sábado, 5 de junho de 2010

Leishmaniose Canina

O que é leishmaniose?
A Leishmaniose canina é uma doença parasitária transmitida pela picada do mosquito infectado (fêmeas da espécie Lutzomia longipalpis - também conhecido por mosquito-palha). Trata-se é uma doença sistêmica grave, de curso lento e crônico. Trata-se de uma zoonose portanto merece sua importância na saúde pública












O calazar canino, do ponto de vista epidemiológico, é considerado mais importante que a doença humana, pois além de ser mais prevalente, apresenta um grande contingente de animais infectados com parasitismo cutâneo, que servem como fonte de infecção para os insetos vetores. Estas características tornam o cão doméstico o principal reservatório do parasito. Durante epidemias o homem também pode servir como reservatório do parasito, para a infecção do inseto vetor.

Sintomas:

  • Perda de peso e/ou falta de apetite
  • Apatia e debilidade
  • Seborréia, feridas que não cicatrizam
  • Crescimento rápido das unhas
  • Anemia
  • Inchaco dos ganglios
  • Insuficiencia Renal
  • Diarreias persistentes, vomitos
  • Lesoes Oculares (conjuntivites)
  • Hemorragia nasal (epistaxe)
  • Ferimentos ao redor dos olhos e na pele

Vale a pena lembrar que a grande maioria dos cães, 60% são assintomáticos

Como prevenir?
Pode-se prevenir a leishmaniose através na vacina, uso de coleiras apropriadas e repelentes a base de citronela de preferência. O flebótomo , o mosquito-palha, é um inseto bem pequeno e costuma se reproduzir em locais com muita matéria orgânica em decomposição. Portanto evitar acúmulos de lixo de casa é uma maneira contribuir para a saúde do meio ambiente e ao mesmo tempo evitar a proliferação dos mosquitos. Lembre-se lugar de lixo é no lixo

Controle da Doença:
A expansão da doença canina e seu potencial zoonótico levaram, por parte das autoridades sanitárias, o direcionamento do controle para a população canina, baseado no inquérito sorológico e sacrifício dos cães positivos. Com a argumentação de que a carência econômica existente no país aumenta o contingente de humanos susceptíveis, em decorrência principalmente da desnutrição e condições inadequadas de vida, o sacrifício dos cães tem sido nas últimas 4 décadas a base de controle adotada no Brasil. Esta prática é hoje inaceitável na Europa e cada vez mais contestada pelos proprietários de cães e pela comunidade de veterinários de pequenos animais, sobretudo pelo crescente número de publicações científicas sobre o tratamento canino.

