segunda-feira, 31 de maio de 2010

Golden Retriver




País de origem: Grã-Bretanha
Tamanho: Grande
Área de Criação: Média
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Moderada

Utilização: caça e companhia
Tamanho: 56 a 61 cm para machos e 51 a 56 cm para fêmeas.
Peso: 27 a 34 quilos.
Aspectos Gerais: ágil, com uma cabeça forte e nobre, um olhar doce, uma expressão risonha, inteligente e alegre e compleição física robusta.
Pelagem: a pelagem é medianamente longa, ondulada ou lisa, com franjas, subpelo espesso e resistente a água. As tonalidades aceitas vão do creme muito claro (praticamente branco) ao dourado-escuro.
Longevidade: 13 a 15 anos.
Área de Criação: adaptável desde apartamentos a grandes fazendas.
Temperamento: atencioso, companheiro, carinhoso, inteligente e fiel.

Especialistas acreditam que a raça passou a ser desenvolvida em meados do século 19, quando o escocês Dudley Marjoribanks, Lorde de Tweedmouth, adquiriu Nous e o acasalou com uma fêmea da extinta raça Tweed Water Spaniel. Ele procurava um cão inteligente, com habilidade suficiente para buscar a caça na terra e na água, calmo e com excelente faro.
Por mais de 20 anos, o Lorde de Tweedmouth trabalhou no melhoramento de sua criação e, para obter mais qualidade na linhagem, cruzou seus cães com as raças Wavy-Coats e Setter Irlandês. Com o tempo, o trabalho de seleção do Lorde deu origem à linhagem Ilchester, de característica muito semelhante às do Goldens atuais. Alguns especialistas afirmam que a raça Bloodhound também teria sido utilizada no desenvolvimento do Golden Retriver, mas até hoje não há dados que comprovem esta afirmação.
Introduzida há cerca de 20 anos no Brasil, o Golden tem sido usado ao longo dos anos para desempenhar diversos tipos de tarefas, incluindo as Terapias Assistidas por Animais (TAAs), junto a asilos e entidades – um trabalho que os cães da raça fazem sem muito esforço, já que apresentam grande facilidade de aprendizado.
Considerando um cão rústico, que alia inteligência, fidelidade e companherismo, qualidades que tem aumentado a sua popularidade no mundo. O Golden pode ser criado tanto em fazendas, sítios e quintais quanto em apartamentos.

CRONOLOGIA Em 1890, os primeiros exemplares da raça chagaram aos Estados Unidos e Canadá. Treze anos depois, a raça foi aceita pelo Kennel Club na Inglaterra, onde foi chamada de Flat-Coasts-Golden. Já no ano seguinte, um Golden garantiu o primeiro lugar em uma prova de campo. No entanto, a raça só foi reconhecida oficialmente em 1911, com a Fundação do Golden Retriver Club of England. Daí em diante, o Golden passou a ser difundido nos EUA e se popularizou em todas as partes do mundo, especialmente na Europa, EUA e Japão.


