segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Declaração Universal dos Direitos dos Animais


1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

sábado, 3 de julho de 2010

PUG





País de Origem: China
Tamanho: pequeno
Área de Criação: pequena
Agressividade: baixa
Atividade Física: moderada

Utilização: companhia
Tamanho: 25 a 27 cm
Peso: 6 a 8 quilos
Aspectos Gerais: quadrado e massudo, apresentando muita substância em pequeno volume. Sua cabeça é grande e arredondada. A cauda tem inserção alta, enrolada em espiral, pousada sobre a anca.
Pelagem: fina, lisa, macia, curta e brilhante. As cores são prateadas, abricó-castanho ou preta. O prateado e abricó-castanho devem ser em nítido contraste, com a cor da faixa preta no dorso, que se estende até a raiz da cauda e a máscara, no focinho, nas orelhas, bochechas e o diamante na testa.
Longevidade: 13 a 15 anos
Temperamento: brincalhão, inteligente, alegre, charmoso e muito disposto.

Especialistas acreditam que o Pug tenha surgido no Oriente, por apresentar muitas semelhanças com o Pequinês. A primeira aparição que se tem notícia é na China, onde o cão era criado como animal de estimação nos monastérios budistas do Tibete.
O Pug é uma raça muito antiga, que nasceu antes de 400 a.C. e ficou muito conhecida mundialmente por meio do filme Homens de Preto. É provável que tenha sido levado da China ao Japão e, mais tarde para a Europa, onde ganhou muita popularidade nas cortes.
A raça é chamada de Mopshond (da palavra alemã, rosnar) na Holanda, de Mops na Alemanha e Carlim na França. Com uma expectativa de vida alta, esse cão é brincalhão, inteligente e alegre, o que faz dele um excelente cão de companhia.

SEMELHANÇA COM MACACO
O nome Pug, que significa nariz achatado, surgiu devido à sua expressão facial, que se assemelha a uma espécie de macaco de mesmo nome muito popular como pet, por volta de 1700.

Postado por Deyvid Lopes

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Saiba quantos anos do cão correspondem à idade humana


Como todos sabem a idade dos cães são contadas de maneira diferente que a dos humanos, mas o que quase ninguém sabe é que aquela velha historia de que cada ano de um humano corresponde a sete anos do cachorro é a mais pura historia da carochinha, ou seja, não é verdade.
O cachorro quando tem por volta de um ano e alguns meses, já alcançam a maturidade sexual, em relação à velha regra o cão iria possuir aproximadamente onze anos de idade humana.
Cachorros com idades acima de 16 anos, na velha regra correspondia um ser humano com aproximadamente 115 anos, o que não é nada comum entre as pessoas.
Muitas pessoas desejam saber qual a verdadeira idade de seu cãozinho, se você faz parte desta turma fique ligado nas informações abaixo que vão te ajudar a identificar a idade de seu amigão:
Um cão jovem
Com seis meses de vida corresponde a 10 anos de um humano.
Com 12 meses de vida cor reponde a 15 nos de um humano.
Com 16 meses de vida corresponde a 18 anos de um humano.
Com dois anos de vida corresponde a 24 anos de um humano.
Um cão adulto
Com 3 anos de vida corresponde a 28 anos de um humano.
Com 5 anos de vida corresponde a 36 anos de um humano.
Com seis anos de vida corresponde a 40 anos de um humano.
Com oito anos de vida corresponde a 48 anos de um humano.
Um cão idoso
Com 10 anos de vida corresponde a 56 anos de um humano.
Com 15 anos de vida corresponde a 76 anos de um humano.
Com 18 anos de vida corresponde a 88 anos de um humano.
Com 20 anos de vida corresponde a 100 anos de um humano.