Os esforços para o controle dos vetores são direcionados, principalmente para as formas adultas dos flebótomos, pois os criadouros da maioria das espécies são ainda desconhecidos. O uso de inseticidas residuais (DDT, fosforados e piretróides sintéticos) no interior das casas e abrigos de animais é considerado eficiente para reduzir a população peridoméstica dos flebótomos e conseqüentemente a transmissão parasitária. Entretanto o efeito é temporário e exige um programa contínuo. No Brasil as ações de controle do vetor foram sempre descontínuas por diversas razões. A liberação de verbas, a alocação e contratação de mão-de-obra dependem de decisões políticas orçamentárias. Os programas que são implementados não surtem o efeito esperado e como conseqüência ocorre a reinfestação dos ambientes e reaparecimento de casos humanos e caninos de calazar. Ainda não foram relatados, no Brasil, casos de resistência aos inseticidas comumente utilizados.
A eutanásia de cães soropositivos é uma medida de controle recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), contudo a própria entidade reconhece que existem cães de grande valor afetivo, econômico e prático e por isso não podem ser indiscriminadamente destruídos. Profissionais ligados aos órgãos públicos de controle a leishmaniose visceral observam que o momento da busca do cão para eliminação é carregado de forte componente emocional, significando a determinação da “sentença de morte” para um “membro da família” dada a significância que o cão tem no ambiente familiar. Este sentimento faz com que muitos proprietários de cães não aceitem esta estratégia de controle, proporcionando alto índice de recusas, contribuindo para a manutenção da cadeia de transmissão. São necessárias, adoção de medidas alternativas que possam suprimir esta lacuna no controle, além de diminuir o ônus emocional que a mesma representa.
Entretanto, a resistência por parte dos proprietários em entregar os cães para a eutanásia, baseia-se não somente no papel que o cão assume no contexto familiar. Principalmente nos meios urbanos, estes animais executam diversas funções como: guarda, salvamento, guia de paraplégicos, prática de esportes, repressão à criminalidade e ao tráfico de drogas, além do valor cinófilo de alguns exemplares.
O conhecimento de que a doença canina não é uniformemente fatal e que alguns cães podem apresentar cura espontânea, levou a comunidade científica médico-veterinária à experimentação de tratamento dos animais. Os resultados obtidos conduziram a protocolos bem sucedidos já aplicados em alguns países. A OMS reconhece que a eutanásia dos cães infectados, na maioria dos países, se reserva cada vez mais para casos especiais, como resistência aos fármacos, recaídas repetidas ou situações epidemiológicas perigosas, pois a maioria dos veterinários preferem administrar um tratamento antileishmaniótico, acompanhando atentamente as recaídas.
Os mesmos estudos indicam que a opção pela eliminação de cães, deveria ser em escala de importância, a terceira medida adotada. Outra crítica a esta opção, é a pouca agilidade observada entre a coleta de material, realização do diagnóstico e a ação de busca de cães infectados e sua eliminação, caso fosse realizada de forma ideal, isto é, baseada em melhores técnicas diagnósticas de forma ágil, poderia resultar em algum impacto sobre a transmissão, porém apenas de forma linear. Neste contexto, os autores verificaram que o tratamento canino reflete significado semelhante ao do sacrifício no controle de leishmaniose visceral canina.
Uma medida direcionada à população canina que não pode ser esquecida é o controle de cães vadios, modestamente realizados nos centros urbanos brasileiros, que deveria ser assumida como prioridade, pois estes animais podem ser veiculadores não somente de Leishmaniose , mas também de outros agentes zoonóticos.


Tratamento:
O tratamento do calazar canino é visto, no contexto do grande avanço de qualidade da assistência veterinária. As opções de protocolos distintos conferem aos pacientes grandes possibilidades de melhora clínica e menores índices de recidivas. Entretanto, são prolongados com o tempo tornam-se caros e em alguns casos são ineficientes.
A opção pelo tratamento de um cão com calazar deve considerar parâmetros ligados à condição clínica do paciente e a participação consciente do proprietário, os quais irão determinar os critérios de tratamento e sua viabilidade. O paciente deve ser avaliado pelo médico veterinário através de detalhado exame clínico e laboratorial, que inclui a confirmação do diagnóstico sorológico, com determinação do limite da diluição positiva e da presença do parasito em amostra de pele, punção de linfonodos e de medula óssea, através de técnicas citológicas ou histológicas. Exames complementares de hemograma, testes bioquímicos de função renal e hepática e perfil eletroforético das proteínas séricas, permitirão ao clínico prognosticar e decidir sobre a indicação do tratamento. Infecções concomitantes como babesiose, erlichiose, demodicose, escabiose, hepatozoonose, criptococose e dirofilariose devem ser consideradas a fim de se estabelecer a prioridade de tratamento entre as enfermidades diagnosticadas.
Confirmada a doença e apresentando o animal condições para execução do tratamento, é de suma importância o diálogo franco com seu proprietário. O esclarecimento detalhado sobre a doença, sua condição de enfermidade crônica e incurável, a necessidade de medidas profiláticas concomitantes ao tratamento e seus custos devem ser relatados. Entre os custos, incluem-se medicamentos, serviços veterinários e exames laboratoriais realizados trimestralmente.
A opção pelo tratamento só se dará mediante a confirmação da qualidade clínica do paciente associada ao compromisso do proprietário.
Postado por: Deyvid Lopes

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Animais Mortos. O que fazer?



Nas criações, o descuido na destruição dos animais mortos gera uma série de problemas que podem ser assim resumidos:



  • incomodo proporcionado por um cadáver em putrefação ao ar livre;

  • perigo de propagação de diversas doenças, feita por meio de urubus, cães, moscas, pó e água;

  • a perda de outros animais contagiados pelos restos insepultos e não destruídos.

