sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Comportamento compulsivo em cães



Antigamente, os cães viviam em matilhas, a matilha era a força, a família do animal. Na matilha, eles tinham aprendizado de hierarquia. Com o passar dos anos, os cães começaram a ser domesticados, as pessoas passam a querer humanizar os cães, e a matilha dos mesmos passam a ser seus próprios proprietários.
Pelo fato do proprietário ser a matilha do cão, ele precisa de atenção a todo momento, e o seu isolamento pode causar distúrbios no comportamento do animal, causando pânico, que faz com que o animal crie tentativas de fuga, destruição de objetos, eliminação de fezes em locais inapropriados, entre outros.



TOC = transtorno obsessivo compulsivo.

Os distúrbios compulsivos em cães, podem se apresentar de diversas formas, entre algumas delas, destaca-se:
  • Giro em parafuso, perseguição da causa;
  • Perseguição de luzes;
  • Latido ritmado, intenso;
  • Arranhadura de chão;
  • Ataque a objetos inaminados;
  • Marcha em círculo, saltos;
  • Mordedura do ar;
  • Mordedura de pedras, unhas;
  • Ataque às pernas ou cauda;
  • Esfregamento da face, entre outros.
Todos esses distúrbios estão envolvidos ao estresse, ansiedade e conflito do animal. O estilo de vida, pode se tornar um fator de contribuição, sendo que algumas raças já são predispostas a certos distúrbios. É um problema sério e que precisa de tratamento.

O tratamento é clínico, deve ser identificado e eliminar a causa. Fazer passeios com o animal e deixá-lo ao convívio de mais pessoas é importante. Nunca deixar o animal preso. O ideal é que o proprietário faça o adestramento de seu cão, não pagando ninguém para adestrá-lo, pois devemos sempre lembrar da matilha e o proprietário é o dominante. 
Quando o animal estiver destruindo algo ou fazendo algo de errado, nunca punir ele, o ideal é desviar a atenção dele e levá-lo para fazer outra coisa. Atividades físicas são muito importantes e podem reduzir o comportamento compulsivo nos cães. 
O tratamento pode ser feito com drogas psicotrópicas, drogas ansiolíticas, entre outras.

Considerações finais

O número de casos de animais domésticos com comportamento compulsivo têm aumentado muito nos últimos anos. O tratamento baseia em:
  • Alteração do ambiente;
  • Treinamento comportamental;
  • Uso de fármacos antidepressivos.


Matéria com base na palestra "Comportamento compulsivo em cães", que ocorreu no IV FAVE da Univertix.

