segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Welsh Corgi Pembroke





País de Origem: Grã-Bretanha
Tamanho: Pequeno
Área de Criação: Pequena
Agressividade: Média
Atividade Física: Moderada
Utilização: pastoreio.
Tamanho: 25,4 a 30,5 cm.
Peso: 10 a 12 quilos.
Aspectos Gerais: é um cão de porte pequeno, baixo (pernas curtas) e longo (tronco comprido), mas de membros fortes. O pescoço é forte e a cabeça achatada é curta e as orelhas são eretas. Apesar do tamanho, é robusto, esperto e resistente, sem ser grosseiro.
Pelagem: dupla, densa e de comprimento médio. Os pelos são retos, mas nunca macios, ondulados ou muito duros. O subpelo é denso. As cores são: vermelha, fulvo encarvoado, fulvo, preta e castanho com ou sem manchas brancas nas patas, no antepeito e no pescoço. Pode ter um pouco de branco acima do nariz.
Longevidade: 10 a 12 anos.
Temperamento: agradável, afetivo, inteligente e sempre alerta.
As origens da raça são incertas, mas especialistas afirmam que o Cardigan não tem participação na sua formação. Acredita-se que os ancestrais diretos do Pembroke sejam cães semelhantes aos antigos Schipperkes. O fato é que os Cardigans e Pembrokes tinham características bem diferentes antigamente. Tempos depois, alguns Cardigans foram levados a Pembrokshire e cruzados com os antigos Pembrokes até que os cães da raça adquirissem as características atuais.
Sabe-se que o Corgi Pembroke é uma raça antiga, com origem por volta de 1806. Este cão de Pembrokeshire (Gales) é conhecido internacionalmente como o favorito da rainha Elizabeth II. Apesar do tamanho reduzido, o Welsh Corgi Pembroke é um cão forte e de latido alto. É ainda inteligente, curioso, agradável, afetivo e alerta, se mostrando um excelente cão de guarda quando o assunto é o lar e a família.
Postado por: Deyvid Lopes

Bulldog Inglês





País de origem: Grã-Bretanha
Tamanho: Pequeno
Área de Criação: Pequena
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Baixa
Utilização: companhia
Tamanho: 31 a 36 kg
Peso: 25 quilos para machos e 23 quilos para fêmeas
Aspectos Gerais: corpo compacto, sólido, baixo e quadrado, dando impressão de força e decisão. Quando anda, seus movimentos são semelhantes a um rebolado.
Pelagem: pelo baixo e rente ao corpo, curto, brilhante e liso. Apresenta tonalidade de vermelho, tigrado, branco ou com manchas brancas em qualquer uma das cores. A máscara e o focinho podem ser pretos.
Longevidade: 8 a 10 anos
Temperamento: dócil, tranquilo e companheiro.
Criado na Inglaterra, no século 16, para combates sangrentos com touros, o Bulldog era mais alto e musculoso em sua origem. A mandíbula bem desenvolvida foi um fator importante para que os exemplares da época ganhassem as lutas prendendo o pescoço e as narinas dos touros. Com a proibição das lutas, no século 19, passaram a ser utilizados em rinhas entre cães. Até chegar ao tipo atual, o Bulldog passou por muitos cruzamentos.
Especialistas acreditam que o Mastiff e o Pug foram algumas das raças que contribuíram para o desenvolvimento do Bulldog de hoje.
Em 1877, a raça participou da primeira competição de beleza. A partir daí a criação do Bulldog como animal de estimação teve um amplo crescimento, principalmente nos EUA. Nesta época, a raça já tinha suas características físicas e comportamentais bem definidas, sem qualquer traço de agressividade.
É um cão quieto, dificilmente late, e seria silencioso se não fossem os roncos e barulhinhos esquisitos que ele faz ao respirar.
Com crianças o comportamento de um Bulldog é ainda mais especial, passando tranquilidade e confiança, sem nunca colocá-las em situação de perigo. Embora goste muito de colo e da proximidade do dono, não é um cão ativo, Aliás, é um tanto preguiçoso, independente e teimoso: faz sempre o que quer e na hora que quer.

Postado por: Deyvid Lopes

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Adestramento Inteligente: saiba como ensinar seu melhor amigo com carinho e respeito


