sexta-feira, 30 de abril de 2010

Febre aftosa



Os criadores concluíram nesta sexta-feira dia 30 de Abril o trabalho de imunizar o rebanho contra a aftosa. Nos últimos dias, nós acompanhamos esse serviço nas fazendas.

Depois de concluída a vacinação os produtores têm de notificar a Secretaria da Agricultura. Isso deve ser feito até o dia 15 de maio. Com a nota fiscal de compra das vacinas em mãos eles devem se dirigir à uma unidade da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária.

Quem deixa de fazer a declaração pode pagar caro. “A multa varia de R$ 60,00 a R$ 1,5 mil”, avisou Flávio Pontes, técnico agropecuário.

Além da multa, os animais que não forem vacinados e não tiverem a documentação não podem transitar entre municípios, participar de feiras e serem vendidos ou abatidos.

Agora em abril, outros Estados brasileiros cumpriram a primeira etapa da vacinação do rebanho contra a febre aftosa. Em Mato Grosso do Sul foram vacinados os animais da Zona de Alta Vigilância, na região da fronteira com o Paraguai.

Em Rondônia, considerado área livre de aftosa com vacinação, a campanha começou no meio de abril e ainda vai até o dia 15 de maio.

Na região Norte, também vacinou em abril o Estado de Roraima, que tem situação de risco desconhecido.

No Nordeste, vacinaram Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Os três Estados são considerados áreas de risco médio.

A meta de Pernambuco é passar do status de médio risco para a classificação de área livre de aftosa com vacinação. “Para isso, o produtor precisa continuar vacinando mais de 90% do rebanho do Estado, nós terminarmos a implantação do sistema eletrônico em todos os municípios do Estado de Pernambuco e realizar a sorologia que está marcada para o segundo semestre deste ano”, explicou Erivânia Camêlo, gerente geral da Adagro, Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária.

Fonte: www.globo.com/globorural

Postado por: Deyvid Lopes

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Pastor Alemão


Ele tem porte de vigilante e parace estar atendo o tempo todo. O Pastor Alemão, que até 1931, para evitar lembranças da primeira guerra mundial, era chamado de Pastor da Alsácia, ganhou o carinho dos criadores no Brasil e , ainda hoje, é uma das raças mais comercializadas no país. A nossa polícia o utiliza como apoio em suas operações nos aeroportos e na busca de foragidos e pessoas desaparecidas, o que lhe rendeu a fama de cão policial.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
- O pastor alemão é um cão de porte médio e mede entre 55 a 65 cm de altura.
- Possui orelhas de tamanho médio, voltadas para cima.
- O focinho do pastor alemão é comprido.
- A calda é longa e com grande quantidade de pêlos.
- A cor mais comum é marrom claro com macha preta nas costas.

COMPORTAMENTO E TEMPERAMENTO
- O pastor alemão é de uma raça fácil para ser adestrada, pois é muito inteligente.
- Muito utilizado como cão de guarda.
- Muito ágil, rápido e esperto.
- Tem um olfato bem desenvolvido, sendo utilizado no resgate de corpos soterrados ou para procurar drogas ou armas.
- Quando bem adestrado é muito obediente.
- Tem facilidade para aprender comandos e orientações em treinamentos específicos.
- O pastor alemão é um excelente cão para companhia.
- Possui um latido prolongado. Importante para avisar que algo de errado está acontecendo.
- Diante destas qualidades é muito utilizado pelas polícias em diversos países.
Preço médio com pedigree - R$ 650,00 a R$ 1500,00
Preço médio sem pedigree - R$ 150,00 a R$ 300,00
Postado por: Deyvid Lopes

Confirmado um caso de mormo em uma égua no Distrito Federal




Como já tinhamos dito na postagem feita recentemente pela Josiane Breder, o mormo é uma doença respiratória infecciosa transmitida por uma bactéria que provoca febre, corrimento de secreção nas narinas e feridas no pescoço e cabeça do animal.


Postado por: Natalia Mayrinck e Josiane Breder

Células-tronco reduzem dores e curam lesões de animais




No interior de São Paulo, gatos recebem células-tronco para melhorar de certas doenças. O tratamento também ajuda para fazer os animais voltarem a se alimentar. Em cavalos, os membros se recuperam.




Postado por: Natalia Mayrinck e Josiane Miranda Breder

Veterinária explica os cuidados para adotar um bichinho






Postado por: Natalia Mayrinck e Josiane Miranda Breder

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Animais silvestres

Ararinha Azul

A depredação do meio ambiente e o consumo de animais silvestres vem causando a destruição de populações inteiras de animais pelo país, além da extinção de inúmeras espécies.