sábado, 24 de setembro de 2011

Comunicado


Câncer


A palavra câncer é assustadora para muitos de nós. É misteriosa na sua habilidade de afetar alguns animais e pessoas e não outros. Os tubarões, por exemplo, raramente desenvolvem câncer, enquanto certas raças de cães, como os boxers, são considerados por muitos veterinários como "fábrica de tumores". Por que alguns de nós tivemos ou teremos câncer e outros não?
As causas do câncer são complexas. Muitos fatores influenciam o desenvolvimento de uma célula normal e transformam-se numa assassina. Poluentes ambientais, alguns aditivos dos alimentos, radiação, alguns tipos de vírus e algumas substâncias químicas são conhecidos como carcinogênicos (causas de câncer). Também alguns genes têm sido relacionados como câncer em humanos e vemos indicações disso inclusive em animais. Os ratos, por exemplo, têm alto risco de desenvolver carcinoma mamário e cães grandes são mais propensos a desenvolver osteossarcoma, um tumor de osso, do que cães pequenos.
O câncer desenvolve-se quando as células perdem seu controle normal da divisão celular. Qualquer célula pode se tornar cancerosa e pode se dividir descontroladamente em qualquer tecido do corpo. Quando as células proliferam excessivamente, elas formam massas anormais denominadas neoplasmas, que são classificados em benignos (suaves) ou malignos. Os neoplasmas benignos são bem circunscritos e podem ser encapsulados. Como não se disseminam para outras partes do corpo e tendem a crescer lentamente, raramente representam perigo para o paciente desde que não afetem orgãos vitais. Alguns neoplasmas benignos, como os lipomas, são comuns em animais mais velhos e são, frequentemente, encontrados na camada de gordura subcutânea.
Os neoplasmas malignos, por outro lado, são invasivos, agressivos e podem se disseminar a outras partes do corpo e formas tumores secundários. As células malignas são menos aderentes que as células normais e, portanto, tendem a se separar do tumor primário. Essas células são levadas pelo sangue ou pela linfa para outras partes do corpo, onde podem estabelecer tumores secundários. Esse processo é chamado metástase e os tumores secundários são chamados massas metastáticas. Em animais, câncer primário de pulmão é extremamente raro, porque os animais não fumam, e esta é a causa mais importante do câncer pulmonar em humanos. Portanto, quando um animal é diagnosticado com câncer pulmonar, são feitos todos os esforços para encontrar um outro tumor (o tumor primário) em outro local do corpo. As células malignas formam grupos desorganizados, em vez das fileiras limpamente arranjadas vistas em tecidos normais. Por perderem sua inibição de contato, as células malignas invadem os tecidos circundantes, "passando por cima" das células normais. Em contraste, as células tumorais benignas tendem a empurrar as células normais para longe. A natureza invasiva e a habilidade de metastatizar tornam difícil a remoção cirúrgica completa dos tumores malignos. As células cancerosas tendem a ser imaturas em natureza e maiores e menos diferenciadas que as contrapartidas adultas normais.
Então, como os carcinógenos químicos, vírus e genes realmente causam câncer? A resposta é enganosamente simples: eles causam mutações no DNA que alteram a expressão de certos genes. Genes que são permanentemente desativados podem ser ativados e genes que deveriam estar ativos estão desativados. A célula é incapaz de funcionar normalmente porque sua programação foi alterada. Um pronto-oncogene é um gene com partes frágeis que facilmente podem ser partidas ou danificadas, torna-se conhecido como oncogene e provê instruções incorretas à célula. Nem todos os cânceres são atribuídos à formação de oncogenes, mas sua descoberta ofereceu maior percepção na importante relação entre carcinógenos e genética no desenvolvimento de câncer. (COLVILLE; BASSERT, 2010).

Anemia por deficiência de ferro (ferropriva)


Apesar de pequenas quantidades de alguns elementos estarem presentes no corpo, eles ainda são necessários para o corpo funcionar adequadamente. O ferro, medido em porcentagem da massa do corpo, existe em quantidade extremamente pequenas. Os animais possuem aproximadamente 9 a 22 mg de ferro no seu corpo, a maior parte do qual está nos eritrócitos. O ferro é usado para ligar oxigênio e caregá-lo para os tecidos. Sangramento crônico reduzirá a quantidade de ferro no corpo, resultando em uma condição chamada anemia ferropriva. Por exemplo, um cãozinho ou um gatinho com uma infestação grave por pulgas pode perder 100 mL de sangue por dia. Quando as reservas de ferro no corpo são esgotadas, a contagem (o número) de eritrócitos diminui. Os sinais clínicos incluem membranas mucosas pálidas, fadiga crescente, pulsos batendo forte e ritmos cardíacos de galope. Se o animal for estressado, como durante um exame físico, ele pode morrer de uma arritmia cardíaca. Anemia por deficiência de ferro é tratado estabilizando-se o paciente com transfusões de sangue, dando suplementos orais e injetáveis de ferro, e eliminando a causa da parda sanguínea. (COLVILLE; BASSERT, 2010).

domingo, 11 de setembro de 2011

Como denunciar maus-tratos


Investigue

Antes de qualquer atitude, certifique-se de que se trata de um caso de maus tratos (veja as leis em vigor, abaixo). Colha evidências, testemunhos e observações que comprovem a situação. Sempre que possível, procure conversar com o agressor, salientando o fato de que ele está cometendo um crime. Aja de maneira objetiva mas com educação. Tenha em mente que o seu objetivo é o bem estar do animal. Veja as leis:

Leis

Decreto Lei Nº 24.645, de 10 de julho de 1934, que define maus-tratos contra animais.
Lei Federal Nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, a "Lei dos Crimes Ambientais".