Xixi fora do lugar, móveis destruídos e demonstrações de agressividade são reclamações comuns entre os donos de pets. E mesmo diante destes problemas, aparentemente sem solução, há quem ainda resista em contar com a ajuda de um adestrador, por acreditar que o adestramento pode ser penoso para o animal.
Alguns métodos de adestramentos, realmente, utilizam técnicas baseadas em punições, mas no Adestramento Inteligente, ao invés de provocar desconforto, o animal é induzido ao acerto, recebendo recompensas por suas atitudes corretas, o que faz com que o pet assimile o aprendizado mais rápido e tenha prazer em obedecer.
Com recompensas como petiscos, brinquedos e carinho, que são chamados de reforço positivo, fica muito mais fácil e divertido ensinar os animais e até mesmo prevenir e corrigir alguns distúrbios de comportamento. O que você acha que seu cão prefere: levar broncas quando faz xixi no lugar errado ou receber muito carinho, atenção e petiscos quando fizer suas necessidades no lugar correto?
Grande parte dos problemas comportamentais podem ter sua origem devido a uma falha de comunicação entre os donos e seus animais de estimação. Nestes casos, o Adestramento Inteligente pode ser uma ferramenta muito eficaz para “decifrar” o que nossos animais pensam e entender como e por que eles se comportam de determinadas maneiras, corrigindo, consequentemente, muitas atitudes indesejadas. E, diferente do que muitos imaginam, o adestramento não consiste somente em comandos e apresentações de truques.
A técnica, quando bem aplicada, ensina sim ao animal a se portar da maneira desejada, mas, principalmente, orienta seu dono como compreender o animal para assim ser compreendido. O método pode ser aplicado em cães já a partir de 50 dias de vida e não tem limite de idade. Se você tem um cachorro velhinho, ele também pode aprender. Outras espécies como gatos e aves também podem ser treinados com a ajuda do Adestramento Inteligente.
Adestrar de forma inteligente não é ordenar e esperar ser obedecido por meio de repreensões e castigos. O adestramento deve ensinar o dono a se comunicar e interagir com seu animal de estimação. Métodos com técnicas aplicadas com amor e respeito promovem não só um aprendizado mais eficiente e prazeroso, mas também uma relação mais harmoniosa entre você e seu melhor amigo.
Postado por: Deyvid Lopes