Postado por: Deyvid Lopes

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Doença - Babesiose


A Babesiose é uma doença parasitária, não transmissível ao homem. Seu agente transmissor é o carrapato Rhipicephalus sanguineus, que parasita e destrói as células sanguíneas do animal causando anemia podendo, inclusive, levá-lo à morte.
O carrapato se contamina pela Babésia ao se alimentar do sangue de um animal já contaminado e, ao picar um animal sadio, dá continuidade ao ciclo de contaminação.
Uma vez contaminado, o animal apresenta como sintomas a perda de apetite, febre, desânimo, fezes acompanhadas de sangue, palidez nas mucosas conjuntiva e bucal, além de sangramentos no nariz, boca e ponta das orelhas.
Em alguns casos, filhotes com 8 a 12 semanas de vida podem estar imunes à doença graças aos anticorpos herdados da mãe. Geralmente, os animais mais suscetíveis aos efeitos da doença são aqueles que estejam debilitados (não totalmente saudáveis) ou estressados.
Na fase crônica da doença, a destruição das células sanguíneas é menor do que nos casos agudos, o que causa o aumento do baço e o surgimento de icterícia (amarelão).
Os sintomas acima descritos podem levar semanas ou meses para que se tornem evidentes. O tempo para que esses sintomas se manifestem varia de acordo com as condições de saúde do animal, a raça, a idade, o número de carrapatos encontrados no animal. Tudo somado a uma série de fatores e condições do ambiente onde vive o animal.
Quanto mais cedo for diagnosticada a doença, maior será a eficácia do tratamento e menor o risco de mortalidade. Para isso, são realizados exames clínicos, hemogramas para detectar o parasita e um histórico de infestação de carrapatos no animal.
O tratamento da Babesiose abrange dois aspectos: o combate ao carrapato causador da doença (com a utilização de produtos para limpeza, desinfecção e manutenção da limpeza do ambiente para que fique livre dos carrapatos e o uso de produtos veterinários como sprays, xampus e coleiras anti-carrapatos) e a neutralização dos efeitos e prejuízos causados pela doença (com o auxílio de medicamentos, incluindo corticóides, sempre a critério do veterinário responsável).
Todas os meios de prevenção são úteis pois, mesmo depois de curado da doença, caso o animal seja novamente atacado por um carrapato contaminado, nada impede que seja outra vez infectado pela doença.

Postado por: Deyvid Lopes
O agente transmissor da babesiose é o carrapato Rhipicephalus sanguineus, esse da imagem abaixo.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Aquário (Parte 2)

ÁGUA DOCE X SALGADA Sem dúvida alguma, os peixes de água salgada chamam mais atenção por suas colorações vivas e alegres. Além disso, é possível incluir no habitat corais com formas e cores peculiares. “O aquário marinho parece mais difícil, mas uma vez estabilizado, com a iluminação e filtros corretos, ração e troca de água, ele próprio se autoajuda sustentando-se sozinho. Já o aquário de água doce precisa de cuidados sempre, devidos às oscilações que sofrem, independente dos cuidados prestados”, esclarece Eduardo Held da Silva. O aquário de água marinha também necessita de um equipamento chamado Skimmer, que remove as substâncias protéicas presentes em excesso na água. “O aquário salgado também deve ter uma temperatura de água mais baixa do que o aquário de água doce e necessita de um melhor controle de parâmetros químicos da água”, alerta Eduardo Reinert Barros. Para quem dispõe de pouquíssimo tempo pra se dedicar, ele recomenda o peixe de água doce Betta. “É um peixe bonito, resistente e, por ser territorialista, vive bem sozinho e em ambientes pequenos. Mesmo se estivessem em um lago enorme permaneceriam apenas em um pequeno território. Gostam de água calma e conseguem aproveitar o oxigênio do ar, portanto, não necessitam de bombas de circulação de água e oxigenação”.

MANUTENÇÃO A manutenção correta do aquário, de água doce ou marinha, é essencial para a sobrevivência e bem-estar dos peixes. “O aquário NUNCA deve ser lavado e desmontado como algumas pessoas costumam fazer. Isso destrói toda a microbiologia responsável pela filtragem da água. Apenas deve ser feita uma troca parcial de água que, dependendo do aquário e dos peixes, pode ser diária ou mensal. A água deve ser aspirada do fundo do aquário, o que ajuda a remover o excesso de sujeira”, recomenda Eduardo Reinert Barros. Se o nível de sujeira estiver acima do normal, ele também aconselha a realizar uma limpeza dos vidros e equipamentos e trocar os componentes do filtro, que retém a sujeira visível da água.
Para os aquários marinhos, a conservação é um pouco mais complexa e inclui a instalação de um skimmer, a reposição de nutrientes para aquários de coral e a manutenção da água em pouco mais fria que os de água doce.