Denuncie

Os atos de abuso e de maus-tratos com animais configuram crime ambiental e, portanto, devem ser comunicados à polícia, que registrará a ocorrência, instaurando inquérito. A autoridade policial está obrigada a proceder a investigação de fatos que, em tese, configuram crime ambiental.

Como denunciar:

Toda pessoa que seja testemunha de atentados contra animais pode e DEVE comparecer a delegacia mais próxima e lavrar um Termo Circunstanciado, espécie de Boletim de Ocorrência (BO), citando oartigo 32 "Praticar ato de abuso e maus-tratos à animais domésticos ou domesticados, silvestres, nativos ou exóticos ", da Lei Federal de Crimes Ambientais 9.605/98. Caso haja recusa do delegado, cite o artigo 319 do Código Penal, que prevê crime de prevaricação: receber notícia de crime e recusar-se a cumpri-la.

Se houver demora ou omissão, entre em contato com o Ministério Publico ESTADUAL - Procuradoria de Meio Ambiente e Minorias. Envie uma carta registrada descrevendo a situação do animal, o Distrito Policial e o nome do delegado que o atendeu. Você também pode enviar fax ou ir pessoalmente ao MP. Não é necessário advogado.

Caso o agressor seja indiciado ele perderá a condição de réu primário, isto é, terá sua "ficha suja". O atestado de antecedentes criminais também é usado como documento para ingresso em cargo publico e empresas, que exigem saber do passado do interessado na vaga, poderão recusar o candidato à vaga, na evidência de um ato criminoso.

Exemplos de maus-tratos


- Abandonar, espancar, golpear, mutilar e envenenar;
- Manter preso permanentemente em correntes;- Manter em locais pequenos e anti-higiênico;- Não abrigar do sol, da chuva e do frio;- Deixar sem ventilação ou luz solar;- Não dar água e comida diariamente;- Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;- Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força;- Capturar animais silvestres;- Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;- Promover violência como rinhas de galo, farra-do-boi etc..

Lei Federal 9.605/98 - dos Crimes Ambientais


Art. 32º
Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

Lembre-se

01) Fotografe e/ou filme os animais vítimas de maus-tratos. Provas e documentos são fundamentais para combater transgressões.
02) Obtenha o maior número de informações possíveis para identificar o agressor: nome completo, profissão, endereço residencial ou do trabalho.
03) Em caso de atropelamento ou abandono, anote a placa do carro para identificação no Detran.
04) Peça sempre cópia ou número do TC e acompanhe o processo. 
05) É extremamente importante processar o infrator, para que ele passe a ter maus antecedentes junto à Justiça. 
06) Não tenha medo de denunciar. Você figura apenas como testemunha do caso. Quem denuncia, na prática, é o Estado.

Contatos


- IBAMA - Linha Verde: 0800 61 80 80
Disque Meio Ambiente: 0800 11 35 60
- Corpo de Bombeiro: 193
- Polícia Militar: 190
- Ministério da Justiçawww.mj.gov.br


Crueldade e Maus-tratos em programas de TV
Se você viu uma cena de maus-tratos, incentivo ou apologia à crueldade com animais em um programa de TV, Não fique quieto! DENUNCIE ao Ética na TV - "Quem financia a Baixaria é Contra a Cidadania.
Ética na TV: www.eticanatv.org.br

Crueldade e Maus-tratos na internet
Sites, comunidades e perfis que incitem ou façam apologia aos maus tratos com animais é crime:
- Incitação a Crime - Art 286 do Código Penal
- Apologia de Crime ou de Criminoso - Art. 287 do Código Penal