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

NOME CIENTÍFICO DOS ANIMAIS

  1. Abelha - Apis mellifera scutellata

  2. Ácaro da Sarna - Sarcoptes scabei

  3. Águia chilena - Geranoaetus melanoleucus

  4. Águia cinzenta - Harpyhaliaetus coronatus

  5. Águia dourada - Aquila chrysaetus

  6. Albatroz - Thalassarche melanophris

  7. Alce - Alces alce

  8. Anta - Tapirus terrestris

  9. Antrax (bacilo do) - Bacillus anthracis

  10. Aranha caranguejeira - Grammostola mollicoma

  11. Aranha marrom - Loxosceles spp.

  12. Araponga - Procnias nudicollis

  13. Arara vermelha - Ara macao

  14. Aratu - Aratus pisoni

  15. Asno - Equus asinus

  16. Avestruz - Struthio camelus

  17. Bacilo do tifo - Salmonella tiphosa

  18. Baleia azul - Baleanoptera musculus

  19. Barata - Blatta orientalis

  20. Beija-flor - Hylocartis cyanus

  21. Bem-te-vi - Pitangus sulfuratus

  22. Bicho-da-seda - Bombyx mori

  23. Bicho-preguiça - Choloepus didactilus

  24. Borboleta - Chaetodon spp.

  25. Búfalo - Bubalus bubalis

  26. Bugio preto - Alouatta caraya

  27. Cabra - Capra hircus

  28. Cágado - Hydro medusa

  29. Calango - Ameiva ameiva

  30. Camaleão - Iguana iguana

  31. Camelo - Camelus bactrianus

  32. Cão - Canis familiaris

  33. Capivara - Hydrochaeris hydrochaeris

  34. Caranguejo uça - Ulcidis cordatus

  35. Cardeal - Paroaria coronata

  36. Carneiro - Ovis aries

  37. Carpa - Cyprinus carpio

  38. Carrapato - Amblyomma spp.

  39. Cascavel - Crotalus durissus

  40. Castor - Castor canadensis

  41. Cavalo - Equus caballus

  42. Chacal - Canis aureus

  43. Chimpanzé - Anthropopithecus troglodites

  44. Chupim - Molothus bonariensis

  45. Cigarra - Quesada gigas

  46. Cisne - Cygnus spp.

  47. Civeta - Viverra civeta

  48. Coala - Phascolarctos cinereus

  49. Cobaia - Cavia porcellus

  50. Cobra-cega - Siphonops annulatus

  51. Coelho - Orictolagus cuniculus

  52. Condor - Vultur gryphus

  53. Corvina - Micropogonias furnieri

  54. Corvo (americano) - Corvus brachyrhynchos

  55. Crocodilo - Crocodylus spp.

  56. Curimbatá - Prochilodus lineatus

  57. Dourado - Salminus spp.

  58. Dragão de comodo - Varanus komodoensis

  59. Elefante - Elefas maximus

  60. Ema - Rhea americana

  61. Esquilo - Sciurus vulgaros

  62. Foca - Phoca faciata

  63. Gafanhoto - Schistocerca spp.

  64. Galinha d'Angola - Numida meleagris

  65. Galinha - Gallus spp.

  66. Gambá - Didelphis spp.

  67. Ganso - Anser domesticus

  68. Garoupa - Epinephelus spp.

  69. Gato - Felis domesticus

  70. Gato-do-mato - Felis wiedii

  71. Gavião - Micrastur ruficollis

  72. Gavião-quiriquiqui - Chercheis sparverius eidos

  73. Girafa - Giraffa camelopardis

  74. Golfinho - Delphinus delphis

  75. Gorila - Gorilla gorilla

  76. Gralha - Cyanocorax spp.

  77. Guará (ave) - Guara rubra

  78. Guará (lobo) - Chrysocyon brachyurus

  79. Hamster - Mesocricetus auratus

  80. Hipopótamo - Hippopotamus amphibius

  81. Homem - Homo sapiens sapiens

  82. Jaburu - Jabiru mycteria

  83. Jabuti - Geochelone carbonaria

  84. Jacaré - Caiman crocodilus

  85. Jacutinga - Pipile jacutinga

  86. Jaguatirica - Felis pardalis

  87. Jararaca - Bothrops jararaca

  88. João-de-Barro - Furnarius rufus

  89. Jobóia - Boa constrictor

  90. Lagartixa - Phyllopezus pollicaris

  91. Lagarto - Tupinambis teguixin

  92. Lambari - Astyanax fasciatus

  93. Leão - Panthera leo

  94. Lebre (tapiti) - Sylvilagus brasiliensis

  95. Leopardo - Panthera pardus

  96. Lhama - Lama glama

  97. Libellula - Libellula spp.

  98. Lince - Felis lynx

  99. Lobo - Canis lupus

  100. Lombriga - Ascaris lumbricoides

  101. Lontra - Lutra longicaudis

  102. Lula - Loligo brasiliensis

  103. Mão-pelada - Procyon spp.

  104. Marreco - Anas penelope

  105. Mico-amarelo - Cebus libidinosus

  106. Mico-leão - Leontopithecus rosalia

  107. Mico-preto - Cebus niger

  108. Mico-ruivo - Cebus robustus

  109. Mosquito da Dengue - Aedes aegypt

  110. Namorado (peixe) - Pseudopercis numida

  111. Onça - Panthera onca

  112. Orangotango - Pongo pygmaeus

  113. Ostra japonesa - Crossaostra gigas

  114. Ostra - Ostrea virginica

  115. Paca - Agouti paca

  116. Pacu - Piaractus mesopotamicus

  117. Panda Gigante (urso) - Ailuropoda melanoleuca

  118. Papagaio - Psitacus erithacus

  119. Pato - Anas Platyrhynchos

  120. Pavão - Pavo cristatus

  121. Peixe-espada - Trichiurus lepturus

  122. Peru - Meleagris gallopavo

  123. Pica-pau - Picumnus spp.

  124. Pingüim - Aptenodytes forsteri

  125. Pintado - Pseudoplatystoma coruscans

  126. Piolho - Pediculum humanus

  127. Piranha - Pygocentrus piraya

  128. Pirarocu - Arapaima gigas

  129. Polvo - Octopus spp.

  130. Pombo - Columba livia

  131. Porco - Sus scrofa

  132. Porco-do-mato - Tayassu tajacu

  133. Protozoário (Chagas) - Tripanossoma cruzi

  134. Pulga - Pulex irritans

  135. Pulgão - Toxoptera spp.

  136. Puma - Felis concolor

  137. Quero-quero - Vanellus chilensis

  138. - Rana spp.

  139. Raposa - Vulpes vulpes

  140. Rato - Ratus ratus

  141. Rinoceronte - Rhinoceros unicornis

  142. Robalo - Centropomus spp.

  143. Sabiá - Saltator coerulescens

  144. Sagüi - Saguinus spp.

  145. Salmão - Salmo salar

  146. Sapo cururu - Bufo marinus

  147. Sapo - Bufo spp.

  148. Saracura - Aramides saracura

  149. Saracura - Rallus maculatus

  150. Sardinha - Sardina pilchardus

  151. Saúva (formiga) - Atta sexdens

  152. Tamanduá - Mirmecofaga tridactila

  153. Tatu - Tolipeutes matacus

  154. Tico-tico - Zonotrichia capensis

  155. Tigre - Panthera tigris

  156. Touro, vaca - Bos taurus

  157. Traira - Hoplias malabaricus

  158. Tucano - Ramphastus tucanus

  159. Tucunaré - Cichla ocellaris

  160. Uirapuru - Cyphorhinus aradus

  161. Urso - Ursus spp.

  162. Urubu - Coragyps spp.

  163. Urubu rei - Sarcorhamphus papa

  164. Urutu - Bothrops alternata

  165. Veado - Mazama spp.

  166. Veado mateiro - Mazama americana

  167. Vespa - Polistes gallicus

  168. Xexéu - Cacicus cela

  169. Zebra - Equus burchelli

  170. Zorrilho - Conepatus chinga


Postado por Deyvid Lopes

domingo, 22 de agosto de 2010

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Adotar um cão. Saiba mais antes de adotar.

Caso seu cão tenha morrido de doeça contagiosa, espere antes de adquirir outro, pois você poderá estar condenando seu novo amigo à morte.
Algumas doenças ficam no ambiente onde o animal vivia, às vezes por muitos meses. Portanto, se você teve algum animal morto ou doente por moléstia contagiosa, converse com seu veterinário, antes de adquirir um outro mascote, principalmente se este for um filhote ou ainda não vacinado.
Doenças contagiosas mais comuns e como desinfetar o ambiente.

Parvovirose

  • É um dos virus mais resistentes, podendo ficar no ambiente por meses e até por anos.
  • A desinfecção do local só é conseguida com o uso freqüente e continuado de água sanitária - 1 vez por semana, durante 1 mes

Coronavirus

  • é pouco resistente, podendo ser destruído por desinfetantes comuns; mas como às vezes não é realizado o diagnóstico diferencial entre ele e o parvovirus, aconselhamos a desinfecção do ambiente da mesma forma como a feita para o parvovirus

Cinomose
  • o virus não é resistente aos desinfetantes comuns. Em locais de clima quente o virus não sobrevive nem por uma semana no ambiente, após o animal infectado ter sido retirado. Nos climas mais frios ele pode permanecer por algumas semanas.