O costume de conviver com animais silvestres no Brasil – país reconhecido mundialmente pela exuberância de sua fauna e flora – data de tempos imperiais. Mas esse hábito de conviver com bichos que deveriam permanecer em nossas matas e florestas tem conseqüências trágicas.

Para se ter um louro na gaiola, desejo estimulado hoje em dia até mesmo por parte da grande mídia, outros noves morrerão durante o processo de captura, transporte e venda no comércio ilegal. Mantidos em locais inadequados, alimentados e manuseados por pessoas sem noção de sua fragilidade e necessidades primordiais, eles não resistem.

Mesmo quando o bicho é comprado em um petshop ou loja regulamentada, não se terá a certeza de que, em alguma fase, não tenha sido “esquentado” pela máfia dos traficantes de animais, que envolve desde crianças que vendem pássaros em beira de estrada, até grandes esquemas internacionais.

Para piorar, ao chegarem em seus destinos finais, ou seja, a casa do consumidor, começam novos problemas. Os animais serão condenados a passar a vida atrás de gaiolas, em espaços exíguos, muitas vezes sendo criados por sem conhecimentos sobre suas necessidades mais básicas e/ou incapaz de supri-las.

O Tráfico só existe por que há quem compre os animais

O costume de conviver com animais silvestres no Brasil data de tempos imperiais, com conseqüências trágicas. Segundo a SOS Fauna – ong que atua na repressão e em auxílio aos animais vítimas do tráfico, o sofrimento é contínuo. “Luzes permanentemente acesas para não haver a queda de metabolismo, estado de alerta constante, queda de temperatura ambiente costumam ser as condições enfrentadas pelos animais no transporte aos grandes centros urbanos, viagens estas que podem durar até 3 dias”.

De acordo com o 1º Relatório Nacional sobre o Tráfico de Animais Silvestres da Renctas, a comercialização em pet shops é “o fator que mais incentiva o tráfico de silvestres no Brasil”. Segundo o estudo, são quase 38 milhões de espécimes retiradas de seu habitat por ano. Desse número, apenas 10% chegará ao destino final. Quando apreendidos pela fiscalização, os animais geralmente estão em péssimas condições, alguns já mortos, maltratados, com fome, sede e frio. Outros são ainda anestesiados para que pareçam dóceis e mansos (principalmente no caso de mamíferos).

A deficiência desses setores em acolher e abrigar de forma adequada os milhares de animais vítimas do tráfico somam-se às dificuldades do poder público em fiscalizar, patrulhar e combater a apanha e o comércio ilegal da fauna silvestre. Nas fronteiras, zonas de mata, aeroportos, feiras livres, pet shops ou nas estradas que cortam o país, os meios utilizados pelo tráfico vão do mais rústico e banal até o esquema de quadrilhas organizadas, que movimentam milhões de reais.

A lei permite

O comércio de animais silvestres é normatizado pela portaria nº 117/97 e a sua criação pelas portarias nº 118/97 e 102/98 (vide abaixo texto na íntegra). O Estado “normatiza o funcionamento de criadouros de animais da fauna silvestre brasileira com fins econômicos e industriais, com exceção apenas os peixes, invertebrados aquáticos, jacaré-do-pantanal - Caiman crocodilus yacare, tartaruga-da-amazônia - Podocnemys expansa, tracajá - Podocnemys unifilis, insetos da ordem Lepdoptera”. Ou seja, todas as demais espécies não citadas por estas portarias e que não forem tratadas em outras específicas estarão liberadas para a comercialização.


O poder de transformar está em nossas mãos

Para que ocorra uma mudança neste caótico quadro é necessária uma tomada de consciência e atitude. Não comprar animais silvestres já é um grande avanço, mas não basta. É preciso que o cidadão, consciente de seu papel em uma sociedade democrática, exija do Estado políticas públicas que atuem na origem dos problemas. Em uma questão de tal magnitude e gravidade, os governos Federal e Estaduais ignoram ou reservam verbas pífias para a educação, o treinamento de agentes, a fiscalização e a repressão na origem.

A fauna silvestre, um de nossos maiores patrimônios, está sendo exterminada. Enquanto isso, os órgãos competentes se perdem em uma legislação inoperante e evasiva, com uma política para o setor que não combate a raiz do problema, além da corrupção e a falta de preparo de alguns profissionais.

Cumpra o seu papel! Denuncie à linha verde do Ibama (0800-618080) os casos de trafico ou comércio ilegal de animais silvestres (transporte, vendas em beira de estradas, feiras livres, criadouros ou pet-shops sem autorização ou documentação exigida pela lei).