  • O enterramento em profundidade insuficiente e a incineração incompleta não resolvem os citados problemas.A incineração deve reduzir o corpo do animal a cinzas. A sua execução não é fácil nem barata, pois um animal de 500 quilos, para ser bem incinerado, necessita de 200 quilos de lenha e alguns litros de querosene ou gasolina.Para ser eficiente, a incineração precisa ser feita da seguinte forma:

  • junto ao lugar onde se encontre o animal morto, abre-se um buraco retangular de 1,60 metros de comprimento por 0,80m de largura e 0,60m de profundidade;

  • no seu interior espalha-se o combustível;

  • na boca do buraco colocam-se diversas barras de ferro formando uma grelha. Sobre a grelha coloca-se o cadáver;

  • antes de acender o fogo, rasga-se com uma faca a cavidade abdominal do animal morto, a fim de ser evitada a expulsão violenta de gases e líquidos com a elevação da temperatura.

  • O enterramento também pode ser eficiente, desde que seja bem feito, de acordo com as seguintes indicações:

  • os restos devem descansar no fundo de uma cova, ficando livre pelo menos um espaço de 0,50 metros até a superfície do terreno;

  • antes da cobertura, devem ser tapados com terra os espaços vazios em torno do cadáver;

  • depois será colocada em toda a extensão da cova uma camada de 10 cm de cal viva, que deverá, finalmente, ser coberta com uma camada de terra bem socada.

O local onde o animal morreu deverá ser queimado, e todos os utensílios usados deverão ser desinfectados. Sempre que possível, o animal deverá ser enterrado ou incinerado no próprio local da morte, a fim de que não seja arrastado por outros locais.
Em um estabelecimento de criação bem organizado deve ser destinado, a cemitério, uma pequena área de terreno. Então, o transporte dos cadáveres será feito com os devidos cuidados, sobre uma zona especial que será desinfectada logo depois de utilizada.
Os fornos crematórios e digestores, embora eficientes, são caros e em geral não estão ao alcance do criador comum.
A pele de animais mortos de doença não contagiosa pode ser aproveitada, assim como a carne de animais vitimados por acidentes, como coices, chifradas ou quedas.


Postado por: Natalia Mayrinck

As Pegadas dos Animais



Examinando as marcas que as patas dos bichos deixam na neve, no lodo, na areia, na terra, é possível dizer muito a respeito do animal, que vida ele leva, se é herbívoro ou um caçador. As patas com dedos reunidos por membranas denunciam hábitos aquáticos. As marcas de cascos, que são unhas transformadas, denunciam o corredor das planícies, tipo cavalo ou boi, ou então um escalador das montanhas, tipo cabra saltadora. As marcas mais leves dos cães e gatos denunciam o caçador sorrateiro. E a marca de pata peluda do urso polar nos dizem de seu "freio".
A pata do urso polar, além de ser um órgão natatório, é principalmente um "órgão para dar patadas", isto é, golpes mortíferos sobre a caça. Para isso ele desenvolveu unhas respeitáves. Uma só destas patadas, se bem aplicada, pode matar um homem, seja pela força, seja pela ferida produzida com as unhas. Além disso, apesar de sua aparência sonolenta, é um urso rápido.
Plantígrados
Urso marrom
Urso branco ou polar
Canídeos
Raposa
Chacal
Cão
Lobo
Insentívoros
Musaranho
Toupeira
Ouriço
Felídeos
Gato doméstico
Gato selvagem
Arminho
MartaTourão
Ginetafuinha
Visão
Lontra
Texugo
Glutão
Ungulados - são bichos de casco em geral
Camurça
Capréolo
Cabra-dos-montes
Gamo
Javali
Cervo
Cavalo
Vaca
Bisão
Alce
Rena
Roedores
Rato do Campo
Rato Doméstico
Rato do mato
Ratazana
Arganaz
Rato vesguinho
Marmota
Esquilo
Rato almiscarado
Coelho
Lebre
Lebre alpina
Miopótamo
Castor
Postado por: Natalia Mayrinck