Fonte: 
http://www.arcabrasil.org.br
http://www.pea.org.br

Pastor Bergamasco




País de Origem: Itália
Tamanho: Grande
Área de Criação: Média
Agressividadade: Média
Atividade Física: Moderada

Utilização: pastoreio, guarda e defesa.
Tamanho: 61 a 70 cm.
Peso: entre 26 a 38 quilos.
Aspectos Gerais: pelagem abundante, de construção robusta e bem proporcionado. O Bergamasco possui membros com boa ossatura, bem aprumados e musculados.
Pelagem: a pelagem é dupla com subpêlo curto e denso. O pêlo é longo e abundante, tendendo a encordoar, ou encordoado partindo da linha média dorsal e caindo sobre as faces laterais do tronco. As cores são cinzas uniforme ou em manchas com gradações que vão do cinza mais claro até o preto, também com gradações isabela e fulvo (baio). O preto uniforme, mesmo que opaco (zaino) é permitido. São toleradas algumas manchas brancas contando que ocupem uma área inferior a 1/5 da superfície do corpo.

Longevidade: 12 a 13 anos.

Temperamento: decidido, inteligente, paciente e moderado, qualidades que o tornam um excelente cão de guarda e companhia.

É provável que tenha a mesma origem de raças como Oftscharka da Rússia, o Komondor e o Puli da Hungria, o Briard e o Pequeno Pastor dos Pirineus dos Alpes Franceses e o Pastor da Catalunha dos Pirineus Espanhóis. Acredita-se que os ancestrais dessas raças, inclusive do Bergamasco, tenha sido um lobo (Canis lupus laniger) de pelagem muito espessa e um tipo de cão com pelagem grossa encordoada que vivia nas regiões montonhosas de Zagros, na divisa do Irã com Iraque. Foi lá onde se iniciou a domesticação de cabras e ovelhas. À procura de novas pastagens, os povos migraram com seus cães pastores se estabelecendo em diversas regiões montanhosas. Em cada região, um tipo adequado de raça foi desenvolvido a partir desses cães pastores, de acordo com os hábitos da população e condições ambientais. No caso do Pastor Bergamasco, seu desenvolvimento ocorreu em Bérgamo, na Itália – daí o seu nome. No trabalho este cão se mostra inteligente, decidido e extremamente equilibrado, conduzindo e mantendo o rebanho com atenção.

PELAGEM ESPECIAL. Os pêlos rústicos tendem a encordoar em todo o corpo, funcionando tanto para a proteção contra chuvas e ventos fortes, como contra ferimentos ocasionados por lobos, antigamente comuns na Itália.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

OTITE em cães. É perigosa mesmo?


1 - O que é otite?
R - Trata-se da inflamação desse órgão da audição. E como o mesmo compreende várias partes, necessário se faz seu conhecimento anatômico.


2 - Qual é a anatomia do ouvido? 
R - Pode ser dividido para efeito didático em ouvido externo, ouvido médio e ouvido interno, porém interligados entre si. O ouvido externo compreende o pavilhão auricular (orelha), o meato acústico externo também chamado de canal auditivo externo e o tímpano, este última uma membrana delgada que por assim dizer separa o ouvido externo do médio. O ouvido médio é a câmara onde situam-se três ossículos (martelo, estribo e bigorna) interligados entre si e que servem como meio de ligação com o ouvido interno. Nessa câmara onde situam-se referidos ossículos, existe um canal de ligação do ouvido médio com o faringe, denominado Trompa de Eustáquio. Ouvido interno, a parte mais especializada e portanto também mais delicada e importante de todo o ouvido, onde existem os chamados Canais semicirculares, a Cóclea e o Nervo acústico, este último ligando todo o conjunto diretamente ao cérebro. Notaram todos portanto, que conforme sejam atingidas essas diferentes porções do ouvido, a otite se revestirá de maior ou menor gravidade, recebendo também denominações diversas, como otite externa (apenas ouvido externo inflamado), otite média (apenas ouvido médio inflamado), e otite interna (esta a mais grave pois atingindo os canais semicirculares determinará transtornos do equilíbrio por ser esse o órgão responsável pelo nosso sentido espacial. Atingindo a cóclea, será a doença denominada labirintite (devido ser tal órgão também chamado de labirinto), e assim por diante.