Denunciar não basta.
Envie e-mail para o Ibama, Conama e para os integrantes das Câmaras Técnicas exigindo mudanças na política ambiental brasileira. Se preferir, utilize o modelo abaixo

Prezados Senhores,

Eu, ________________________________, venho por meio desta manifestar minha insatisfação diante da atual política ambiental brasileira, sobretudo a atenção dada à questão dos animais silvestres.
Como cidadão brasileiro(a), exijo que os órgãos responsáveis pela proteção de nossa fauna coloquem em prática uma política efetiva de combate ao tráfico dos animais silvestres em sua origem.

Medidas como a recente proposta de resolução encaminhada pelo Ibama ao Conama, contemplam a destinação dos animais apreendidos — com o risco de estimular o consumo – mas não coíbem a ação dos traficantes, o transporte e o comércio ilegal.

Baseado em trabalhos de organizações que atuam no combate ao tráfico, e que apontam a venda em pet shops como estímulo ao consumo dos animais silvestres e uma frente a mais de demanda para o confuso o ineficiente sistema de fiscalização, também repudio a disseminação desta modalidade de comércio.

Atenciosamente,

(E-mails dos órgãos ambientais e dos Integrantes das Câmaras Técnicas)


Ibama:

Procuradoria Geral – proge.sede@ibama.gov.br
Linha Verde – linhaverde.sede@ibama.gov.br

Conamaconama@mma.gov.br

Integrantes da Câmara Técnica de Biodiversidade, Fauna e Recursos Pesqueiros:

felipe.diniz@mma.gov.br; cassio.sesana@mma.gov.br; nogueira-neto@uol.com.br; ehofling@ib.usp.br; marcilio.caron@terra.com.br; jamuller@furb.br; eugeniomsc@rn.gov.br; joels@mct.gov.br; marcelo@seap.gov.br

Integrantes da Câmara Técnica de Assuntos Jurídicos:

cassio.sesana@mma.gov.br; denise.fernandes@mma.gov.br;
planet-bem@uol.com.br; gdallapria@cni.org.br;
semma@goiania.go.gov.br; mogata@semarh.ba.gov.br;
romeuarruda@semace.ce.gov.br; sebastiao.azevedo@ibama.gov.br;
byron.costa@mj.gov.br


Postado por : Natália Mayrinck

Animais de produção


Enquanto o homem se alimentar de carne ou utilizar produtos como leites e ovos, animas serão criados, transportados e abatidos.

Leishmaniose

Entre os mais utilizados para estes fins estão galinhas, vacas e porcos, espécies que formam as maiores populações de animais do planeta em interação direta com o homem, tornando essa a área de maior potencial de sofrimentos para os bichos.


No Brasil, o número de animais em granjas, pastos e similares está na casa dos bilhões, assim como na China e nos Estados Unidos, alguns dos maiores produtores mundiais.

Tradicionalmente, a pecuária leva em conta apenas os paradigmas econômicos, com produções em larga escala, onde o animal é despojado de sua condição de ser vivo complexo e sensível, podendo ser mantido em situações degradantes.

Leishmaniose A conquista do bem-estar dos animais de produção é uma questão cada vez mais premente em nossa sociedade. Acredito que prevenir, reduzir ou acabar com o sofrimento destas imensas populações são passos necessários na evolução dos preceitos éticos e humanitários de Leishmaniosenossa civilização.

Em 1979, o Conselho de Bem-Estar dos Animais de Produção (FAWC - sigla em inglês) definiu as Cinco Liberdades. Veja abaixo esses princípios com comentários e consideraçãoes da Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA) em cinza:

- Livre de fome e sede;
pelo acesso constante à água e a uma dieta que mantenha sua saúde e vigor integrais.

- Livre de desconforto;
pelo fornecimento de um meio ambiente apropriado com abrigo e área de descanso confortáveis.

- Livre de dor, ferimentos e outras ameaças à sua saúde;
pelo prevenção ou a rapidez no diagnóstico e tratamento.

- Livre para expressar seu comportamentos natural;
pelo fornecimento de espaço suficiente, instalações apropriadas e a companhia de outros animais da sua espécie.

- Livre de medo e estress;
pela manutenção de condições de tratamento que evitem sofrimentos mentais e psicológicos.






Postado por : Natália Mayrinck

Cirurgia inédita - Primeiro joelho artificial em gato.