Hepatite infecciosa canina
  • pode sobreviver no ambiente desde por apenas alguns dias até meses, de acordo com o clima, ele é mais sensível ao calor.
  • devemos queimar o ambiente uma vez por semana , durante 1 mês para conseguirmos a morte do virus.

Parainfluenza
  • não sobrevive por muito tempo no ambiente, sendo destruído pelos desinfetantes comuns, com limpezas duas vezes por semana, por 2 semanas.


Raiva

  • não resiste ao calor e aos desinfetantes comuns.

Postado por Deyvid Lopes

sábado, 21 de agosto de 2010

Como ensinar seu cão a fazer as necessidades no local correto


Uma das principais dúvidas de quem acabou de adquirir um filhote, é como ensinar o local correto para que ele faça as necessidades. Por incrível que pareça, muita gente ainda adota o método de esfregar o focinho do cão no xixi, dar bronca ou conversar com o cachorro sobre onde ele deveria fazer... Só que isto não funciona! Ao contrário, já que o animal pode ficar com medo de fazer xixi na frente do dono ou, ainda por cima, fazer no local errado só para chamar atenção. Cães adoram a atenção do dono! Por isso, no começo, o dono deve valorizar o xixi correto, dando recompensas como petiscos e fazendo festa para quando o cão acerta, no exato momento em que o ato ocorre.

Parece fácil... Mas muita gente se pergunta: como vou saber quando ele vai fazer? Filhotes ainda não conseguem segurar o xixi por muito tempo. Por isso, o dono deve levá-lo ao banheirinho (jornal, tapete higiênico etc.) de hora em hora, principalmente logo depois que ele acordou depois de tirar um soneca ou logo após comer ou beber água. Coloque o cão em cima do local e espere por alguns minutos. Bem na hora que ele fizer, dê um petisco e faça uma festa, diga “muito bem!”. Se não fizer, fique com ele no colo por mais alguns minutos – no colo eles não fazem – até que fique um pouco mais apertado. Passado o tempo, leve-o ao banheiro novamente, recomeçando o processo. Cães que estão acostumados a usar caixa de transporte como sua casinha podem ficar dentro dela ao invés de estar no colo.

Geralmente, os cãezinhos não fazem as necessidades onde comem nem onde dormem. Por isso, a disposição das coisas é muito importante. Coloque o banheiro na periferia do cômodo. Deixe a caminha, água e comida perto da porta, onde as pessoas aparecem. É o local onde ele vai preferir dormir e ficar esperando as pessoas chegarem. De qualquer forma, é legal o dono colocar várias opções de banheiros pela casa nesta fase inicial, para dar maior chance de o cão acertar e ser recompensado.

E o que fazer quando ele errar? Não dê atenção, finja que nada aconteceu. Depois de um tempo, leve o seu cão calmamente para outro cômodo da casa e limpe a sujeira sem que ele veja. Como foi dito, o cachorro gosta de atenção, por isso é preciso ignorar quando ele errar, durante o processo de aprendizagem. Valorize o xixi no local correto ao invés de se estressar quando ele erra. Se der bronca, o animal vai aprender que não pode fazer as necessidades na frente das pessoas e passará a fazer escondido. Então, cuidado!!! Não prenda o cão no banheiro e não o deixe de castigo!Atenção: broncas só podem ser dadas quando o cão já sabe onde é o local correto. Só é possível ter certeza disto quando o cachorro já acerta a maioria das vezes e vem correndo pegar o petisco e eventualmente errar. Se isto já estiver ocorrendo, o dono pode dar uma bronca – um desconforto com spray de água ou fazer um barulho chacoalhando uma lata com moedas – bem na hora, caso o cão esteja fazendo em local errado.

É importante lembrar que este treinamento também serve para cães adultos. A diferença é que eles já vêm com algumas preferências e ainda conseguem segurar o xixi por mais tempo do que os filhotes. O mais importante é ter bastante paciência durante todo o processo.

Postado por Deyvid Lopes

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Zoonoses


As Zoonoses são infecções e doenças que podem ser adquiridas em contato com animais de estimação como cachorro, gato e passarinho, ou ainda, pela ingestão de carne contaminada de animais como o gado ou o porco. Outras doenças podem ser contraídas através do contato não desejado com ratos, moscas e baratas, principalmente através da ingestão de água ou alimentos contaminados.

Veja a seguir as mais comuns:
Larva migrans cutânea (bicho geográfico): A larva migrans cutânea é encontrada por toda parte onde se encontrem cães e/ou gatos infectados com ancilostomídeos, sobretudo A. braziliense e A. ceylanicum. O problema é mais frequente em praias e em terrenos arenosos, onde esses animais poluem e meio com suas fezes. Em muitos lugares, são os gatos as principais fontes de infecção. O hábito de enterrar os excrementos, tão característico desses animais, e a preferência por fazê-lo em lugares com areia, favorecem a eclosão dos ovos e o desenvolvimento das larvas. As crianças contaminam-se ao brincar em depósitos de areia para construção, ou nos tanques de areia dos locais destinados à sua recreação. Todos os animais domésticos devem ser tratados sistematicamente e com regularidade para prevenir-se as reinfeções.

Dipilidiose: a infestação por cestódios é extremamente comum em cães e, em menor extensão, em gatos. Os seres humanos podem tornar-se infestados com a forma adulta do cestódio (vermes chatos na sua forma) dipylidium caninum, em seguida à ingestão do hospedeiro intermediário, a pulga. Normalmente a infestação nos seres humanos exibe sintomas clínicos, ocorrendo com maior freqüência em crianças jovens.

