quarta-feira, 21 de abril de 2010

Infuenza Equina

Definição

A influenza eqüina é uma doença viral altamente contagiosa, sendo em muitos países considerada a enfermidade respiratória mais importante da espécie. Afeta eqüídeos de forma geral, não se conhecendo predileção por raça ou sexo. Em geral afeta animais de 1 a 3 anos, mas podendo também ocorrer em qualquer idade.

Patofisiologia


Os vírus da influenza eqüina pertencem à família dos ortomixovírus. Existem 2 subtipos, influenza A/Equi-1 e influenza A/Equi-2, que são classificados de acordo com as características antigênicas das glicoproteínas de superfície, a hemaglutinina (HA) e a neuraminidase (NA). Os vírus A/Equi-1 possuem uma H7HA e uma N7NA e os vírus A/Equi-2, uma H3HA e uma N8NA.

Uma característica importante dos vírus da influenza é a capacidade de sofrer mutação antigênica, o que reduz o grau e o período de proteção conferida por infecção anterior ou pela vacinação, pois os anticorpos de reação cruzada são menos eficazes e duráveis do que os anticorpos homólogos no vírus neutralizante. Isso permite ao vírus evitar a neutralização por parte dos anticorpos presentes em determinada população eqüina, podendo assim continuar a infectar animais soropositivos. Isso é causado pelas mutações, sobretudo as que ocorrem nos genes com o código da HA e da NA, provocando alterações na natureza antigênica das glicoproteínas de superfície. Os vírus A/Equi-1 sofrem menos mutações antigênicas, de forma que são mais antigenicamente estáveis e menos patogênicos do que os vírus A/Equi-2 que sofrem intensa mutação antigênica.


Sistemas Afetados


Sistema Respiratório

A influenza é contraída através da inalação, sendo extremamente contagiosa. O vírus infecta as células epiteliais que envolvem as vias aéreas inferiores e superiores. A hemaglutinina é um componente-chave do vírus, pois permite às partículas virais se fixarem no epitélio e penetrarem na célula. A infecção do epitélio ciliar provoca perda dos cílios num período de 3-4 dias de infecção, o que compromete o mecanismo de depuração mucociliar. Isso predispõe as vias aéreas comprometidas a infecção bacteriana secundária.


Incidência/Prevalência


Ocorrência no mundo todo, exceto na Austrália e na Nova Zelândia, onde ainda não foram registrados casos de influenza eqüina. Trata-se de doença endêmica na América do Norte, Europa e América do Sul.

Postado por: Natália Mayrink

O MÉDICO VETERINÁRIO

É o melhor amigo do Cão, e de todos os outros animais.
No pensamento a convicção, com muitos sonhos e ideais.
Com critérios da Ciência, Genética Animal e Fisiologia.
A vida por excelência, no Veterinário toda maestria.

É o melhor amigo do Gato, e também de cada felino.
Saúde Pública de fato, com toda consciência e tino.
Na nutrição do animal, e na inspeção por segurança.
Protegendo o bem natural, por um futuro de esperança.

É o melhor amigo dos Bovinos, trabalha pela qualidade.
Conhecimentos cristalinos, acumulados em quantidade.
Pela cura com toda prevenção, por uma vida mais sadia.
Supervisiona com devoção, sabe Genética e Microbiologia.

É o melhor amigo dos Equinos, na frente e em disparada.
Animais Silvestres e Caprinos, ele é a pessoa indicada.
Tão ampla preparação, tem o conhecimento e a vontade.
Tem o amor e a vocação, o bem comum por finalidade.

É o melhor amigo dos Ovinos, e de cada Passarinho.
Desde os mais pequeninos, sempre com todo carinho.
Garante vida e melhoramento, com confiança perene.
É Saúde e contentamento, o Veterinário é higiene.

É o melhor amigo dos Suínos, e de qualquer criação.
Com projetos diamantinos, cuidando a boa reprodução.
Na Tecnologia de Alimentos, com Química e Morfologia.
Aos animais com sentimento, junto fazendo alegria.

É o melhor amigo da Fauna, benfeitor da comunidade.
Na reflexão com calma, trabalha para a humanidade.
Um agente da preservação, batalhador noite e dia.
O Veterinário é imensidão, é sensibilidade e poesia.

É o melhor amigo dos Humanos, preserva a natureza.
Do meio ambiente sem enganos, para a vida ser beleza.
Defende toda forma de vida, e aos animais em extinção.
Sua atividade é querida, a Veterinária é fascinação.