Imagem 1 - Missy, de 8 anos: implante pioneiro.
Imagem 2 - Joelho artificial: duas peças articuladas por um parafuso.
Em outubro, na Inglaterra, a gata Missy, de 8 anos, milagrosamente sobreviveu a um atropelamento. Teve, porém, o joelho de uma perna traseira deslocado, com os ligamentos fragmentados e inutilizados. A solução tradicional, em casos assim, é amputar a perna. Mas isso não iria funcionar com Missy porque a outra perna traseira teve oito fraturas e não suportaria ser o único ponto de apoio. Sacrificá-la era a opção que restava. Ou, então fazer um implante de joelho artificial. Apesar de a possibilidade nunca ter sido antes testada em gato, foi essa a escolha dos donos de Missy.
O trabalho foi feito pelo cirurgião veterinário Dr. Noel Fitzpatrick, responsável pela clínica Fitzpatrick Referrals, especialista em ortopedia e neurocirurgia de pequenos animais, localizada próxima a Londres, em Surrey.
Em cerca de seis semanas de pós-operatório, Missy tinha se recuperado bem. "Missy agora brinca e corre em volta da casa normalmente, muito feliz, com movimentos normais - nem parece que está com um implante".
Postado por: Deyvid Lopes

Akita Americano (Grande Cão Japonês)


O Akita Americano, anteriormente conhecido como Grande Cão Japonês, é uma dissidência da raça Akita. Foi desenvolvido nos Estados Unidos e descende dos Akitas japoneses levados para lá após a Segunda Guerra Mundial, misturados com cães de outras raças, principalmente com o Pastor Alemão.Em 5 de Janeiro de 2006, esta raça voltou a ser conhecida como Akita Americano, de acordo com o Padrão FCI 344, de 05/01/2006.
Características
Akita Americano é um cão com uma estrutura superior à do Akita Inu. O Akita Americano é um cão inteligente, extremamente fiel e que de fato não gosta de receber ordens de estranhos. É uma raça em que os Machos são dominantes, ou seja, necessitam, desde pequenos, perceber quem é o líder. É um cão Dócil, Meigo, ladra pouco (Só ladra quando pressente perigo ou Ameaça ao seu Território), e é um cão extremamente sociável, sendo por vezes bastante desconfiado.
País de Origem: Japão
Tamanho: Grande
Área de Criação: Grande
Agressividade: Média
Atividade Física: Moderada
Peso: 35 a 50 quilos
Tamanho: 66 a 71 cm para machos e 61 a 66 cm para fêmeas.
Longevidade: 10 a 12 anos.
Temperamento: inteligente, corajoso, dócil, amistoso, fiel e receptivo.
Postado por: Deyvid Lopes

MORMO



O Mormo ou lamparão, é uma doença infecto-contagiosa dos eqüídeos, causada pelo Burkholdelia mallei, que pode ser transmitida ao homem e também a outros animais. Manifesta-se por um corrimento viscoso nas narinas e a presença de nódulos subcutâneos, nas mucosas nasais, nos pulmões, gânglios linfáticos, pneumonia, etc. No Brasil, felizmente, embora tenham sido constatadas reações positivas, ainda não se comprovaram casos desta enfermidade.
Os animais contraem o mormo pelo contato com material infectante do doente:

  • pús;
  • secreção nasal;
  • urina ou fezes.

O agente da doença penetra por via digestiva, respiratória, genital ou cutânea, sendo esta última só por alguma lesão. Quando penetra no organismo, em geral, o germe cai na circulação sangüínea e depois alcança os órgãos, principalmente os pulmões e o fígado.
O peíodo de incubação é de aproximadamente de 4 dias mas, pode variar bastante.

SINTOMAS - O mormo apresenta forma crônica ou aguda, esta mais freqüente nos asininos. Os animais suspeitos devem ser isolados e submetido à prova de maleina sendo realizada e interpretada por Médico Veterinário. A mortalidade desta doença é muito alta.
A forma aguda é assim caracterizada:
febre de 42ºC, fraqueza e prostação;
aparecimento de pústulas na mucosa nasal que se trasnformam em úlceras profundas e dão origem a uma descarga purulenta, inicialmente amarelada e depois sanguinolenta;
há entumecimento ganglionar, e o aparelho respiratório pode ser comprometido, surgindo dispnéia.
A forma crônica se localiza na:

  • pele;
  • fossas nasais;
  • laringe;
  • traquéia;
  • pulmões, porém de evolução mais lenta;
  • pode mostrar também localização cutânea semelhante à forma aguda, porém mais branda.

PROFILAXIA - Deve ser realizado as seguintes medidas:
notificação imediata à autorização sanitária competente;
isolamento da área onde foi observada a infecção;
isolamento dos animais suspeitos como resultado da prova de maleína e sacrifício dos que reagiram positivamente à mesma prova repetida após dois meses;
cremação dos cadáveres no próprio local e desinfecção de todo o material que esteve em contato com os mesmos;
desinfecção rigorosa dos alojamentos;
suspensão das medidas profiláticas somente três meses após o último caso constatado.

TRATAMENTO - Os produtos usados devem ser a base de sulfas, principalmente sulfadiazina e sulfatiazol ou sulfacnoxalina ou cloranfenicol e outros, em forma de grupos antibióticos.