ALIMENTAÇÃO E SAÚDE Além da higiene correta do habitat, os peixes necessitam de uma alimentação balanceada para se manterem saudáveis. A grande maioria das espécies precisa ser alimentada uma ou duas vezes ao dia. “Os peixes de água doce se alimentam de ração em flocos ou granulada. Os de água salgada se alimentam de rações específicas para diferentes espécies, além de alimentos vivos e até de peixinhos menores”, orienta Eduardo Held da Silva. Se o peixe parar de se alimentar, ficar apático, nadar para superfície em busca de oxigênio ou para o fundo por fraqueza, é hora de procurar ajuda de um especialista, afirma Eduardo Reinert Barros. Outros fatores que sinalizam que o peixe está doente, segundo Eduardo Held da Silva, são escamas ouriçadas e sem brilho, pontos brancos no corpo (uma espécie de algodão grudado), nadadeiras desfiadas, respiração e, dependendo da doença, o peixe se coça raspando-se nas pedras.

Postado por: Deyvid Lopes

terça-feira, 25 de maio de 2010

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS

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  1. Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
  2. Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
  3. Nenhum animal deve ser maltratado.
  4. Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
  5. O animal que o homem escolher para companheiro não deve nunca ser abandonado.
  6. Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
  7. Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
  8. A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.
  9. Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
  10. O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

Postado por: Natália Mayrinck

Informativo 4

Quer montar um aquário??? Vão ai algumas dicas para você (Parte 1)


VIDA AQUÁTICA
A NATUREZA EM SUA CASA

Manter um aquário em casa, de água doce ou salgada, é muito mais fácil do que se imagina. Cuidados básicos na montagem resultam em tranqüilidade por muito tempo. E os peixes ornamentais também são um ótima companhia. Estudos indicam que o hábito de observar peixes mantém as pessoas calmas e alivia o estresse. “Os peixes são independentes, brincalhões e alguns fazem gracinha para os donos, como comer nas mãos, se exibir”, explica Eduardo Held da Silva, gestor da área de aquários da Au Pet Store, em São Paulo. Outro ponto que facilita a manutenção de um aquário, segundo o médico veterinário especialista em peixes, Eduardo Reinert Barros, é que boa parte das espécies encontradas já nasceram em cativeiros e estão acostumadas a viver em aquário. “Se o aquário for bem montado, não há quase nenhum trabalho para os seus donos; na verdade é praticamente uma terapia antiestresse”, complementa Barros.

É importante analisar alguns critérios antes de adquirir um aquário: tempo disponível, tamanho e tipo de aquário, escolha das espécies e o quanto pretende investir na montagem. Cometer erros pode ser fatal tanto para os peixes como para o investimento. “Normalmente as pessoas escolhem mal os peixes do aquário ou são mal orientadas pelos lojistas e misturam peixes agressivos com peixes calmos; colocam peixes de água tranqüilas em aquários com muita circulação de água e vice-versa; alimentam peixes carnívoros com alimento para peixes herbívoros e vice-versa; deixam peixes em aquários com temperatura de água e PH bem diferente do que seria o ideal. Isso não é nada incomum”, explica Eduardo Reinert Barros. Ele também esclarece que trocar a água do aquário deixa o peixe estressado e pode levá-lo a choques de temperatura, PH, além de intoxicação com o cloro da água nova, muitas vezes levando à morte. O excesso de alimentação é outro fator apontado pelo especialista. “A má qualidade da água causa a morte dos habitantes do aquário. O Kinguio, por exemplo, é o peixe que mais sobre. Ele tem um grande apetite e as pessoas dão muita comida. A água fica suja e com excesso de amônia. As pessoas, então, lavam todo o aquário e, com isso, a biologia da água desaparece, não havendo nunca uma boa filtragem e a água continua sempre suja. Para agravar, este é um dos peixes mais sensíveis a amônia. São peixes que ultrapassam os 20 anos de idade, mas quando estão em aquários morrem precocemente entre dois e cinco anos”.

O mais importante em um aquário é a “saúde da água”. Eduardo Held da Silva observa que, além da qualidade da água nos aspectos físicos e químicos, é essencial ficar sempre atento aos peixes, corais ou plantas que for colocar para que nenhum esteja doente, o que pode acarretar uma grande perda e prejuízo. Ele ainda adverte que o tempo de iluminação e a manutenção da luminária, limpeza dos filtros e das paredes, são outros fatores fundamentais para a boa qualidade de vida no aquário.