Dirofilariose: acomete principalmente o cão doméstico, o gato e várias espécies de animais silvestres. Referidos vermes são classificados na Ordem Spirurida, superfamília Filaroidea, família Filariidae. Nesse gênero (Dirofilaria), foram já descritas várias espécies, entre as quais: Dirofilaria immitis (Leidy,1856), e a Dirofilaria repens (Railliet y Henry, 1911). Ambas em sua fase adulta localizam-se no coração, especialmente em sua porção direita, na artéria pulmonar, e raramente outros vasos hemáticos e órgãos. A dirofilariose humana é raramente reconhecida, sendo causada por êmbolos de larvas mortas do parasita nos pulmões. os êmbolos larvais são revelados radiograficamente como nódulos e, embora a moléstia seja freqüentemente assintomática, requer biópsia cirúrgica e avaliação histológica, para a confirmação do diagnóstico e eliminação de condições mais sérias.

Toxoplasmose: a infecção com o parasita protozoário toxoplasma gondii ocorre numa série de animais de sangue quente, mas a família dos felídeos parece ser o único hospedeiro definitivo (único hospedeiro onde ocorre o ciclo sexual do parasita). os gatos se tornam infectados após a ingestão de animais caçados, ou de carne crua contendo os trofozoítos. Após a infecção, os gatos excretam oocistos em suas fezes durante uma ou duas semanas. os oocistos se tornam infectantes em dois ou três dias, e podem sobreviver no ambiente por diversos meses. a infecção humana ocorre com a ingestão de trofozoítos na carne crua ou mal cozida, Ingestão de oocistos provenientes das fezes de gato, e pela via transplacentária. A infecção raramente produz moléstia clínica em seres humanos adultos, a menos que estejam imunocomprometidos. A infecção congênita do feto humano através da transmissão placentária representa a maior ameaça aos seres humanos. a infecção congênita pode levar a uma grave moléstia por ocasião do nascimento, e as afecções oculares, mais tarde, durante a vida do indivíduo. alguns cuidados durante a gravidez: ao manusear carnes cruas, verduras ou fezes de animais, convém uso de luvas.

Leptospirose: A lepstospirose e enfermidade endemica, bastante comum em épocas de chuvas. É uma doença causada por bactéria, a LEPTOSPIRA ssp, afetando a maior parte dos animais inclusive o homem. É transmitida através da urina, água e alimentos contaminados pelo microorganismo, pela penetração da pele lesada, e pela ingestão. O cão e outros animais como por exemplo rato, bovino e animais silvestres também podem contrair a doença e transmiti-la.

Campilobacteriose e salmonelose: Cães e gatos podem abrigar campylobacter jejuni e uma série de espécies não-tifóides de salmonella. Infecções com estas bactérias em cães e gatos nem sempre cusam moléstias clínica, e têm sido isoladas das fezes de animais sadios. A maior parte dos casos de enteropatia (problema intestinais) humana causada por estas bactérias não está associada à exposição a animais de companhia. os profissionais devem aconselhar os donos de animais que todas as fezes, e em especial as associadas com diarréia, devem ser manipuladas com cuidado, e eliminadas de modo a impedir a potencial exposição humana.

Dermatomicose: a transmissão direta de microsporum canis de cães e gatos de fato ocorre. até 30% dos casos de "tinha" humana em áreas urbanas foram associados a contato direto com animais. os proprietários dos animais devem ser aconselhados a lavar bem as suas mãos, após a manipulação de cão ou gato infectado, e a não permitir que seus filhos brinquem com os animais, até que o tratamento tenha resolvido a moléstia.

Esporotricose: esporotricose é uma moléstia fúngica cutânea ou linfocutânea crônica causada por sporothrix schenckii, cães, gatos, e seres humanos são suceptíveis à moléstia, que geralmente está associada a feridas traumáticas, penetrantes. relatos recentes indicam que os cães infectados podem transmitir diretamente a infecção para os seres humanos. Devido a estes achados, gatos com esporotricose devem ser manipulados com luvas, até à resolução do processo.

Raiva: A raiva é uma doença provocada por vírus, caracterizada por sintomatologia nervosa que acomete animais e seres humanos. Transmitida por cão, gato, rato, bovino, eqüino, suíno, macaco, morcego e animais silvestres, através da mordedura ou lambedura da mucosa ou pele lesionada por animais raivosos. Os animais silvestres são reservatório primário para a raiva na maior parte do mundo, mas os animais domésticos de estimação são as principais fontes de transmissão para os seres humanos.

Teníase & Cisticercose: Verminoses frequentes em nosso meio causadas pela Tênia, ou "solitária", como é popularmente conhecida, são transmitidas através da ingestão de carne e derivados de porco e/ou de vaca, ou outro alimento contaminado.