Postado por: Josiane Miranda Breder

terça-feira, 27 de abril de 2010

Primeiros Cuidados

É IMPORTANTE SEMPRE LEVAR SEU AMIGO AO VETERINÁRIO.

Não deixe de levar seu amigo para um check-up antes de levá-lo definitivamente para casa. O veterinário é o profissional que vai proteger a saúde do seu pet. Ele indicará as vacinas e vermifugos certos para casa raça, peso e idade, orientando-o sobre dosagem, marcas, aplicação, etc. Evite sair com seu cachorro para a rua ou em locais públicos onde circulação de pessoas e outros animais é grande. Nos primeiros meses de vida sua imunidade ainda é baixa (assim como nas crianças), e antes de completar o ciclo de vacinação ele corre inúmeros riscos como, por exemplo cheirar a baba ou o local marcado de urina por outro animal doente.

Vermifugação
Diferente do que a maioria das pessoas pensa, os vermes podem levar um animal à morte, através da anemia e outras deficiências. É importante fazer a vermifugação dos filhotes após 30 dias de vida. Os vermes intestinais chegam ao organismo dos filhotes de diversas formas: pela placenta ou durante a amamentação, pela contaminação materna ou mesmo através da ingestão de fezes contaminadas de outros animais parasitados. Vale ressaltar que não existe receita pronta para a aplicação de vermífugo, e que o intervalo entre as datas de ingestão varia de acordo com o remédio que está tomando.
Também é preciso notar que existem diferentes tipos de vermífugos para tratar de vermes diferentes e que o veterinário deve ser sempre consultado para que os devidos exames sejam realizados e a medicação correta seja aplicada.

Postado por: Deyvid Lopes

domingo, 25 de abril de 2010

Educação - Aprenda os primeiros passos para a educação e o adestramento de seu cão.


Eu quero ser igual a você!!!
Os cachorrinhos, assim como as crianças, adoram aprender coisas novas, como brincadeiras e atividades. Porém, eles precisam ser condicionados a isso mas, após a obrigação tem de ter a diversão, e o seu cachorro espera sempre ser premiadopelas gracinhas que apresenta e os acertos obtidos durante seu treinamento, mesmo que o prêmio seja um carinho, um lanchinho ou um simples afago.
Acostume seu cachorro desde novinho a fazer suas necessidades fisiológicas sempre no mesmo local. Uma espécie de banheiro canino. Da mesma forma, vá dando ordens básicas como sentar, deitar, ficar quieto quando diante de outras pessoas e etc. Nas lojas especializadas é possível encontrar banheiros para machos e fêmeas, além de tapetes higiênicos e produtos de limpeza. O banheiro do macho é interessante porque tem uma extensão para ser acoplada a parede, não alterando o instinto do cão de levantar a perna para urinar. Um alívio para quem vive com a casa molhada por ele.
Nunca castigue seu cão
O animal, como nós, não nasce sabendo nada, mas como o tempo faz suas grandes descobertas. Se você deixa seu cachorro morder seu sapato velho, como espera que ele não faça o mesmo com aquele sapato que você acabou de comporar? Se quer que ele coma em horários determinados, por que divide com ele suas guloseimas? O cachorrinho espera que você o ensine, e não o subestime. Ele é capaz de aprender a atender a vários comandos, basta você ter paciência e sabedoria para ensinar.
Chamar o animal pelo nome agrega valor a seu comando. Sempre que se referir a ele chame-o pelo nome seguindo da sua ordem. Ordem que precisa ser repetida várias vezes até que seja compreendida pelo cachorro. Repreender com atitude "Não!", "Sentado!", "Deitado!", "Quieto!", ajuda o animal associar a palavra ao comportamento que você espera dele.
Consulte um adestrador profissional que lhe fornecerá dicas para você educá-lo, para que acate sua ordem e evite pular nas pessoas, entrar na casa, fazer xixi em locais proibidos, roer os móveis e sapatos.
Porém, ele nunca deve ser castigado, e sim ser repreendido com um "não" bem sonoro e firme, para que ele entenda que aquele ato não lhe agrada e não é certo. Outra opção interessante é dar uma batidinha de leve (para não assustá-lo) no chão com um jornal dobrado. Porém, nunca bata no seu amigo, e nem o repreenda fora de hora. Chamar a atenção por algo feito há horas não fará efeito algum para ele.

Postado por: Deyvid Lopes

sábado, 24 de abril de 2010

O amor pelos animais começa pelo respeito que lhes é devido


Um dia deste, li, no blog de um amigo , a descrição de uma cena hilariante: um senhor, já não muito novo, passeava com um cachorro, que ia dentro de um carrinho de bebé, com cinto de segurança e tudo.