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Golden Retriver




País de origem: Grã-Bretanha
Tamanho: Grande
Área de Criação: Média
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Moderada

Utilização: caça e companhia
Tamanho: 56 a 61 cm para machos e 51 a 56 cm para fêmeas.
Peso: 27 a 34 quilos.
Aspectos Gerais: ágil, com uma cabeça forte e nobre, um olhar doce, uma expressão risonha, inteligente e alegre e compleição física robusta.
Pelagem: a pelagem é medianamente longa, ondulada ou lisa, com franjas, subpelo espesso e resistente a água. As tonalidades aceitas vão do creme muito claro (praticamente branco) ao dourado-escuro.
Longevidade: 13 a 15 anos.
Área de Criação: adaptável desde apartamentos a grandes fazendas.
Temperamento: atencioso, companheiro, carinhoso, inteligente e fiel.

Especialistas acreditam que a raça passou a ser desenvolvida em meados do século 19, quando o escocês Dudley Marjoribanks, Lorde de Tweedmouth, adquiriu Nous e o acasalou com uma fêmea da extinta raça Tweed Water Spaniel. Ele procurava um cão inteligente, com habilidade suficiente para buscar a caça na terra e na água, calmo e com excelente faro.
Por mais de 20 anos, o Lorde de Tweedmouth trabalhou no melhoramento de sua criação e, para obter mais qualidade na linhagem, cruzou seus cães com as raças Wavy-Coats e Setter Irlandês. Com o tempo, o trabalho de seleção do Lorde deu origem à linhagem Ilchester, de característica muito semelhante às do Goldens atuais. Alguns especialistas afirmam que a raça Bloodhound também teria sido utilizada no desenvolvimento do Golden Retriver, mas até hoje não há dados que comprovem esta afirmação.
Introduzida há cerca de 20 anos no Brasil, o Golden tem sido usado ao longo dos anos para desempenhar diversos tipos de tarefas, incluindo as Terapias Assistidas por Animais (TAAs), junto a asilos e entidades – um trabalho que os cães da raça fazem sem muito esforço, já que apresentam grande facilidade de aprendizado.
Considerando um cão rústico, que alia inteligência, fidelidade e companherismo, qualidades que tem aumentado a sua popularidade no mundo. O Golden pode ser criado tanto em fazendas, sítios e quintais quanto em apartamentos.

CRONOLOGIA Em 1890, os primeiros exemplares da raça chagaram aos Estados Unidos e Canadá. Treze anos depois, a raça foi aceita pelo Kennel Club na Inglaterra, onde foi chamada de Flat-Coasts-Golden. Já no ano seguinte, um Golden garantiu o primeiro lugar em uma prova de campo. No entanto, a raça só foi reconhecida oficialmente em 1911, com a Fundação do Golden Retriver Club of England. Daí em diante, o Golden passou a ser difundido nos EUA e se popularizou em todas as partes do mundo, especialmente na Europa, EUA e Japão.


Postado por: Deyvid Lopes

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Doença - Babesiose


A Babesiose é uma doença parasitária, não transmissível ao homem. Seu agente transmissor é o carrapato Rhipicephalus sanguineus, que parasita e destrói as células sanguíneas do animal causando anemia podendo, inclusive, levá-lo à morte.
O carrapato se contamina pela Babésia ao se alimentar do sangue de um animal já contaminado e, ao picar um animal sadio, dá continuidade ao ciclo de contaminação.
Uma vez contaminado, o animal apresenta como sintomas a perda de apetite, febre, desânimo, fezes acompanhadas de sangue, palidez nas mucosas conjuntiva e bucal, além de sangramentos no nariz, boca e ponta das orelhas.
Em alguns casos, filhotes com 8 a 12 semanas de vida podem estar imunes à doença graças aos anticorpos herdados da mãe. Geralmente, os animais mais suscetíveis aos efeitos da doença são aqueles que estejam debilitados (não totalmente saudáveis) ou estressados.
Na fase crônica da doença, a destruição das células sanguíneas é menor do que nos casos agudos, o que causa o aumento do baço e o surgimento de icterícia (amarelão).
Os sintomas acima descritos podem levar semanas ou meses para que se tornem evidentes. O tempo para que esses sintomas se manifestem varia de acordo com as condições de saúde do animal, a raça, a idade, o número de carrapatos encontrados no animal. Tudo somado a uma série de fatores e condições do ambiente onde vive o animal.
Quanto mais cedo for diagnosticada a doença, maior será a eficácia do tratamento e menor o risco de mortalidade. Para isso, são realizados exames clínicos, hemogramas para detectar o parasita e um histórico de infestação de carrapatos no animal.
O tratamento da Babesiose abrange dois aspectos: o combate ao carrapato causador da doença (com a utilização de produtos para limpeza, desinfecção e manutenção da limpeza do ambiente para que fique livre dos carrapatos e o uso de produtos veterinários como sprays, xampus e coleiras anti-carrapatos) e a neutralização dos efeitos e prejuízos causados pela doença (com o auxílio de medicamentos, incluindo corticóides, sempre a critério do veterinário responsável).
Todas os meios de prevenção são úteis pois, mesmo depois de curado da doença, caso o animal seja novamente atacado por um carrapato contaminado, nada impede que seja outra vez infectado pela doença.