Para quem deseja se iniciar no aquarismo, a recomendação é optar por um aquário de água doce, com Kinguios, Bettas e Lebistes. São espécies bastantes resistentes e não necessitam de muitos acessórios para a montagem do aquário. “Se o aquário for um pouco mais equipado, com filtro de água, bomba de circulação de água, termômetro, aquecedor e o aquarista tiver um pouco mais de experiência, terá uma infinidade de opções como discos, bandeiras, ciclídeos africanos, oscar, tetras, entre muitos outros. Se a pessoa for experiente, pode partir para os aquários marinhos, aquário de coral e aquários plantados”, esclarece Eduardo Reinert Barros. Para os aquários de água salgada, Eduardo Held da Silva indica o peixe clown (palhaço), o consagrado “Nemo” que, além de graciosos, são muito alegres e enfeitam qualquer aquário.


Postado por: Deyvid Lopes

Músculos da Face

Pessoal do 1º período de medicina veterinária segue ai os nomes dos músculos da face. Abraço!!!

Eqüino

Músculo cutâneo da face
Músculo masseter
M. elevador nasolabial – se divide em uma parte nasal e uma parte labial e entre eles possui o músculo canino.
Músculo elevador do lábio superior
Músculo malar
Músculo zigomático – tem origem no arco zigomático
Músculo Bucinador
Músculo Depressor do lábio inferior
Músculo mentoniano
Nervo Facial – possui 2 ramos – um ramo bucal dorsal e um ramo bucal ventral.
Músculo orbicular da boca
Músculo orbicular do olho
Músculo parotidoauricular
Veia angular do olho e veia dorsal do nariz, a junção das duas forma a veia facial
Veia facial e veia lingual, a junção das duas forma a veia lingofacial
Veia lingofacial e veia maxilar, a junção das duas forma a veia jugular externa.
Papila parotídea
Linfonodo mandibular
Glândula Parótida

Bovino

No bovino o músculo elevador nasolabial não tem as 2 divisões igual no cavalo.
Músculo depressor do lábio superior – tem no bovino, não tem no cavalo e no cão.
Músculo canino – fica entre o músculo elevador do lábio superior e o músculo depressor do lábio superior.
Músculo malar
Músculo zigomático
Músculo bucinador
Músculo depressor do lábio inferior
Músculo orbicular da boca
Músculo orbicular do olho
Músculo mentoniano
Músculo zigomático auricular
Glândula parótida
Linfonodo parotídeo
Músculo parotidoauricular
Músculo externo mandibular – não se encontra no cão e no cavalo
Glândula mandibular erquerda e direita
Linfonodo mandibular
Veia angular do olho e veia dorsal do nariz, a junção das duas forma a veia facial.
Veia facial e veia lingual, a junção das duas forma a veia lingofacial.
Veia lingofacial e veia maxilar, a junção das duas forma a veia jugular externa.


No cão

Músculo Depressor palpebral
Músculo retrator do ângulo lateral do olho

No cão não tem o músculo depressor do lábio superior e o músculo depressor do lábio inferior.

Músculo digástrico da mandíbula
Músculo frontal
Músculo temporal – responsável pelo fechamento da boca, ele que puxa o processo coronóide da mandíbula.
Músculo interescutular – fica entre as duas orelhas.
Músculo zigomaticoauricular
Músculo escutuloauricular superficial dorsal.
Músculo zigomático
Cartilagem escutiforme
Cartilagem anular
Cartilagem auricular – fica na orelha
Ramo bucal dorsal e ramo bucal ventral do nervo facial
Ducto parotídeo
Nervo auriculopalpebral – que se divide em ramo palpebral e ramo auricular
Glândula salivar mandibular
Linfonodos mandibulares
Glândula salivar parótida
Veia angular do olho e a veia dorsal do nariz se unem para formar a veia facial
Veia Facial e a veia lingual se unem para formar a veia lingofacial.
Veia lingofacial e a veia maxilar se unem para formar a veia jugular externa.
Veia labial superior
Veia labial inferior
Músculo masseter
Músculo orbicular do olho
Músculo orbicular da boca
Músculo bucinador
Músculo levantador nasolabial
Músculo mentoniano
Músculo parotidoauricular
Músculo elvador do lábio superior
Músculo canino
Veia submandibular
Músculo milohióideo
Músculo geniohióideo
Músculo genioglosso
Músculo hipoglosso
Músculo estiloglosso
Nervo hipoglosso