Para lá do insólito e do caricato da cena, há uma coisa que é muito mais séria e merece alguma reflexão.
Há quem confunda o amor pelos animais, com a sua humanização. O que é sinónimo, quase sempre, de atentado à dignidade a que qualquer vida tem direito.
Assim, por exemplo, vestir um cão com camisolas e cachecóis com as cores do clube preferido, não demonstra qualquer afeto pelo bicho. Porque não é natural. Porque é usar o animal como um objeto, como uma espécie de cabide.
O verdadeiro amor pelos animais, passa, antes de tudo, pelo respeito do modo de vida que lhes é imanente.
Fazê-los entrar em esquemas de vida próprios do ser humano, conduz, geralmente, à sua ridicularização.
E muita gente assim age, acaba por ser aquela gente que, depois de farta do "brinquedo" o abandona na primeira esquina.

Postado por: Natália Mayrinck

Gosta de peles? leia isto.



















sexta-feira, 23 de abril de 2010

Corte de orelhas e cauda


É proibido cortar!!!
O corte de orelha (ototomia) em algumas raças caninas é um comportamento totalmente estético e não tem funcionalidade para o cão. Muito comum em cães de guarda, como Dobermans e Pit Bulls, o corte das orelhas, que as mantém totalmente eretas e agudas, intimida qualquer invasor, pois deixa o cachorro com uma característica de mais bravura e ferocidade. Porém, vale lembrar que é apenas uma questão de aparência e não de comportamento, pois se o cachorro não for um cão adestrado para intimidar invasores ele não fará, estejam com orelhas cortadas ou não.

Já a origem do hábito de cortar o rabo dos cachorros (caudectomia) vem de alguns anos no tempo e, como o hábito de cortar as orelhas, é um fato patrocinado pela necessidade que o homem tem de alterar o meio em que vive. Com o objetivo de evitar lesões nos animais, especificamente em algumas raças como Pointer Alemão e Cocker Spaniel, que se machucam facilmente devido a sua formação, ou mesmo para manter um padrão estético em algumas raças, que já carregam o estigma de beleza associado ao corte do rabo. Por exemplo, se analisarmos o Dobermann, o Pinsher, o Rottweiller não os imaginaremos com um rabo, pois, já associamos a sua imagem de austeridade e beleza da forma que os conhecemos. Outro fator que leva o corte da cauda canina é a higiene. Algumas raças que convivem diretamente dentro de casa com seus donos como o Cocker Spaniel, Old English Sheepdog e o Yorkshire, cujo pêlo é muito longo e se sujam com freqüência. Cães muito peludos, ao defecarem, sujam a região do rabo com suas fezes que ficam grudadas no pêlo e podem ser levadas com ele para dentro de casa ou expô-los a moscas e parasitas.
Porém, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), publicou no Diário Oficial da União em 15 de fevereiro de 2008 a resolução Nº 877, proibindo o corte de orelha, retirada das cordas vocais de cachorros e a retirada de unhas dos gatos. A medida também torna não recomendado o corte da cauda de cachorros, prevendo inclusive punição para veterinários que desrespeitarem a medida.
Essas práticas cirúrgicas, somente estão autorizadas, quando houver necessidade em benefício da saúde do animal, como doenças e acidentes.

Postado por: Deyvid Lopes

Com que idade o animal pode e deve tomar banho?


É comum ouvir que devemos respeitar o prazo de pelo menos três meses de vida do cachorrinho para iniciar os banhos no animal, porém, se os devidos cuidados forem tomados, o hábito do banho desde cedo não fará mal. O ideal é prevenir o choque térmico, ou seja, a mudança brusca de temperatura da água quente para o ambiente frio. Quando a idade for pouca, use uma toalha umedecida em água morna e passe em todo o corpo do filhote, limpando patas, orelhas e genitais. Após a higienização, seque-o com uma outra toalha seca e limpa. Não use sabonete nem xampu, caso queira dissolva uma colher (de sopa) de álcool em dez litros de água morna e faça a aplicação descrita acima.
A quantidade de banhos tem grande relação com os costumes do animal e com a temperatura e as condições do ambiente em que vive. Caso o animal permaneça em locais onde se suje muito, ou se a sua convivência dentro de casa com os donos for freqüente, o número de banhos deve ser maior. Caso contrário, respeite o prazo médio de trinta dias entre um banho e outro. Não use cosméticos, como perfumes e talcos no seu cachorro, pois ele poderá desenvolver alergia. Dê preferência aos produtos desenvolvidos exclusivamente para eles e consulte seu veterinário.