Dengue e Febre Amarela: A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Ele é escuro, com listras brancas, menor que um pernilongo. Tem por hábito picar durante o dia e se desenvolve em água PARADA e LIMPA.
Ao picar uma pessoa, o mosquito inocula sua saliva contaminada com o vírus responsável pelo desenvolvimento da dengue. Na dengue clássica ocorre febre alta com duração de 5 a 7 dias, manchas na pele, dores de cabeça, olhos, articulações e músculos. Na dengue hemorrágica, mais grave e rara que a forma clássica, ocorre febre alta, hemorragia na pele, olhos e órgãos internos. Metade dos casos hemorrágicos evolui para a morte.
A Febre Amarela se origina em regiões de mata, através da picada de mosquitos silvestres. A doença pode ser trazida para as cidades por pessoas que vão para as áreas de mata, a trabalho ou a passeio, e voltam doentes. Na cidade, esta pessoa doente é picada pelo mosquito aedes que transmitirá a doença quando picar uma pessoa sadia.
Os sintomas são febre alta, dor de cabeça, calafrios, prostração, náuseas, vômitos negros, hemorragias e coloração amarelada da pele e mucosas. Metade das pessoas que contraem febre amarela morrem. A prevenção se faz com a vacina contra febre amarela aplicada 10 dias antes de viajar de férias ou a trabalho para áreas de mata fechada.

Doença de Lyme: descoberta nos Estados Unidos há 15 anos, ainda é pouco conhecida no Brasil. Pode se tornar problema de saúde pública em futuro próximo pois já existem casos recentemente confirmados na região da Grande São Paulo.

Baratas: As baratas estão entre os insetos que encontramos a toda hora e que pouco sabemos sobre os riscos que eles acarretam para a nossa saúde. Existem cerca de 3.500 tipos de barata. A mais conhecida e comum no meio urbano é a barata de esgoto, ou francesinha. Transmitem micróbios que causam infecções respiratórias e intestinais. Suas fezes e suas cascas secas podem causar alergias.
Na época das chuvas, elas procuram abrigo em lugares quentes, úmidos e escuros, dentro dos prédios, nos cantos dasparedes das casas, nas frestas de madeira, nos armários, gavetas, fornos, ralos e depósitos. Estão sempre em busca de alimentos em lixos e esgotos. Ao transitar por locais limpos contaminam os alimentos, louças, pratos, talheres e copos.
Deixe sempre o alimento protegido, não guarde comida sem tampa nos armários, principalmente doces e bolachas. Dê preferência aos inseticidas acondicionados em armadilhas que atraem as baratas para dentro delas. Não contaminam o meio ambiente e são eficientes para acabar com elas.

Moscas: O lixo é o principal responsável pelo aparecimento das moscas, devido a grande variedade de resíduos que servem para sua alimentação.Depositam bernes e bicheiras nos locais onde posam. Transmitem doenças respiratórias, infecções e alergias. Lave os utensílios de cozinha e da copa antes de usá-los, da mesma forma proteja os alimentos. Lave as frutas antes de comê-las.

Histoplasmose: É provocada por fungos encontrados em fezes secas de passarinhos, pombos e morcegos. A contaminação geralmente ocorre através da inalação ou respiração do ar contaminado com as fezes desse animais, ao fazer limpeza ou ao adentrar locais por eles habitados.A doença é de evolução crônica tanto nas crianças como nos adultos. Se manifesta através de febre, gânglios ou "ínguas" no pescoço, virilha ou debaixo do braço, infecção pulmonar, úlceras na pele, anemia e diminuição do número de células brancas do sangue responsáveis pela defesa contra infecções.
Medidas preventivas:
Ao limpar galinheiros, pombais e outros locais que contenham fezes secas de aves ou morcegos, utilizar máscaras protetoras, ou um pano úmido cobrindo o nariz. Umidecer as fezes antes de removê-las, para evitar a poeira que elas provocam e assim diminuir o risco de contaminação.
Máscara ou pano úmido também devem ser utilizados ao se visitar túneis, cavernas e minas habitadas por morcegos.
Pulgas e ácaros de sarna: a sarna canina e felina, e pulgas têm um grande potencial zoonósico. A dermatose associada a pulgas ou ácaros de sarna em seres humanos é geralmente autolimitante, mas pode voltar se não for curado o animal ou não for feita a higiene adequada do ambiente.
Postado por Deyvid Lopes

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Odontologia Eqüina

A odontologia eqüina é uma das áreas da Medicina Veterinária que vem tomando grande importância no mundo eqüino.
É sabido que os dentes dos cavalos crescem de 0,3 a 0,4 mm ao ano, ou seja, no final do ano os dentes superiores e inferiores crescem quase um centímetro, mas graças ao desgaste que acontece todos os dias pela mastigação os dentes se mantêm sempre com o tamanho normal. O que muitos não percebiam e alguns ainda não percebem é que na boca de um eqüino podem acontecer muitas falhas de dentes por queda ou mesmo por lesão onde um animal pode bater a boca em um determinado local ou outro animal pode ocasionar uma lesão através de um coice e assim ocorrer falhas dentárias na boca do eqüídeo (eqüino, muar ou asinino).
Quando estas falhas acontecem o dente da arcada oposta cresce tentando preencher estas falhas e ocasionam pontas de dentes que podem ferir a boca do animal além de dificultar o processo de mastigação.Algumas falhas podem ocasionar ganchos nos dentes, principalmente nos primeiros pré-molares e nos últimos molares que vão machucando e irritando o animal, principalmente quando colocamos a embocadura. Estes ganchos fazem com que a embocadura bata nos dentes e façam um arraso na boca do cavalo e faz com que ele sinta muita dor fazendo movimentos bruscos com a cabeça tentando se defender da dor causada pelas pontas e ganchos dos dentes.