Postado por Deyvid Lopes

terça-feira, 29 de junho de 2010

Animais de rua



Esterilização para evitar eutanásia

O projeto de lei que determina a esterilização de cães e gatos em substituição à eutanásia, em locais onde há superpopulação desses animais ou onde eles são vetores de alguma epidemia (PLC 04/05), encontra-se em avaliação no Senado. É provável que essa instituição solicite que seja substituída a expressão “esterilização cirúrgica” por “esterilização permanente: cirúrgica ou não cirúrgica desde que ofereça o mesmo grau de eficiência, segurança e bem-estar animal”. O objetivo é criar a possibilidade de um eventual uso da esterilização química, técnica recentemente desenvolvida. Em caso de emenda, o projeto deverá voltar a Câmara dos Deputados, de onde veio. “Pretendemos evitar o crescente abandono dos animais de rua e diminuir o sacrifício como meio de controle da população errante”, explica o autor, deputado federal Affonso Camargo (PSDB-PR). Pelo projeto, o Poder Público determinará os locais e as quantidades de animais a esterilizar em cada região, tendo como prioridade as comunidades de baixa renda. O Ministério da Saúde será responsável pelas despesas, mediante contrapartida dos municípios não inferior a 10%. Há boas chances de a emenda do Senado ser aprovada na Câmara. Se isso ocorrer, o projeto irá à mesa do Presidente da República, que poderá sanciona-lo ou não.

Postado por: Deyvid Lopes

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Samoieda




País de origem: Rússia
Tamanho: Grande
Área de Criação: Média
Agressividade: Média
Atividade Física: Moderada

Utilização: tração de trenós para carga e companhia
Tamanho: 50 a 60 cm
Peso: 23 a 26,5 quilos
Aspectos Gerais: o porte é médio, corpo moderadamente curto, musculado, substancioso e resistente.
Pelagem: dupla, com subpelo macio, curto, espesso, cerrado e lanoso, e o pelo é maior e mais áspero, reto e eriçado. Forma uma juba maior nos machos, em torno do pescoço e ombros. A cor é branca pura, branca e biscuit, creme e biscuit ou todo biscuit.
Longevidade: 10 a 12 anos
Temperamento: alerta, forte, ágil, companheiro, fiel, digno e gracioso

De origem siberiana, a raça foi desenvolvida por tribos nômades para exercer as funções de pastor de renas, puxador de trenó e companhia da família. O Samoieda é o mais próximo dos cães primitivos, sem qualquer influência de lobos ou de raposas. A longa convivência com humanos o tornou compreensível e alegre, grande guardião, protetor, feroz, mas não sem controle. Apresenta expressão sorridente peculiar que os cinófilos chamam “Sorriso do Samoieda”. Como cães de trabalho, os Samoiedas foram insuperáveis nas expedições ao Ártico e Antártica. Uma matilha de Samoiedas conseguia arrastar trenós com suprimentos que chegavam a superar o peso somado dos cães em uma vez e meia.
Os primeiros exemplares chegaram à Inglaterra há menos de 100 anos e, atualmente, são vistos em todas as exposições. É um cão de característica nobres, até mesmo quando filhotes, sendo chamados de “Ursinho de Pelúcia”. Além disso, é um grande guardião, gentil, bom, forte e muito adaptável. No Brasil, as exposições nacionais já contam com um bom número de exemplares nas apresentações.

DESCENDÊNCIA NOBRE A Rainha Alexandra era grande admiradora da raça e os descendentes de seus cães são encontrados hoje na maioria dos canis Ingleses e Americanos.

Postado por: Deyvid Lopes

sábado, 26 de junho de 2010

Muares

Em seu significado moderno comum, uma mula é o indivíduo (fêmea), resultante do cruzamento de um jumento com uma égua.
O macho resultante desse cruzamento é chamado burro, enquanto a espécie é denominada muar. O cruzamento das mesmas espécies genitoras, porém invertidos os sexos (portanto, cavalo x jumenta), dá origem a um animal diferente, o bardoto.
A mula e o bardoto são, normalmente, chamados de bestas.
O termo besta (Latim bestia) refere-se a um "híbrido" estéril, resultante do cruzamento entre duas diferentes espécies.
Devido ao fato de o cavalo possuir 64 cromossomas, enquanto o jumento possui 62, resultando em 63 cromossomas, as mulas são, quase sempre, estéreis. São raros os casos em que uma mula deu à luz. Com efeito, desde 1527, data em que os casos começaram a ser arquivados, apenas 60 ocorrências foram registradas.