Recomendações:

  • Utilize um xampu ou sabonete próprio para tratamento do pêlo canino, que pode ser encontrado em lojas especializadas, e água morna.
  • Escolha um local onde o animal não pegue correntes de ar frio durante o banho.
  • Tampe os ouvidos com um pouco de algodão para evitar a entrada de água.
  • Seque bem o cachorrinho com uma toalha própria ou um secador de cabelos.
  • Mantenha a distância de trinta centímetros do pêlo do animal.
  • Escove o pêlo do seu cachorro.
  • Limpe as orelhas com algodão e cotonete, com muito cuidado, para não ferir o ouvindo supersensível do cachorro.
  • Nunca deixe exposto ao frio após o banho.
  • Se o cachorrinho não for muito chegado a banhos, não brigue com ele, tornando mais desagradável uma atividade que ele não gosta.
  • Brinque com ele durante o banho e o incentive a curtir a água e o momento da limpeza.

Postado por: Deyvid Lopes

Mastite Bovina





Clique nas imagens para ampliá-las!!!

Definições de Mastite

Mastite é a inflamação da glândula mamária. O propósito da resposta inflamatória no úbere é neutralizar ou destruir os agentes infecciosos e suas toxinas, permitindo o retorno da glândula mamária à sua função normal.

Microorganismos que causam a mastite bovina

A mastite é causada por numerosos patógenos e uma ampla variedade e magnitude de respostas fisiológicas para a ocorrência desses microorganismos. A maior parte dos casos de mastite é causada por bactéria, porém outros tipos de microorganismos incluindo fungos, mycoplasmas e até mesmo algas ocasionalmente provocam infecções intramamárias. Vírus são raramente uma causa de infecção primária da glândula mamária bovina.A maioria das infecções é causada por poucos tipos de bactérias (staphylococci, streptococci e algumas espécies Gram-negativas). Um importante conceito na compreensão da mastite é que esses patógenos comuns são agrupados em duas categorias: as bactérias contagiosas, as quais são disseminadas dos quartos infectados para outros quartos e vacas, e as bactérias ambientais, que são as mais comumente existentes nas propriedades e podem atingir o teto do fim até a fonte. Essa distinção é de importância prática, uma vez que medidas diferentes de controle são requeridas por grupos distintos de microorganismos.

Os fatores que predispõem à mastite são:

. Falta de higiene durante a ordenha;
. Defeitos nas ordenhadeiras;
. Má administração do sistema de ordenha;
. Ferimentos nos tetos;. Irritação dos tetos;
. Alta carga de patógenos no ambiente (desafio elevado).


As infecções são diagnosticadas e o patógeno identificado através da cultura de uma amostra do leite coletada assepticamente. As mastites são identificadas através de sinais clínicos ou pelo resultado de testes clínicos específicos. Nos casos clínicos, na prática diária, é feito um diagnóstico pelo exame do leite de cada teto e dos sinais clínicos e através do conhecimento dos patógenos predominantes na propriedade e no rebanho. Entretanto, esse diagnóstico deve ser confirmado por cultura de amostras de leite, isolamento e identificação da bactéria. Testes de sensibilidade das bactérias isoladas aos diversos antimicrobianos são realizados com a finalidade de determinar ou confirmar a eficácia da terapia utilizada.

As mastites podem ser de dois tipos: mastite clinica - dividida em superaguda, aguda e sub-aguda - e mastite sub-clínica. A mastite clínica é aquela que apresenta sinais clínicos, visíveis a olho nu; já a mastite sub-clínica é desprovida de sinais clínicos, podendo ser diagnosticada somente com o auxílio de exames de CCS (contagem das células somáticas).

1. CLÍNICA

1.1 Super-aguda (“Severa”). Inchaço, calor, dor e secreções anormais na glândula mamária são acompanhados por febre e outros sinais de distúrbio sistêmico como: depressão acentuada, pulsação fraca, olhos fundos, fraqueza e anorexia.
1.2 Aguda (“Moderada”). As alterações na glândula mamária são similares às já citadas, porém a depressão, febre e a anorexia são de leve a moderada.
1.3. Sub-aguda (“Leve”). Não há alterações sistêmicas e as alterações na glândula e suas secreções são menos acentuadas.

2. SUB-CLÍNICA

A reação inflamatória é detectável somente através da contagem eletrônica de células – um teste mais preciso para diagnóstico - que é feita a intervalos regulares, a fim de detectar a quantidade de células de defesa no leite ou de testes subjetivos como o CMT (California Mastitis Test), Wisconsin Mastitis Test, Nagase Test.Alterações na secreção podem variar desde um líquido aquoso com alguns grumos (exemplo: mastite clínica sub-aguda por Staphylococcus) ou um líquido aquoso ou seroso com grandes grumos amarelos (exemplo: mastites aguda ou superagudas causadas por Streptococcus, Staphylococcus ou Mycoplasma) até um líquido aquoso, de coloração escura e com grumos (exemplo: mastites causadas por coliformes ou Mycoplasma). (vide quadro de observações clínicas no item 5 – Tratamento Pró-ativo). Em casos de mastites crônicas severas, a glândula afetada perderá sua capacidade produtiva e pode tanto atrofiar-se como desenvolver abscessos nodulares ou massas similares a granulomas dentro do parênquima.