Postado por: Natália Mayrinck

Doenças causadas por pragas como carrapato e pulga

Que Coceira!!!


Há algo mais desagradável que ver seu cachorrinho se coçando por causa das pulgas e carrapatos? E pior de tudo é o trabalho que dá para acabar com uma infestação dessas pragas. Esses parasitas são os mais comuns nos animais domésticos e, além de causar muito incômodo e desconforto a seu pet, eles provocam doenças que na maioria dos casos são fatais. As mais comuns são a babesiose, a erliquiose e a febre maculosa que é rara, mas também é transmissível aos seres humanos, como a erliquiose também pode ser.
Existem várias marcas e fabricantes de remédios contra pulgas e carrapatos que você encontra em qualquer loja de produtos veterinários. Porém, o ínicio de todo o tratamento é a higiene. Para exterminar todos os parasitas é importante que, além de tratar o animal, você faça também a limpeza regular em toda a região onde ele vive, inclusive dentro de casa.
Em casos mais extremos é necessária a aplicação de produtos específicos para eliminação de pulgas ou carrapatos, mas nesses casos é importante avisar que esse passo só pode ser dado após a consulta ao veterinário. Pela lei, todos os produtos inseticidas só podem ser vendidos com receita médica, e nessa lista estão inclusos os xampus e cremes para filhotes.



  • A Babesiose é uma doença causada por protozoários e afeta diretamente as hemácias dos cães. Ela age de forma silenciosa, pois, os carrapatos ao picarem o cachorro depositam nele os protozoários que migram pela corrente sangüínea indo direto para as células vermelhas do sangue.

  • Já a Erliquiose é uma doença infecciosa e é causada pela bactéria Ehrlichia canis. Ela age na produção das células vermelhas do sangue diminuindo o número de hemácias forçando a medula óssea a trabalhar mais para compensar a perda das células danificadas pela bactéria.


SINTOMAS DAS DOENÇAS: sintomas como palidez e mucosas amareladas, anemia, fraqueza e apatia, febre, urina com indício de hemorragia, falta de apetite, aumento do fígado do cão.


TRATAMENTO: o animal que tem ou teve contato recente com carrapatos, por precaução deve ser acompanhado por um veterinário que fará exames, como o esfregaço sangüíneo para detectar a presença das doenças. Se tratado, o animal não corre riscos de morte. E o tratamento deve ser estendido também à região onde vive o cão, como quintal, jardim e canil.
Além desses cuidados, somente o veterinário pode orientar o paciente quanto ao uso de remédios eficazes para extermínio dessas pragas, pois varia de acordo com as características do animal, como idade, peso e tamanho, além do histórico de cada animal quanto às reações alérgicas. Porém, normalmente, o antibiótico doxiciclina é considerado o principal medicamento no tratamento em todas as fases da erliquiose.


Postado por: Deyvid Lopes

terça-feira, 20 de abril de 2010

O resgate do "porcovelha"

Por ser um animal diferente, parece montagem. Garante o site que publicou a matéria que é realmente uma FOTOGRAFIA. Publico para dividir com os leitores, pois eu não sabia da existência desse animal.
Uma mistura de porco e ovelha? À primeira vista é o que parece. Mas, na verdade, a mangalitza é uma raça austríaca de suínos, que tem o corpo coberto por um tipo de lã – e está beirando a extinção.
“A lã que recobre esses animais os ajuda a suportar o inverno rigoroso, e também os protege dos raios solares no verão”, afirma Denise Cox, funcionária do
Tropical Wings Zoo, um zoológico em Essex, no Reino Unido.
Segundo os jornais Telegraph e Daily Mail, o zoológico está colocando em prática um projeto para tentar salvar os mangalitza de extinção. Apesar de originária da Áustria, essa raça foi amplamente criada em terras inglesas. Três representantes da espécie foram levados ao Tropical Wings: o macho Buddy, de pelo claro, as fêmeas Porsche, de pelo escuro, e Margot, de pelo avermelhado. E a presença deles já tem atraído inúmero visitantes ao zoo.

Postado por: Deyvid Lopes

segunda-feira, 19 de abril de 2010

AULA NO HARAS SÃO JOÃO

















No dia 16/04/2010 os alunos do 1º período de Medicina Veterinária da Faculdade Vértice tiveram uma aula no Haras São João com o professor João, da disciplina de Introdução a Medicina Veterinária. Os alunos se divertiram bastante e aprenderam um pouco da rotina do Haras neste dia.
O professor João falou um pouco de como é a rotina do Haras, mostrou como faz ultrassom, coleta de sêmem, inseminação e coleta de embrião. Foi uma aula bem aproveitosa em que os alunos tiveram a oportunidade de aprender um pouco sobre esta área.
Postado por: Deyvid Lopes

domingo, 18 de abril de 2010

Beagle



Eu amo a liberdade!!!