Os cruzamentos

São raros os casos em que uma mula deu à luz. Desde 1527, data em que os casos começaram a ser arquivados, apenas 60 ocorrências foram registradas. Diz-se que um muar é um ponto final na biologia dos equídeos, um híbrido estéril que resulta do cruzamento entre duas espécies diferentes—os Eqüinos e os Asininos. Os romanos tinham um ditado a propósito de acontecimentos impossíveis: cum mula peperit, que é como quem diz, “quando a mula parir!”. Mas, existem casos isolados de mulas férteis. Ao todo, a História registra algumas dezenas de mulas férteis, no mundo inteiro. Os partos comprovados cientificamente não chegam a meia dúzia. Em Portugal, uma mula teve uma cria—fizeram-lhe análises citológicas, de DNA, testes de fertilidade e ganhou um lugar no pódio das raridades (Tereza Raquel, in Visão, 6 de Setembro de 2001). Uma mula Pampa, de 13 anos de idade, foi utilizada como receptora de um embrião de Equino, da raça Paint Hourse, em agosto de 2005, parindo em julho de 2006, no Haras Cafalloni, no município de Pindamonhagaba-SP, Brasil. Confirma-se, então, que—embora a grande maioria das mulas seja infértil—podem ser utilizadas como receptoras e têm habilidades maternas para cuidarem de suas raríssimas crias naturais ou artificiais.

Mula de Iúna - ES é campeã nacional

Uma mula e seu treinador foram considerados os melhores do Brasil em uma competição que aconteceu este mês em Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais. O animal de Iúna está sendo treinado há dois anos. Esse foi o 21° título. O Nacional foi o primeiro que o Espírito Santo ganhou na categoria.
Mas a mula não seria campeã se não fosse o treinador Jackes Bruno Gomes, que trabalha com animais há 6 anos e há dois treina o animal, fazendo a doma racional. Depois de tantas premiações, a "Princesa do Caparaó" hoje está valendo R$150 mil e se tornou a mula mais cara da região. Segundo o treinador, esse tipo de animal pode ser vendido por até R$ 200 mil. A valorização está relacionada com a forma física da mula e também com as premiações que estão acumuladas. “Essa mula é um cruzamento de jumento da raça “Pêga” com égua “Mangalarga Paulista”. No sul são poucos os criadores de mulas, mas o mercado está em expansão, já que eles têm um bom desempenho.


As mulas vistas pelo olhar de apaixonados por estes animais

As mulas e os burros são animais que têm grande aptidão para o serviço. São muito utilizados na lida diária, os animais são completos, a mula é usada para tudo para prova, para concurso, para trabalho de lida na fazenda. O muar hoje é universal.
Os animais também são destaque em competições. Em feiras e concursos da raça, mostram delicadeza. Atualmente busca docilidade, agilidade, comodidade e está sempre trabalhando em prol destas características
A mula Granfina é campeã nacional com mais de 400 quilos, ela está avaliada em mais de R$ 100 mil e requer cuidados. É o xodó do criador Robson Sankara. “É tratada com ração de qualidade, com treino de qualidade, vive em cocheira, solta um piquete somente para poder desestressar. É um animal tratado a pão-de-ló, como diz o povo”, conta o criador.
No julgamento de marcha são avaliados - comodidade para quem monta movimentação de membros, estilo, diagrama de marcha (tempos de tríplices apoios no solo), estabilidade de corpo e regularidade durante todo concurso. Todos estes quesitos são avaliados durante um período de aproximadamente 30 a 40 minutos.
Postado por Alexandre Breder

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Cólica em Eqüídeos

Este é o mal que mais mata atualmente

É muito comum os cavalos deitarem para espojar (rolar) para se sentirem mais confortáveis e espreguiçarem um pouco, costumam até ficarem um pouco deitados, mas logo se levantam.
Quando os eqüídeos de forma geral ficam durante longo tempo deitados e principalmente gemendo pode saber que a situação não está boa pra ele.
A cólica é o mal que mais mata os eqüídeos atualmente.
Os animais confinados em baias (cocheiras) têm uma tendência muito grande de terem cólicas muito sérias e seguidas, devido ao tipo de tratamento que é oferecido em alguns lugares.
Um conselho que muitas pessoas não conseguem seguir é o de deixar o animal o mais solto possível e dar a ração (concentrado) como complemento da alimentação e não como principal alimento oferecido ao animal.
Uma atitude que pode ser feita é a de oferecer as pontas do capim de capineira (sem o talo) diretamente no cocho sem passá-lo na picadeira.
Oferecer pontas de capim do tipo gordura, grama estrela, tifton e outros, principalmente se estiverem mais secos fazem o cavalo salivar mais e a saliva é rica em sódio que ajuda na digestão dos animais e faz com que o fluxo intestinal seja muito melhor evitando e muito as ocorrências de cólicas.