Postado por: Deyvid Lopes
O agente transmissor da babesiose é o carrapato Rhipicephalus sanguineus, esse da imagem abaixo.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Aquário (Parte 2)

ÁGUA DOCE X SALGADA Sem dúvida alguma, os peixes de água salgada chamam mais atenção por suas colorações vivas e alegres. Além disso, é possível incluir no habitat corais com formas e cores peculiares. “O aquário marinho parece mais difícil, mas uma vez estabilizado, com a iluminação e filtros corretos, ração e troca de água, ele próprio se autoajuda sustentando-se sozinho. Já o aquário de água doce precisa de cuidados sempre, devidos às oscilações que sofrem, independente dos cuidados prestados”, esclarece Eduardo Held da Silva. O aquário de água marinha também necessita de um equipamento chamado Skimmer, que remove as substâncias protéicas presentes em excesso na água. “O aquário salgado também deve ter uma temperatura de água mais baixa do que o aquário de água doce e necessita de um melhor controle de parâmetros químicos da água”, alerta Eduardo Reinert Barros. Para quem dispõe de pouquíssimo tempo pra se dedicar, ele recomenda o peixe de água doce Betta. “É um peixe bonito, resistente e, por ser territorialista, vive bem sozinho e em ambientes pequenos. Mesmo se estivessem em um lago enorme permaneceriam apenas em um pequeno território. Gostam de água calma e conseguem aproveitar o oxigênio do ar, portanto, não necessitam de bombas de circulação de água e oxigenação”.

MANUTENÇÃO A manutenção correta do aquário, de água doce ou marinha, é essencial para a sobrevivência e bem-estar dos peixes. “O aquário NUNCA deve ser lavado e desmontado como algumas pessoas costumam fazer. Isso destrói toda a microbiologia responsável pela filtragem da água. Apenas deve ser feita uma troca parcial de água que, dependendo do aquário e dos peixes, pode ser diária ou mensal. A água deve ser aspirada do fundo do aquário, o que ajuda a remover o excesso de sujeira”, recomenda Eduardo Reinert Barros. Se o nível de sujeira estiver acima do normal, ele também aconselha a realizar uma limpeza dos vidros e equipamentos e trocar os componentes do filtro, que retém a sujeira visível da água.
Para os aquários marinhos, a conservação é um pouco mais complexa e inclui a instalação de um skimmer, a reposição de nutrientes para aquários de coral e a manutenção da água em pouco mais fria que os de água doce.

ALIMENTAÇÃO E SAÚDE Além da higiene correta do habitat, os peixes necessitam de uma alimentação balanceada para se manterem saudáveis. A grande maioria das espécies precisa ser alimentada uma ou duas vezes ao dia. “Os peixes de água doce se alimentam de ração em flocos ou granulada. Os de água salgada se alimentam de rações específicas para diferentes espécies, além de alimentos vivos e até de peixinhos menores”, orienta Eduardo Held da Silva. Se o peixe parar de se alimentar, ficar apático, nadar para superfície em busca de oxigênio ou para o fundo por fraqueza, é hora de procurar ajuda de um especialista, afirma Eduardo Reinert Barros. Outros fatores que sinalizam que o peixe está doente, segundo Eduardo Held da Silva, são escamas ouriçadas e sem brilho, pontos brancos no corpo (uma espécie de algodão grudado), nadadeiras desfiadas, respiração e, dependendo da doença, o peixe se coça raspando-se nas pedras.