Postado por: Deyvid Lopes

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Aves (Parte 3)


CUIDADOS QUE RESULTAM EM SAÚDE

O manejo de qualquer ave é que vai resultar em um animal saudável em todos os aspectos: físicos, comportamental e emocional. Os cuidados básicos para a sua manutenção são: alimentação adequada, acessórios básicos (gaiola, comedouros, brinquedos, poleiros e outros), higiene diária da gaiola e utensílios de proteção da ave contra corrente de vento. E assim como cães e gatos, as aves necessitam de atenção e carinho.
“Nenhuma ave suporta a corrente de vento, podendo desenvolver problemas respiratórios caso ela seja mantida em um ambiente nestas condições”.
Para manter penas e bicos saudáveis, a alimentação balanceada é fundamental. “Para o bico, é interessante dispor ao animal casca de coco, objetos de madeira e pedras de cálcio para que ele possa gastá-lo. Já para as penas, pode-se oferecer uma banheira para que a ave possa banhar-se ou borrifar água em suas penas nos dias mais quentes”. Complementar a alimentação com frutas, verduras e sementes também é aconselhável, mas com moderação. Alguns alimentos são proibidos, como alface, morango, tomate, frutas cítricas e sementes de girassol e amendoim, por serem muito gordurosas.
Outro fator fundamental é o tamanho da gaiola, uma vez que a ave deve ficar em um local preestabelecido, já que ela precisa ter um espaço para se sentir segura. “A gaiola deve ser de tamanho adequado a espécie da ave, suas necessidades e a quantidade de aves. Deve ser de tamanho mínimo que ela possa se movimentar com as duas assas abertas e possa voar ou se mexer bem. Também deve ser de material resistente e de fácil limpeza. Evite as de madeira, pois são difíceis de limpar, já que as fezes e urina das aves, aderem e mancham”.
Assim como os demais animais de estimação, as aves também precisam passar por avaliação anual. “O mais importante é que o dono se atende para qualquer mudança de comportamento de seu animal. Parar de se alimentar ou comer mais que o normal, fezes de coloração e consistência diferente do normal, prostração da ave, emagrecimento, são alguns exemplos que podem indicar que a ave precisa urgentemente de uma avaliação veterinária”. As consultas devem ser feitas em clínicas ou pet shops que dispõem de um médico veterinário especializado em aves ou animais silvestres.

Postado por: Deyvid Lopes

domingo, 23 de maio de 2010

Aves (Parte 2)


Para as pessoas que desejam comprar uma ave, vai ai alguns cuidados básicos que devem ser observados no animal na hora da compra.

DEFINIDA A ESPÉCIE, É IMPORTANTE OBSERVAR ALGUNS DETALHES QUE VÃO ASSEGURAR SE A AVE ESTÁ REALMENTE SAUDÁVEL:

  • Penas inteiras, limpas e sem estarem quebradas ou arrepiadas;
  • Olhos bem abertos e brilhantes;
  • Bico dentro do tamanho padrão da espécie;
  • A parte interior do bico deve encaixar perfeitamente na parte superior;
  • Musculatura peitoral normal;
  • Resposta a estímulos;
  • As asas não devem estar caídas;
  • As patas devem estar perfeitas, inteiras, apoiando-se perfeitamente nos poleiros;
  • Ausência de secreções no bico e nas narinas;
  • Consistência, volume e cor das fezes normais.

Postado por: Deyvid Lopes

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Aves (Parte 1)


Pets que cantam e encantam!!!