Postado por Alexandre Werner Breder
Haras 2 Irmãos

sábado, 19 de junho de 2010

Calopsitas

Calopsita é uma linda ave de origem australiana bastante difundida no mundo todo, inclusive aqui no Brasil já há bastante tempo! No seu habitat natural, costuma viver em regiões desérticas, chegando a viajar quilômetros de distância, em bandos, a procura de alimento, próximo às águas dos rios.
Predominantemente cinza na Natureza, ao longo do tempo foram surgindo variedades em sua coloração pelas mãos do Homem, o que chamamos de "mutações".
Realmente a Calopsita é muito especial! Seu jeito curioso e amigável, sua inteligência, deixam-nos encantados! A facilidade em reproduzir sons, assobiar, imitar palavras, e de ser domesticada, faz com que, cada vez mais, pessoas busquem nesse pássaro um animal de estimação! Veja a seguir algumas dicas de como melhor se relacionar com sua ave, e aprender um pouquinho a conhecê-la!

CARACTERÍSTICAS



Nome/Espécie: Calopsita (no Brasil) Caturra (em Portugal) Cockatiel (na língua inglesa) Perruche calopsitte (na língua francesa) Lorito de Copete (na Espanha)
Família : Cacatuidae
Ordem : Psittaciformes
Origem : Nativos da Austrália, aonde podem ser vistos na natureza, vivem em regiões áridas e semi-áridas do país. Ave nômade, costuma voar em bandos acompanhando o ciclo das chuvas, em busca de alimentos. A reprodução ocorre no período das chuvas, pois a criação de filhotes fica ajustada à disponibilidade de grãos e frutos justamente nessa época.
Caracteristicas : A calopsita é um pássaro que vem conquistando cada vez mais as pessoas pelo seu jeito amigável e interativo, principalmente quando domesticado. Apegam-se facilmente aos seus donos e os reconhecem de longe. Muito participativas e brincalhonas, são alegres e divertidas! É considerada uma ave sociável, pois convivem bem com algumas espécies menores, desde que instalados em espaço adequado.
Tamanho : 30 cm (em média, quando adultos)
Peso : 85-120 gramas
Longevidade : variável, dependendo se na natureza ou em cativeiro, podem chegar a 25 anos aproximadamente
Maturidade sexual : por volta dos 12 meses de vida
Reprodução : ano todo
Postura : 3 a 7 ovos (média)
Incubação : de 18 a 23 dias
Observação importante :
Pela legislação ambiental brasileira, a calopsita é considerada ave doméstica, conforme portaria nº 93 do Ibama.
Aves domésticas são aqueles que, através de processos tradicionais e sistematizados de manejo e melhoramento zootécnico, tornaram-se domésticos, possuindo características biológicas e comportamentais em estrita dependência do homem, podendo inclusive apresentar aparência diferente da espécie silvestre que os originou. Portanto, a calopsita não é uma ave cuja criação, comércio e posse é controlado pelo IBAMA.