Postado por: Deyvid Lopes

terça-feira, 25 de maio de 2010

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS

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  1. Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
  2. Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
  3. Nenhum animal deve ser maltratado.
  4. Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
  5. O animal que o homem escolher para companheiro não deve nunca ser abandonado.
  6. Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
  7. Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
  8. A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.
  9. Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
  10. O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

Postado por: Natália Mayrinck

Informativo 4

Quer montar um aquário??? Vão ai algumas dicas para você (Parte 1)


VIDA AQUÁTICA
A NATUREZA EM SUA CASA

Manter um aquário em casa, de água doce ou salgada, é muito mais fácil do que se imagina. Cuidados básicos na montagem resultam em tranqüilidade por muito tempo. E os peixes ornamentais também são um ótima companhia. Estudos indicam que o hábito de observar peixes mantém as pessoas calmas e alivia o estresse. “Os peixes são independentes, brincalhões e alguns fazem gracinha para os donos, como comer nas mãos, se exibir”, explica Eduardo Held da Silva, gestor da área de aquários da Au Pet Store, em São Paulo. Outro ponto que facilita a manutenção de um aquário, segundo o médico veterinário especialista em peixes, Eduardo Reinert Barros, é que boa parte das espécies encontradas já nasceram em cativeiros e estão acostumadas a viver em aquário. “Se o aquário for bem montado, não há quase nenhum trabalho para os seus donos; na verdade é praticamente uma terapia antiestresse”, complementa Barros.

É importante analisar alguns critérios antes de adquirir um aquário: tempo disponível, tamanho e tipo de aquário, escolha das espécies e o quanto pretende investir na montagem. Cometer erros pode ser fatal tanto para os peixes como para o investimento. “Normalmente as pessoas escolhem mal os peixes do aquário ou são mal orientadas pelos lojistas e misturam peixes agressivos com peixes calmos; colocam peixes de água tranqüilas em aquários com muita circulação de água e vice-versa; alimentam peixes carnívoros com alimento para peixes herbívoros e vice-versa; deixam peixes em aquários com temperatura de água e PH bem diferente do que seria o ideal. Isso não é nada incomum”, explica Eduardo Reinert Barros. Ele também esclarece que trocar a água do aquário deixa o peixe estressado e pode levá-lo a choques de temperatura, PH, além de intoxicação com o cloro da água nova, muitas vezes levando à morte. O excesso de alimentação é outro fator apontado pelo especialista. “A má qualidade da água causa a morte dos habitantes do aquário. O Kinguio, por exemplo, é o peixe que mais sobre. Ele tem um grande apetite e as pessoas dão muita comida. A água fica suja e com excesso de amônia. As pessoas, então, lavam todo o aquário e, com isso, a biologia da água desaparece, não havendo nunca uma boa filtragem e a água continua sempre suja. Para agravar, este é um dos peixes mais sensíveis a amônia. São peixes que ultrapassam os 20 anos de idade, mas quando estão em aquários morrem precocemente entre dois e cinco anos”.

O mais importante em um aquário é a “saúde da água”. Eduardo Held da Silva observa que, além da qualidade da água nos aspectos físicos e químicos, é essencial ficar sempre atento aos peixes, corais ou plantas que for colocar para que nenhum esteja doente, o que pode acarretar uma grande perda e prejuízo. Ele ainda adverte que o tempo de iluminação e a manutenção da luminária, limpeza dos filtros e das paredes, são outros fatores fundamentais para a boa qualidade de vida no aquário.