O nome "Beagle" é uma palavra de origem inglesa, anteriormente usada para identificar todos os cães rastreadores pequenos. No Brasil, assim como em seu país de origem, a palavra foi usada até pouco tempo, para em seguida, ser usada para identificar somente este agitado cãozinho de caça, que detesta ficar preso em casa e dificilmente se adapta em apartamentos ou em casas sem quintais. O mais conhecido dos Beagles, com certeza, é o cachorro Snoopy muito admirado pelos amantes dos cartoons!
Origem: Grã-Bretanha
Utilização: Caça e Companhia

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
- Os cães da raça beagle medem, em média, entre 35 e 45 cm.
- O peso desta raça varia de 15 a 23 kg.
- A pelagem destes cães é curta, resistente e densa.
- Podem apresentar duas cores (branco e marrom) ou três (branco, preto e marrom).
- As orelhas são longas e com as pontas arredondadas.
- Os olhos são de tamanho médio, distantes um do outro.
- É uma raça cuja origem é o Reino Unido.

COMPORTAMENTO E TEMPERAMENTO:
- Os beagles são ativos, gostam de brincar e apresentam-se quase sempre alegres.
- Apresenta habilidades voltadas para a caça.
- É fácil de ser adestrado.
- Não apresenta características de agressividade, sendo muito independente.
- É muito inteligente e esperto nas atividades cotidianas.
- Necessita praticar atividades de elevado consumo de energia. Ideal para criar em casas com quintal grande.
- É um animal com fácil adaptação para a vida doméstica.

PROBLEMAS DE SAÚDE COMUNS NESTA RAÇA:
Sobrepeso e obesidade. Dosar sempre a quantidade de comida diária.
Postado por: Deyvid Lopes

sábado, 17 de abril de 2010

ORAÇÃO DO CAVALO.

Clique na imagem para ler!!!

Postado por: Josiane Breder

Dálmata






Moço elegante!!!

Ele adora brincar e fazer festa, por isso, precisa viver em um local espaçoso e amplo, de forma qua possa se exercitar à vontade. Sua popularidade se deve, de certa forma, aos filmes da Disney, "101 Dálmatas" e "102 Dálmatas", baseados na obra homônima de Dodie Smith, lançada na Inglaterra em 1961. Após o lançamento dos filmes, houve intensa procura pela raça em todo o mundo. Ao contrário, do que se pensa o Dálmata não é um cão bravo e sim muito amigável e dócil com outros animais. Ideal para cão de compania de crianças. Sua origem foi na Dálmacia, na costa leste do Mar Adriático. É uma região da Croácia.

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
- Os cães da raça pesam entre 25 e 30 quilos.
- A altura destes cães variam entre 50 a 60 cm (machos) e 50 a 55 cm (fêmeas).
- Uma das características mais marcantes dos dálmatas é a cor. São sempre brancos com machas pretas ou castanhas.
- Os pêlos desta raça são lisos, curtos, brilhante e densos.
- As orelhas são arredondadas e voltadas para baixo.
- As manchas da cabeça, cauda e orelhas são menores daquelas apresentadas no corpo.
- Possuem o peito fundo.

COMPORTAMENTO E TEMPERAMENTO:
- Os dálmatas são cães inteligentes.
- Demonstram facilmente, através de latidos ou manifestações corporais, o que estão querendo.
- Possuem o faro desenvolvido, pois fazem parte da família de cães farejadores.
- Com os donos e pessoas conhecidas apresentam um comportamento tranqüilo.
- Com pessoas desconhecidas podem ser agressivos. Esta característica faz do dálmata um ótimo cão de guarda.
- Quando acostumados, costumam manter um bom relacionamento com outros cães e até mesmo algumas espécies de animais.
- Os dálmatas são cães companheiros.

Problemas de saúde comuns nesta raça: surdez, displasia coxo-femural; cálculos urinários. Problemas de pele não devem ser ignorados, pois possui dermatites freqüentes que podem prejudicar a pele do animal.
Postado por: Deyvid Lopes

Alimentação de Cães (Cuidados básicos para não deixá-lo obeso)






Hora do Rango!!!