3 - O que causa a otite? 
R - Podem causar otites, germes ou fungos infecciosos quando nesse órgão instalados, que podem ali penetrarem, tanto através do exterior pelo canal auditivo externo, quanto também através da faringe pela Trompa de Eustáquio.


4 - Como podemos prevenir essa doença em nossos cães? 
R - Primeiro, cuidando da limpeza do canal auditivo externo e das próprias orelhas de nossos cães, e em segundo lugar, cuidando e tratando quando os mesmos acometidos por doenças da garganta, pois daí também, pode a infecção progredir e atingir o ouvido.


5 - Como proceder para a boa limpeza dos ouvidos dos cães? 
R - Com um cotonete para os cães pequenos, ou um chumaço de algodão na ponta de um estilete flexível ou pinça para cães de maior porte, umedecemos esse algodão com uma solução de alcool-éter (em partes iguais), e com esse cotonete limpamos e removemos a cera existente no conduto auditivo externo e nas próprias orelhas. Cuidado na limpeza do conduto auditivo externo, em sua parte mais profunda, a fim de não lesar o tímpano ali localizado. A freqüência que essa limpeza deve ser feita, dependerá da raça de seu cão: Os cães das raças que tem as orelhas eretas, como o Pastor Alemão, necessitarão limpezas mensais. Já os cães de raças que tem as orelhas caídas, como aqueles da raça Cocker Spaniel, a limpeza deve ser feita mais freqüentemente (cada 10 dias).


6 - Como perceber se meu cão está com otite?
R- O sintoma mais evidente é o ato do mesmo coçar com as patas tal região da cabeça, ou então sacudir freqüentemente a cabeça. Mais evidente, quando ocorrer secreção purulenta pela orelha, o que denota a infecção já estar ali instalada e latente, e quando a otite é unilateral (apenas um dos ouvidos), o ato do cão manter a cabeça inclinada para esse lado inflamado.


7 - Como tratar um cão com otite? 
R - Muitas vezes o simples ato de proceder à limpeza dos ouvidos, quando a otite é apenas externa, é suficiente para sanar o mal. Porém, quando a infecção já atingiu o ouvido médio ou o interno, necessário se faz tratamento mais especializado, inclusive com administração de antibióticos por via geral (parenteral ou oral), e mesmo nebulizações da garganta com medicação apropriada. Nessa caso, a recomendação é, procure um veterinário competente, que este deverá estar capacitado para lhe indicar a melhor terapêutica.


Apenas uma recomendação final: Nada de pânicos em caso de otites, pois tenha em mente que o próprio organismo animal tem meios de defesa tanto para essa quanto para outras infecções. Cuide de seu animal como cuida de si mesmo: com cuidado e atenção, tanto quanto seu asseio quanto sua alimentação, e propiciando ao mesmo exercícios físicos e carinho. Nada além disso.

09 de Setembro - Dia do Médico Veterinário


Parabéns a todos os médicos veterinários que dedicam suas vidas, salvando a vida dos animais.

Parabéns a todos os médicos veterinários que exercem sua profissão com amor.

Parabéns a todos os médicos veterinários que sabem que sua profissão é muito mais do que somente "cuidar de animais".

PARABÉNS A TODOS OS MÉDICOS VETERINÁRIOS!!!
Esse dia é muito importante para todos vocês e para os nossos queridos animais também!

FELIZ DIA DO MÉDICO VETERINÁRIO!
Uma profissão tão linda como essa, jamais pode ser esquecida!