Para quem deseja se iniciar no aquarismo, a recomendação é optar por um aquário de água doce, com Kinguios, Bettas e Lebistes. São espécies bastantes resistentes e não necessitam de muitos acessórios para a montagem do aquário. “Se o aquário for um pouco mais equipado, com filtro de água, bomba de circulação de água, termômetro, aquecedor e o aquarista tiver um pouco mais de experiência, terá uma infinidade de opções como discos, bandeiras, ciclídeos africanos, oscar, tetras, entre muitos outros. Se a pessoa for experiente, pode partir para os aquários marinhos, aquário de coral e aquários plantados”, esclarece Eduardo Reinert Barros. Para os aquários de água salgada, Eduardo Held da Silva indica o peixe clown (palhaço), o consagrado “Nemo” que, além de graciosos, são muito alegres e enfeitam qualquer aquário.


Postado por: Deyvid Lopes

Músculos da Face

Pessoal do 1º período de medicina veterinária segue ai os nomes dos músculos da face. Abraço!!!

Eqüino

Músculo cutâneo da face
Músculo masseter
M. elevador nasolabial – se divide em uma parte nasal e uma parte labial e entre eles possui o músculo canino.
Músculo elevador do lábio superior
Músculo malar
Músculo zigomático – tem origem no arco zigomático
Músculo Bucinador
Músculo Depressor do lábio inferior
Músculo mentoniano
Nervo Facial – possui 2 ramos – um ramo bucal dorsal e um ramo bucal ventral.
Músculo orbicular da boca
Músculo orbicular do olho
Músculo parotidoauricular
Veia angular do olho e veia dorsal do nariz, a junção das duas forma a veia facial
Veia facial e veia lingual, a junção das duas forma a veia lingofacial
Veia lingofacial e veia maxilar, a junção das duas forma a veia jugular externa.
Papila parotídea
Linfonodo mandibular
Glândula Parótida

Bovino

No bovino o músculo elevador nasolabial não tem as 2 divisões igual no cavalo.
Músculo depressor do lábio superior – tem no bovino, não tem no cavalo e no cão.
Músculo canino – fica entre o músculo elevador do lábio superior e o músculo depressor do lábio superior.
Músculo malar
Músculo zigomático
Músculo bucinador
Músculo depressor do lábio inferior
Músculo orbicular da boca
Músculo orbicular do olho
Músculo mentoniano
Músculo zigomático auricular
Glândula parótida
Linfonodo parotídeo
Músculo parotidoauricular
Músculo externo mandibular – não se encontra no cão e no cavalo
Glândula mandibular erquerda e direita
Linfonodo mandibular
Veia angular do olho e veia dorsal do nariz, a junção das duas forma a veia facial.
Veia facial e veia lingual, a junção das duas forma a veia lingofacial.
Veia lingofacial e veia maxilar, a junção das duas forma a veia jugular externa.


No cão

Músculo Depressor palpebral
Músculo retrator do ângulo lateral do olho

No cão não tem o músculo depressor do lábio superior e o músculo depressor do lábio inferior.

Músculo digástrico da mandíbula
Músculo frontal
Músculo temporal – responsável pelo fechamento da boca, ele que puxa o processo coronóide da mandíbula.
Músculo interescutular – fica entre as duas orelhas.
Músculo zigomaticoauricular
Músculo escutuloauricular superficial dorsal.
Músculo zigomático
Cartilagem escutiforme
Cartilagem anular
Cartilagem auricular – fica na orelha
Ramo bucal dorsal e ramo bucal ventral do nervo facial
Ducto parotídeo
Nervo auriculopalpebral – que se divide em ramo palpebral e ramo auricular
Glândula salivar mandibular
Linfonodos mandibulares
Glândula salivar parótida
Veia angular do olho e a veia dorsal do nariz se unem para formar a veia facial
Veia Facial e a veia lingual se unem para formar a veia lingofacial.
Veia lingofacial e a veia maxilar se unem para formar a veia jugular externa.
Veia labial superior
Veia labial inferior
Músculo masseter
Músculo orbicular do olho
Músculo orbicular da boca
Músculo bucinador
Músculo levantador nasolabial
Músculo mentoniano
Músculo parotidoauricular
Músculo elvador do lábio superior
Músculo canino
Veia submandibular
Músculo milohióideo
Músculo geniohióideo
Músculo genioglosso
Músculo hipoglosso
Músculo estiloglosso
Nervo hipoglosso

Postado por: Deyvid Lopes