A introdução da ração na alimentação dos filhotes pode se intercalar com o ínicio do desmame que deve ser iniciada a partir dos 30 dias de vida para animais de raças de grande porte e a partir dos 35 dias para raças de grande porte. O desmame definitivo pode ocorrer com 45 dias de vida do animal, fase em que os filhotes já estarão acostumados com o sabor da ração.
Segundo alguns especialistas, nossa comida leva temperos que são desnecessários e ainda podem prejudicar a saúde dos animais;. Recomendam somente o uso de alimentação apropriada como rações e outras guloseimas preparadas especialmente para atender as necessidades próprias dos cães. É uma alimentação balanceada contendo todos os ingredientes necessários para a saúde dos bichinhos, produzidas de acordo com o porte físico (pequenas, médios ou grande) e idade (filhotes ou adultos).
Para os filhotes até os seis meses de vida sugerimos uma ração balanceada que dê ao animalzinho todos os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento saudável e qualidade de vida, como proteínas, minerais e vitaminas. Porém, vale lembrar que o balanceamento alimentar e a quantidade de refeições pode variar de acordo com o tamanho e a raça do seu cachorrinho. Ofereça uma dose certa por até três vezes ao dia, em horários regulares, sempre na mesma vasilha e no mesmo local para que ele associe seus pertences e horários próprios de alimentação. Após o período de seis meses de vida ofereça duas refeições ao dia durante toda a vida do animal.
O alimento deve corresponder a uma quantidade a ser oferecida em função da idade e peso do animal e da concentração nutritiva da ração. Respeite a quantidade a ser ingerida e nunca o force a comer mais do que o prescrito pelo veterinário, nem dê a ele parte de seu lanche, pois tal atitude, além de causar danos à dentição, pode provocar a obesidade, entre outros problemas de formação óssea. Filhotes gordinhos são bonitinhos, mas podem se tornar adultos obesos e problemáticos no futuro.
Postado por: Deyvid Lopes

Cadelas no cio (dicas sobre o assunto)




Para aqueles que tem cadela em casa e tem dúvidas a respeito do cio da cadela, está ai algumas dicas para você ficar por dentro deste assunto.

Cuidados com as mamães
O ciclo sexual de uma cadela é dividido em quatro etapas: proestro, estro, metaestro e anestro. O proestro dura de sete a dez dias e é durante essa face que aparecem os corrimentos sanguíneos. Porém, a fêmea recusa o cortejo do macho, ficando às vezes até agressiva. O estro dura em média de cinco a quinze dias e é ideal para o acasalamento. O metaestro dura cerca de 110 a 140 dias, e corresponde ao período de gestação e lactação das mamães. Mesmo que não ocorra o acasalamento, pode ocorrer a pseudo-gestação ou gravidez psicológica, período que a cadela deve receber acompanhamento veterinário. O quarto período é o anestro, que corresponde ao tempo em que a cadela não acasala e tem merecido descanso sexual.

Ela vai ser mamãe
A fêmea só deve ser acasalada após o terceiro cio. Nesta idade ela já estará amadurecida o suficiente para ter seus filhotes, seu desenvolvimento físico já terá se completado e a gestação não lhe trará problemas de saúde. É importante que ela seja examinada pelo veterinário antes do cruzamento para checar as condições de saúde, vermifugação e vacinação. Criadores recomendam que o primeiro cruzamento da cadela ocorra com um macho maduro e experiente e, se possível, com um macho de tamanho equivalente ou menor que a fêmea, de forma a evitar traumas e problemas na hora do parto.
A gestação dura em média dois meses, podendo o parto ocorrer alguns dias antes ou depois deste período, de forma que o proprietário deve se atentar os sinais que a cadela dá quando chega a hora de dar a luz. Normalmente esses sinais começam em média quarenta e oito horas e a fêmea começa a construir um ninho e ficar inquieta.
Após o início das contrações leva-se em média de duas a quatro horas até que nasça o primeiro filhotinho. Se você notar que esse tempo ultrapassa o normal, e sua cadela demonstrar muito desconforto, chame o veterinário para auxiliar no parto. O intervalo entre os nascimentos varia entre quinze minutos e uma hora.
Para ter certeza do número de filhotes é importante que seja feito um exame pré-natal no veterinário. Após todos os nascimentos limpe o local onde a cadela deu a luz e a encaminhe para um local limpo, confortável, seguro e distante de outros animais para evitar o estresse da mãe. Dê a ela uma alimentação balanceada e bastante líquido, proporcionando conforto e bem-estar, ajudando-a nos cuidados com sua ninhada.


Postado por: Deyvid Lopes