Seja pelo seu magnífico canto, pelo colorido de suas penas ou até mesmo por serem ótimas imitadoras, as aves podem se tornar excelentes animais de companhia. Existem cerca de 9 mil espécies pelo mundo. Os três grupos mais procurados pelos amantes de aves são: os psitacídeos (Araras, Papagaios, Jandaias, etc.), os passeriformes (os pássaros de canto em geral: Canário-da-terra, Pássaro-preto, Corrupião e outros) e, por último, o grupo dos Ramphastídeos (Tucanos e Araçaris). “Existem também os criadores legalizados de aves ornamentais que abrangem os Mutuns, Jacus, Jacutingas, Inhambus, dentre outros. Essas espécies são mais procuradas por pessoas que possuem um grande viveiro e mantêm a ave solta nessa área. E, por fim, temos uma espécie de ave que é criada legalmente para abate e consumo humano, que é o caso da Ema”.

LEGALIZAÇÃO E AQUISIÇÃO O primeiro cuidado ao se adquirir uma ave é verificar se sua venda é legalizada. O tráfico de animais silvestres no Brasil está em 3º lugar, perdendo somente para o de drogas e armas. Por isso, a legalização surgiu com o intuito de inibir o comércio ilegal. “Uma ave legalizada deve possuir uma anilha (fechada em algumas espécies), ou seja, um anel de metal com informação do criatório de origem, número de registro no Ibama e nascimento. O criatório e/ou loja deve emitir uma nota fiscal com a espécie da ave, criatório de origem e registro no Ibama, nascimento, sexo, identificação (anilha) e valor de venda”. Mas, além destes cuidados “é importante que a pessoas observe como esse animal foi criado e como ele está sendo cuidado, a fim de comprar uma ave saudável e feliz, livre de doenças e traumas”.
Os mais indicados para animais de estimação são as espécies do grupo dos psitacídeos, pois são aves muito dóceis e sociáveis com a frequência do manuseio. “A manutenção de aves de vida livre, além de ser contra a lei, leva a uma ave estressada, que se machuca e fica doente facilmente”. Araras, papagaios, jandaias, periquitos, maracanãs, tuims, agapornis estão entre as 332 espécies de psitacídeos. “Além da beleza das cores, todos têm capacidade de imitar sons e palavras. Há aqueles que são ótimos imitadores, como é o caso dos nossos papagaios brasileiros. Se criados de forma certa, tornam-se ótimas aves de companhia. Para aqueles apaixonados por canto, os passeriformes são os mais indicados. Há até torneios internacionais de canto para os aficionados por seus animais.
É muito importante conhecer o perfil da ave antes de adquiri-la. “Cada ave tem um comportamento e cuidados específico que devem ser avaliados antes de sua compra/aquisição. Por exemplo, algumas aves fazem muito barulho, como periquitos australianos e jandaias. Outros são dóceis e de fácil treino, quando criados desde filhotes (que são aos mais populares ultimamente), como calopsitas, agapornis, papagaios. Alguns são calmos e cantores, mas que não gostam muito de contato próximos com as pessoas, como canários, mandarins, cuiriós”. Mas, antes de definir a espécie, é importante estar ciente que você estará adquirindo uma vida, que precisa de cuidados e, principalmente, de atenção. E aconselhável o futuro proprietário fazer algumas perguntas: a ave é para crianças ou um adulto? A pessoas mora sozinha ou não? Existem crianças na casa? Existem outros animais? Mora em casa ou apartamento? “Esses são alguns exemplos importantes para indicar finalmente as melhores espécies, segundo o perfil do cliente. É um processo trabalhoso, mas que geralmente resulta em boas parcerias, seja entre a ave e o dono, quanto o dono e a loja”.

Postado por: Deyvid Lopes

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Trânsito Cruel (Por Danton Chequer)