Observando possíveis problemas dos dentes

O ideal é que você coloque o animal para comer em um local de grama ou capim rasteiro e observe como está o processo de apreensão e corte deste capim no chão através dos dentes incisivos, se ele está com os movimentos de mastigação correto, e se deixa um parte do capim cair da boca quando come. Em qualquer alteração destes itens mencionados acima é um grande indício do animal estar com problemas dentários.
Outro processo pra descobrir problemas dentários é a avaliação por toque nos dentes e a avaliação visual propriamente dita.
Para realizar esta avaliação podemos simplesmente puxar a língua do eqüídeo de lado de maneira a não deixar que o referido animal feche a boca e fazer uma avaliação superficial. A maneira mais fácil e correta de se fazer uma avaliação completa é colocando o abridor de boca que serve para deixar o animal de boca aberta para avaliarmos os relevos, pontas e ganchos nos dentes do “cliente” para vermos qual tratamento mais adequado para seus problemas bucais.

As pontas e ganchos nos dentes podem ser lixados com lixadeira elétrica (apropriada para este serviço) ou uma grosa especial para lixar dentes de cavalos, compradas em poucas lojas especializadas no Brasil.

O principal gargalo nesta especialização atualmente são as poucas empresas que comercializam equipamentos de odontologia eqüina atualmente elevando e muito o preço dos equipamentos.
Hoje fica em torno de 6 a 7 mil reais para se comprar todos os equipamentos e sair trabalhando, além de um grande valor que se investe em cursos de especialização na área.

Alguns problemas que podem ser observados na boca dos eqüídeos

Desgaste excessivo dos incisivos pela aerofagia com apoio – é um mal que acomete praticamente todos os animais de cocheira atualmente, pois ele não tem nada pra fazer preso na baia e começa a morder réguas e paredes e assim ocorre desgaste dos dentes incisivos.

Desgaste por aerofagia com apoio


O animal naturalmente solto a pasto passa 70% do tempo comendo. O restante do tempo ele passa interagindo com outros animais, andando de um lugar para outro no pasto a procura de boas pastagens e dormindo. Quando o homem passou a colocar o eqüídeo dentro de baia, este animal passou a comer grandes quantidades de capim de uma só vez e depois não ter nada o que fazer, já que está em cocheiras, então ele passa a morder tudo que vê pela frente.

Ondulações nos dentes incisivos, pré-molares e molares – o desgaste irregular nos dentes faz com que os dentes opostos sempre cresçam para corrigir as falhas dos dentes que se quebraram ou desgastaram de alguma maneira. Estes desgastes irregulares podem ocasionas ondas nos dentes que devem ser lixados para que de início diminua estas ondas e num segundo tratamento possamos corrigir por completo todo problema na boca do paciente que deverá ser avaliado pelo menos 1 vez por ano.


Ondulação nos dentes incisivos


Ondas e depressões nos dentes



Pontas laterais nos dentes provocando ulcerações na bochecha.



Dentes de lobo

Aparecem nos animais a partir dos 6 meses de vida e é de fácil remoção se o profissional tiver as ferramentas corretas. É um dente que atrapalha demais na colocação da embocadura na boca do animal, pois costuma incomodar muito quando esta embocadura pega em cima do dente.

Dente de lobo

Prognatismo e bragnatismo

Estes problemas ocorrem quando os dentes incisivos não se tocam. O prognatismo superior acontece quando os dentes incisivos superiores ficam a frente dos incisivos inferiores sendo assim o animal é bragnata dos incisivos inferiores e o prognatisomo inferior ocorre quando os incisivos inferiores se colocam a frente dos incisivos superiores, sendo assim o animal bragnata de incisivos superiores
Quando ocorre um destes dois problemas citados acima o animal não utiliza o atrito dos dentes para mastigar e sim o palato (prognatismo superior) ou a parte mole próximo a língua formando calos nestes locais (prognatismo inferior), já que os dentes incisivos não têm atrito nenhum.
Em qualquer um dos dois casos é indicado a exclusão dos animais com estas deficiências da criação para que não aconteça a transmissão deste problema a seus descendentes, já que as associações de cavalos não registram animais com esta deficiência.Atualmente pode ser feita a correção através de cirurgia, mas somente em grandes centros ou em algumas universidades que dispõem de recursos para estas cirurgias que cortam o osso e logo após é colocado placas de metal para dar firmeza ao osso como em cirurgias corretivas de ossos da perna, braço e outros.

Prognatismo grave


Olhando a idade pelo dente

Os dentes dos eqüídeos indicam a idade dos animais através de angulações dos dentes incisivos, aberturas na face oclusal dos dentes e fendas ou fossas que marcam a parte rostral (de fora) dos dentes incisivos, bastando pra isso decorar algumas fases de trocas de dentes, angulações e marcas deixadas pelo tempo para “decifrarmos” a verdadeira idade somente olhando os dentes dos animais.


Erupção dos dentes decíduos

Incisivos mediais (pinças) - Nascimento a 1 semana (6 dias)
Incisivos intermédios (médios) - 4 a 6 semanas (6 semanas)
Incisivos laterais (cantos) - 6 a 9 meses (6 meses)
2º, 3º e 4º pré-molares - Nascimento a 15 dias


Erupção dos dentes permanentes


Incisivos mediais (pinças) - 2 anos e meio
Incisivos intermédios (médios) - 3 anos e meio
Incisivos laterais (cantos) - 4 anos e meio
Caninos - 4 a 5 anos
Dente-de-lobo - 6 meses
2º pré-molar - 2 anos e meio
3º pré-molar - 3 anos
4º pré-molar - 4 anos
1º molar - 9 meses a 1 ano
2º molar - 2 anos
3º molar - 3 anos e meio a 4 anos

Cauda de andorinha 7 anos e novamente com 13 anos.

