e praças, pois a circulação de animais é muito grande;

  • Ectoparasitos ( pulgas e carrapatos ): usar, desde pequeno, produtos que empeçam a proliferação, evitando assim diversas doenças ( incluindo zoonoses );

  • Banhos e Tosas: procurar evitar estéticas e petshops antes da terceira dose da vacina polivalente, pois também é um local com grande circulação de animais. Filhotes de pelagem longa devem ter cuidados com a escovação dos pêlos (de preferência diária), para evitar a formação de nós e acumulos de sujeiras;

  • Ouvidos e Dentes: procurar sempre limpar os ouvidos após o banho ou uma vez por semana, evitando a formação de otites ( muito comum em raças de orelhas caídas), e a escovação dentária também se faz necessário ( de preferência uma vez ao dia com escova e creme dental especiais para pequenos animais), pois problemas como tártaro são muito prejudiciais podendo causar até cardiopatias.



LEVE SEU CÃO AO VETERINÁRIO, PARA QUE ELE SE MATENHA SAUDÁVEL E FELIZ.

SEJA RESPONSÁVEL, NÃO ABANDONE OS ANIMAIS


Postado por : Natália Mayrinck Cunha

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Anatomia Interna de um pássaro

Aves - Saiba mais sobre elas



A classe das aves possui mais de 9000 espécies sendo 5000 passeriformes. São animais de sangue quente, isto significa que a temperatura interna do corpo (cerca de 37,5 C) permanece constante, sem ter relação com a temperatura do ambiente.
Para isto, o organismo gasta energia, e o gasto só pode ser reduzido com uma boa isolação (penas, pêlos, gordura). O peso das aves varia muito: de menos de 28 gramas até mais de 135 quilos. De acordo com o ambiente em que vivem, também há variação de detalhes da estrutura do corpo.
Mas todas as aves têm em comum características que tornam possível o vôo, mesmo as aves que já perderam a capacidade de voar (os únicos pássaros que não voam são os pingüins, avestruzes, emas, casuares e quivis). A habilidade para o vôo está refletida nas características típicas dos pássaros:
  1. corpo aerodinâmico;
  2. membros anteriores modificados em asas;
  3. cavidades dos ossos preenchidas com ar;
  4. ausência de mandíbulas e dentes, sendo a mastigação realizada pela moela, situada atrás do estômago;
  5. digestão rápida, sem armazenamento de alimento;
  6. penas leves, que são estruturas mortas e impermeáveis. Assim, não é preciso haver vasos sanguíneos pesados para nutrí-las.

Além disso, as penas fornecem isolação térmica leve. As penas maiores estão nas asas - antebraços adaptados ao vôo. As penas estão implantadas nos ossos da mão (primárias) e do antebraço (secundárias).
As asas são movidas por músculos muito fortes (que dão 15% do peso da ave), ligados a ossos peitorais reforçados. As pernas servem como trem de pouso: o fêmur fica embutido no corpo, a tíbia e o perônio formam uma falsa coxa.
Ao contrário dos mamíferos, as aves têm olfato fraco, mas visão e audição agudas, que auxiliam na caça e no reconhecimento de indivíduos da mesma espécie. Por isso, existe o grande desenvolvimento de cantos e plumagens diferentes em cada espécie.
Finalmente, o cérebro das aves é mais desenvolvido que o dos répteis. As aves também têm atividades instintivas complexas: danças de acasalamento, construção de ninhos, criação de filhotes, migração. Mas, como os hemisférios cerebrais são poucos desenvolvidos, elas se adaptam menos que os mamíferos às alterações do ambiente.


Postado por Deyvid Lopes

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Cão de Crista Chinês

Cão de Crista Chinês (Powderpuff)


Cão de Crista Chinês (Hairless)



Cão de Crista Chinês (Hairless)




País de Origem: China
Tamanho: Pequeno
Área de Criação: Pequena
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Moderada


HAIRLESS
Utilização: companhia
Tamanho: 28 a 33 cm para machos e 23 a 30 cm para fêmeas.
Peso: máximo de 5,5 quilos.
Aspectos Gerais: é um cão pequeno, de boa ossatura, elegante e gracioso.
Pelagem: o Hairless (sem pelo) possui quase todo o corpo sem pelo. O pelo aparece na cabeça (crista), na cauda (pluma) e nos jarretes, quartelas, pés e dedos (meias). O pelo é sedoso e brilhante, com qualquer comprimento. A cor pode ser qualquer uma ou com uma combinação delas.
Longevidade: 14 anos
Temperamento: é uma adorável companhia, se mostrando brincalhão e divertido.


POWDERPUFF
Utilização: companhia
Tamanho: 28 a 33 cm para machos e 23 a 30 cm para fêmeas.
Peso: máximo de 5,5 quilos.
Aspectos Gerais: é um cão pequeno, de boa ossatura, elegante e gracioso.
Pelagem: o Powderpuff (esponja de pó-de-arroz) tem pelagem dupla, macia e brilhante. O pelo é reto, de densidade e comprimento moderado. A cor pode ser qualquer uma ou uma combinação delas.
Longevidade: 14 anos
Temperamento: é uma adorável companhia, se mostrando brincalhão e divertido.



Existem duas variedades do Chinese Crested que diferem apenas pela pelagem: o Hairless (sem pelo) possui quase todo o corpo pelado. O pelo aparece na cabeça (crista), na cauda (pluma) e nos jarretes, quartelas, pés e dedos (meias). O pelo é sedoso e brilhante, com qualquer comprimento; e o Powderpuff (esponja de pó-de-arroz) tem pelagem dupla, macia e brilhante. O pelo é reto, de densidade e comprimento moderado. A cor pode ser qualquer uma ou uma combinação delas.
A origem da raça é pouco conhecida, mas alguns especialistas acreditam que o Cão de Crista Chinês, ou Chinese Crested (como também é conhecido) tenha sido desenvolvido a partir do Cão Pelado Africano. Utilizado pelos chineses em navios para acabar com os roedores que se encontravam a bordo, estes cães acabavam sendo comercializados nas cidades portuárias. Gravuras e pinturas europeias do século 19 mostram cães da raça em seus desenhos.
DA CHINA PARA O MUNDO Nos Estados Unidos, a raça passa a ser conhecida somente no final do século 19, quando a jornalista Ida Garret se interessa por raças peladas e começa a importar alguns destes cães. Somente em 1950, com a criação do Clube Americano dos Cães Pelados, são iniciados os registros dos cães da raça.
Postado por: Deyvid Lopes