Ouvimos e vemos no noticiário diário do Brasil, todos os dias, as seguintes manchetes:
- O trânsito nas rodovias brasileiras mata mais pessoas do que a guerra no Iraque.
- Embriaguez no trânsito mata tantas pessoas por dia no Brasil.
- Imprudência mata nas rodovias do Brasil.
Estas notícias todos os dias nos deixam preocupados e perplexos.
Falando desses fatos eu quero abordar uma situação do trânsito no Brasil que está um pouco esquecida:
- A morte de animais em rodovias está em alta também. A cada dia transitando pela BR 262 estou observando que nos locais de travessia de animais silvestres, as placas de trânsito não estão presentes. Os pontos críticos de acidentes com animais são os quilômetros: Km 53, Km 55, Km 56, Km 61, Km 63; curva da saibreira sentido Manhuaçu / Matipó e curva da antiga Copareal / Realeza. Constantemente estou vendo os animais de nossa fauna sendo dizimados em nossas rodovias. Uma forma de extinção são os constantes atropelamentos. Os animais que já foram encontrados mortos por atropelamento são: lobo-guará, jaguatirica, gato mourisco, lontras, capivaras, cães do mato (graxains), gambás, tamanduás-mirins e mãos peladas. Como podemos notar o trânsito não está matando só pessoas, mas também nossos parceiros animais. Esperamos que os governos possam traçar uma política de prevenção de acidentes com animais em rodovias, e que os motoristas respeitem a sinalização e evitem colidir com os animais.
Vamos nos empenhar em solicitar às autoridades competentes que sinalizem com placas estes locais críticos de acidentes, citados acima.
Devemos sempre lembrar o que a Bíblia diz em Eclesiastes 3:19 e 20: “Porque o que sucede aos filhos dos homens sucede aos animais; o mesmo lhes sucede: como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego de vida, e nenhuma vantagem tem o homem sobre os animais; porque tudo é vaidade. Todos vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó e ao pó tornarão”.
Reflitamos sobre esta mensagem e que cada pessoa possa praticar o Bem Estar Animal.

Escrito por Danton Chequer
Acadêmico do 2º Período de Medicina Veterinária da Faculdade Vértice/Matipó/MG
Postado por: Deyvid Lopes

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Pinscher Miniatura



País de Origem: Alemanha
Tamanho: Pequeno
Área de Criação: Pequena
Agressividade: Moderada
Atividade Física: Média
Utilização: guarda, trabalho e companhia.
Tamanho: 25 a 30 cm.
Peso: 4 a 6 quilos.
Aspectos Gerais: porte pequeno, de temperamento e comportamento de um cão pequeno, com pelagem macia. em locais menos, cumpre bem sua tarefa de guarda.
Pelagem: curta e densa, suavemente assentada e lustrosa, sem falhas. As cores são sólidas e em várias tonalidades, do castanho ao vermelho-veado, e preta com marcas tan ou fogo bem nítidas das maças do rosto, focinho, acima dos olhos, no queixo e garganta, nos dois lados do antepeito, metatarso, pernas dianteiras, patas, face interna das pernas traseiras e na região anal.
Longevidade: 10 a 12 anos.
Temperamento: atento, excelente cão de guarda, vivaz, inteligente e apaixonado pelo lar e pelos donos.
O Pinscher miniatura é um cão de origem secular e, apesar de ser originário da Alemanha, era muito apreciado nos países Escandinavos, sendo desenvolvido em outras partes do mundo a partir de 1875, quando foi criado o Pincher Clube Alemão. Com isso, a raça evoluiu bastante, não apenas em tipo como também em popularidade, especialmente entre 1905 até a Primeira Guerra Mundial.
O Pinscher Miniatura ou Anão, como também é chamado, já foi conhecido também por "Reh Pinscher" em função de sua semelhança com um pequeno veado (reh) comum nas florestas locais de sua região de origem. Ele é parecido com o Dobermann, só que em uma escala bem reduzida, mas sua natureza sugere um cão muito maior.
PEQUENO CÃO, GRANDE CORAGEM Apesar do tamanho, o Pinscher Miniatura é um excelente cão de guarda, muitas vezes mais atento que um cão com o dobro de seu tamanho. É também um nato cão de show, notório por sua vivacidade e inteligência, além de ser apaixonado pelo lar e ainda pelos donos.
Postado por: Deyvid Lopes

Gatos (Parte 4)


ALIMENTAÇÃO

A ração é sempre o alimento mais indicado para os animais de estimação em geral. Ao adquirir um gato, consulte um médico veterinário que poderá indicar qual a melhor ração dentre as muitas opções disponíveis hoje no mercado. “É sempre importante usar uma ração Super Premium e com nível de cálcio baixo, pois diversas raças são muito sensíveis e com tendência a formação de cálculos renais”. Alguns suplementos também podem ser oferecidos, sob orientação de um médico veterinário, de preferência especializado em gatos, mas jamais com complemento ou em substituição à ração. Melhorar a beleza da pelagem, premiação ou aumentar a resistência, no caso de gatas prenhas em recuperação pós-parto, para gatos debilitados e filhotes em fase de crescimento, são algumas das fases em que estes suplementos podem ser administrados, explica a consultora de felinos.