Sulco de Galvayne nos cantos - surge com 10 anos.
No meio aos 15 anos
Superfície oclusal aos 20 anos


Divisão dos dentes em quatro quadrantes

Para facilitar os estudos e também a marcação dos problemas dentários em fichas foi criado uma divisão da arcada dentária em quatro quadrantes.O primeiro é o Quadrante 1 que segue os números de 101 a 111 contando dos incisivos até o último molar. Depois seguem os Quadrantes 2 de 201 a 211, Quadrante 3 de 301 a 311 e Quadrante 4 de 401 a 411.



Matéria montada por Alexandre Breder

Postada por Deyvid Lopes

Créditos aos arquivos e apostilas do CPT de Viçosa

domingo, 8 de agosto de 2010

PROJETO LEVA EU

Pessoal vi hoje num programa de TV sobre esse projeto que achei super interessante e com uma iniciativa muito boa. Mostrando que os cães são seres que merecem também carinho, amor e atenção e esse projeto apoia a adoção, que acho super interessante. Pegam os cachorros na rua, passam por tratamento veterinário e depois vão para adoção.
Acessem e veja o Blog do Projeto Leva Eu.

Blog: http://www.projetolevaeu.blogspot.com/

Acessem também o site: http://www.veterinariosnaestrada.com.br/

O projeto VETERINÁRIOS NA ESTRADA tem como principal objetivo percorrer cidades do Brasil onde há carência de veterinários. Com a finalidade de promover educação ambiental, controle de animais errantes, posse responsável, informações sobre zoonoses e cirurgias de castração, melhoramos a qualidade de vida das pessoas, do ambiente e dos animais dessas comunidades. Levando capacitação de Veterinários às regiões conseguimos introduzir educação continuada, para que o trabalho se torne autosustentável.

Este projeto é realizado em parceria com o Poder Público e Privado das próprias regiões.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Alimentação das cadelas durante a gestação


Quando se pensa em acasalar uma cadela, um fator muito importante deve ser levado em consideração: a alimentação, já que das boas condições físicas da mãe dependerá o nascimento de uma ninhada forte e saudável. Os cuidados alimentares devem ter início antes mesmo do acasalamento e prosseguirem, pelo menos, até o desmame dos filhotes, pois a cadela precisará de muita energia durante a amamentação.

A fêmea não deve estar gorda quando cruzar e não pode receber gorduras na alimentação. A obesidade em uma cadela grávida pode ter conseqüências sérias. Por exemplo, no caso de haver necessidade de um parto por cesariana, a gordura atrapalha muito.

A cadela em gestação tem necessidade de muitas proteínas e uma complementação alimentar de cálcio e sais minerais. As proteínas podem ser encontradas nos próprios alimentos como a carne, o leite, verduras ou ração. No entanto, o cálcio e os sais minerais como ferro, cobre, flúor, manganês e outros, só devem ser ministrados com orientação do veterinário. O proprietário deve estar sempre atento para que a cadela tenha água limpa e fresca à vontade.

Com o passar do tempo, os filhotes começam a crescer no útero da mãe. Este se distende e passa a ocupar um espaço maior. Isso faz com que o útero acabe por deslocar outros órgãos como a bexiga, o intestino e o estômago, provocando uma diminuição do movimento intestinal. Nesse período da gestação é importante evitar que a cadela receba alimentos que possam aumentar a fermentação em seu organismo. Assim, os farináceos devem ser totalmente evitados, pois propiciam a formação de gases e, como conseqüência, aparecem as cólicas intestinais.

Um cuidado para evitar problemas digestivos é oferecer à cadela um maior número de refeições por dia, com quantidades menores de alimento de cada vez. Exercícios moderados até a época do parto também ajudam a manter a forma e a disposição da futura mamãe.

A alimentação indicada, rica em proteínas, deve inclusive ser mantida depois do nascimento dos filhotes já que, durante a amamentação, as exigências alimentares da cadela continuarão.

Se dermos condições ideais de alimentação à cadela, desde o cruzamento até o desmame, teremos filhotes bem formados, fortes e saudáveis e, principalmente, uma mãe sem deficiências, que não terá corrido riscos desnecessários e trará, ainda, muitas alegrias a seus donos.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Como cortar a unha de um cão


Unhas bem cortadas são de fundamental importância no acabamento do trimming de um cão, podendo muitas vezes melhorar a aprarência de um pé cujos dedos não sejam muito bem arqueados.
Independente disto, dá um aspecto mais limpo e possibilita melhor movimentação do animal (unhas muito grandes podem prejudicar o movimento e até causar algum defeito no caso de cães em fase de crescimento).
Veja na figura abaixo onde deve ser realizado o corte da unha. A área pontilhada embaixo da unha é tecido vivo com sangue e nervos e é chamada de sabugo, ou leito da unha. Corte diagonalmente na unha somente alguns poucos milímitros. Em caso de dúvida, peça a seu veterinário para fazer isto por você.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010


Declaração Universal dos Direitos dos Animais


1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.