Postado por: Deyvid Lopes

sábado, 12 de junho de 2010

Parvovirose


PREAMBULO - É virose das mais conhecidas e das mais contagiosas entre os cães domésticos, sendo também chamada por Enterite Canina Parvoviral. Ataca mais os cães jovens que os adultos, talvez pelo fato destes últimos serem mais resistentes pela imunidade naturalmente adquirida; Era desconhecida até o Verão de 1978 nos Estados Unidos, quando ocorreu de forma epizoótica, e dali espalhando-se rapidamente para o resto do mundo, atingindo inclusive o Brasil, onde hoje existe de forma enzoótica. Apresenta alta mortalidade, principalmente entre cães jovens, principalmente àqueles de raças puras ou animais mais fracos ou debilitados por verminoses ou outras moléstias, inclusive carenciais.
ETIOLOGIA - A doença é causada por um vírus de tamanho extremamente pequeno, classificado entre outros que atacam ratos, porcos, gado bovino e o homem, além de outros animais; No homem, a Parvovirose aparentemente combina com outros adenovirus, causando infecções do trato respiratório superior e dos olhos, nestes últimos causando uma conjuntivite. Devido tal circunstância, pode a doença ser classificada como Zoonose, por ser comum ao homem e ao cão.
SINTOMATOLOGIA - No cão, a doença se estabelece principalmente no aparelho digestivo, de início provocando elevação térmica que pode atingir altos índices (41 graus Celsius), exceto em animais adultos mais velhos nos quais ocorre hipotermia. Nessa fase chama a atenção o fato do animal se tornar sonolento e sem apetite, quando ocorrem também vômitos incoercíveis; Alguns animais apresentam também tosse nessa fase, além de inchaço dos olhos ou inflamação da córnea (conjuntivite). O mal começa repentinamente, e sem tratamento o animal vem a sucumbir à infecção em poucos dias.
LESÕES ANATOMO-PATOLÓGICAS - Além do estômago, inflamam-se também os intestinos, principalmente as porções delgadas (duodeno, jejuno e íleo), e com eles também anexos do fígado, adquirindo então as fezes aspecto esbranquiçada ou cinzenta, o que denota deficiência de bile na luz intestinal, consequente à dificuldade de escoamento da mesma, que continua não obstante a ser elaborada no fígado, porém por se encontrarem inflamados tanto intestinos quanto a porção de desembocadura do canal escretor do fígado (colédoco), denominada Ampola de Vater , fica a bile retida na visícula biliar, encontrada esta sempre repleta de bile. Apresentam-se os intestinos, com a evolução da doença, fortemente inflamados, principalmente sua camada mais interna, denomina mucosa, com manchas hemorrágicas (em forma de petéquias - pontos), em quase toda sua extensão.
TRATAMENTO - O tratamento dos cães acometidos de Parvovirose consiste basicamente em aplicar-lhes via parenteral e mesmo oral, soluções isotônicas de sais minerais, principalmente de glicose, associadas à vitaminas, principalmente a Vitamina C e a Vitamina B6, esta última devido sua ação anti-hemética. A vitamina C ajuda a proteger as mucosas contra a agressão sofrida pelo vírus, e a Vitamina B6 tendo efeito anti-hemético, virá ajudar o tratamento evitando desidratação do animal pelos votos concomitantes e incoercíveis durante a evolução da doença), ajudando assim no tratamento.
Existe também, o chamado soro-hiperimune ou gamaglobulina específico contra a doença, que na fase inicial e quando os orgãos ainda não lesados, surte efeito terapêutico. Antibióticos como a Ampicilina e o Cloranfenicol devem também ser administrados, para prevenirem ou combaterem as infecções secundárias causadas por germes de associação que agravam o quadro patológico, não tendo no entretanto, qualquer ação contra o vírus causal, como é sobejamente sabido.
PREVENÇÃO - O animal doente deve ser isolado de outros animais, e mesmo do homem, afim de impedir-se a propagação do mal. Para a prevenção da virose, existem Vacinas especificamente preparadas por cultura do vírus em ovos embrionados, vacinas essas que conferem imunidade razoável,sendo tais vacinas classificadas como de vírus vivo atenuado por passagem em meio de cultura artificial. Animais levados para exposições ou que tenham tido contato recente com animais enfermos do mal (e que não tenham sido vacinados na época própria), poderão receber o Soro Hiperimune (gamaglobulina), como medida profilática que pode evitar seja a doença instalada nesses animais.
IMUNIZAÇÃO - Deve a Vacina contra a Parvovirose ser aplicada preferentemente nas fêmeas antes do cio e subsequente gestação, mesmo que tenham sido anteriormente imunizadas, pois recebendo uma nova dose da vacina, terão sua imunidade aumentada durante a gestação, e a oportunidade de através da circulação inter-placentaria conferirem a seus futuros filhotes uma razoável imunidade passiva. Posteriormente ao parto, então já na fase de aleitamento de suas crias, tal imunidade conferida pela vacina aplicada na mãe será através do leite (principalmente o primeiro leite, chamado de colostro), transmitida aos filhotes recém nascidos pelos anticorpos contidos nesse primeiro leite, prevenindo então os filhotes contra a doença, até que venham os mesmos atingir idade em que já possam também serem, com eficiência, imunizados com a mesma vacina. A primeira dose é recomendada ser aplicado nos filhotes, quinze dias após o desmame, ou seja, por volta de 45-60 dias de vida. Revacinações anuais são também recomendadas, tanto aos filhotes quanto aos animais mais velhos susceptíveis de também virem a contrair a doença.
Postado por: Deyvid Lopes