SAÚDE

O bem-estar dos felinos está ligado diretamente à sua saúde. Portanto, visitas periódicas ao médico veterinário são imprescindíveis, não apenas em casos de urgência ou quando aparecem alterações comportamentais. A consulta preventiva é a melhor maneira de garantir a saúde e curar alguma doença em sua fase inicial. Vacinação, vermifugação e antipulgas também devem ser administrados periodicamente sob a orientação de um médico veterinário.

Postado por: Deyvid Lopes
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Colabore com a preservação


A Sobrevivência das espécies depende do equilíbrio dos ecossistemas.



Postado por: Natalia Mayrinck

Cientistas clonam touro espanhol


É a primeira vez que um animal que compete em touradas é clonado

Cientistas espanhóis afirmaram nesta quarta-feira (19) terem clonado pela primeira vez um touro de touradas.

O especialista em genética veterinária Vicente Torrent disse que o bezerro recém-nascido, chamado Got, é uma réplica exata do tipo de animal musculoso que os toureiros enfrentam nas arenas da Espanha.

Got nasceu na terça-feira (18), pesando 24 quilos, em uma fazenda em Melgar de Yuso, no norte da Espanha.

O feito aconteceu graças a uma equipe de 17 cientistas, que, segundo Torrent, está esperançoso que Got seja tão feroz quanto seu predecessor genético, um touro chamado Vasito, considerado muito valioso. O grupo demorou três anos para conseguir preservar o material genético de Vasito e viabilizar a clonagem.

Postado por: Natalia Mayrinck

terça-feira, 18 de maio de 2010

Gatos (Parte 3)

HIGIENE
Fonte: Anuário Pet 2010
Limpeza é fundamental para os felinos. "Eles não gostam de sujeira e seu proprietário deve ser parceiro nesse tema e ficar muito atento". Mesmo se lambendo todos os dias, é importante complementar esta higiene com os seguintes itens:
  • Banho à seco semanal;
  • Banhos podem ser ministrados semanalmente, quinzenalmente ou a cada 20 dias, no máximo, dependendo da pelagem de cada raça;
  • Escovação diária para gatos de pelagem longa e para pelagem curta semanalmente;
  • Limpar focinhos, olhos e orelhas sempre com solução indicada para cada região;
  • Corte de unhas pode ser feito em casa pelo proprietário, pelo esteticista na hora do banho ou pelo médico veterinário, sempre que estiverem grandes;
  • Para os gatos ainda não acostumados ao banho, uma boa opção é o Banho de Ofurô.
Além da higiene, os acessórios também não podem ser esquecidos. O bebedouro, comedouro, liteira [caixa de areia], caminhas, caixas ou bolsas transporte, brinquedos, arranhadores, roupinhas, coleiras, enfim, tudo deve ser higienizado com desinfetante à base de Amônia Quaternária para combater bactérias.
Postado por: Deyvid Lopes
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Articulações femorotibial e femoropatelar





Postado por: Deyvid Lopes

Osso tíbia de Eqüino




Postado por: Deyvid Lopes

Monty Roberts agora vai tentar um desafio: destraumatizar um cavalo



Vaqueiro encanta e emociona público com sua clássica demonstração de doma gentil.


Postado por: Natalia Mayrinck

Globo Rural acompanha a visita de Monty Roberts, o encantador de cavalos




O cowboy americano, que através de seu método já iniciou mais de 20 mil cavalos e vendeu mais de seis milhões livros, fez muita gente chorar na sua passagem por Brasília.


Postado por: Natalia Mayrinck