As mastites são, de um modo geral, divididas em duas categorias: mastites contagiosas e mastites ambientais.

3.1 Mastite contagiosa

Bactéria contagiosa

As bactérias contagiosas mais comuns são a Streptococcus agalactiae e a Staphylococcus aureus. Os reservatórios-chefe dessa bactéria são os úberes infectados. Todavia, a S. aureus também prontamente coloniza o canal do teto e a pele do teto que está ferida ou com fissuras e o microorganismo deve sobreviver em outras regiões da vaca. A Staphylococcus aureus foi isolada em alguns rebanhos dos quartos de novilhas, ambos antes e após a parição. Deste modo, as novas infecções pela S. aureus em rebanhos novos podem ser uma origem da nova S. aureus introduzidas no rebanho.Microorganismos contagiosos são bem adaptados à sobrevivência no úbere e usualmente estabelecem infecções sub-clínicas suaves de longa duração (infecções crônicas). Essas bactérias são disseminadas no leite de quartos infectados e a transmissão para quartos não infectados e vacas pode ocorrer principalmente no momento da ordenha.

Objetos importantes que podem disseminar essas bactérias são máquinas de ordenha contaminadas, toalhas de pano e as mãos dos operadores de máquinas. Ocasionalmente, a Str. Agalactiae das vacas infectadas causa uma alta contagem de bactérias no leite do rebanho.Com a prática do controle da mastite já disponível, a Str. Agalactiae pode ser erradicada de rebanhos individuais e a Str. aureus pode ser reduzida a níveis extremamente baixos na maioria dos rebanhos e erradicadas de alguns deles. Entretanto, essas bactérias são ainda muito disseminadas em alguns rebanhos leiteiros, particularmente aqueles que não implementam um banho de inseticida eficaz nos tetos e programas terapêuticos de vacas secas, continuando a causar sérias perdas econômicas nesses rebanhos. Veja o esquema de transmissão. Clique para ampliar.

3.2 Mastite ambiental

Bactéria ambiental

As bactérias ambientais que comumente causam mastite bovina incluem alguns tipos de streptococci, enterococci e o grupo do coliforme. Essas diferem das bactérias contagiosas no sentido que existem no ambiente onde a vaca fica (propriedades). Algumas delas, especialmente as Escherichia coli e as enterococci, estão presentes nas fezes das vacas; outras são comuns no solo, material vegetal e camas. Em uma base prática, elas não podem ser eliminadas do ambiente da vaca. Uma vez estabelecidas as infecções do úbere com esses tipos de bactéria, a propagação de um quarto para o outro quartos pode provavelmente ocorrer, porém essa via de transmissão não é essencial e contribui pouco para a via das novas infecções do ambiente.

Uma alta proporção de novas infecções por patógenos ambientais ocorre no período seco e em torno do momento de parir. A suscetibilidade é a maior durante as duas semanas após a secagem e novamente durante as duas semanas anteriores à parição. Durante a lactação, a suscetibilidade é a maior depois da parição e declina progressivamente à medida que a lactação avança. A taxa de infecções tende a crescer durante períodos de clima quente e úmido; isso está associado com os crescentes números de bactérias nas camas e talvez com o aumento da suscetibilidade das vacas. Sessenta a 70% das infecções patógenas ambientais existirão por menos de 30 dias. Aproximadamente 40 a 50% das infecções estreptocócicas ambientais e 80% das infecções por coliformes presentes na lactação resultarão em mastite clínica. Cerca de 10% das infecções por coliformes presentes na lactação irão causar mastite superaguda (ou severa), requerendo terapia intensiva e serviços veterinários. A mastite severa por coliforme muitas vezes resulta numa lactação seriamente prejudicada e pode culminar na morte da vaca. Muitos casos de mastite clínica por coliformes apresentam visivelmente um leite irregular e suave a moderado inchaço do quarto infectado, mas pouca ou não sistêmica dificuldade. Infecções crônicas por coliformes podem ocorrer; essas são usualmente causadas por outros coliformes que não os E. coli.Os métodos de controle existentes têm menos eficácia no controle da mastite ambiental que no da contagiosa. Em rebanhos bem-administrados nos quais as Str. agalactiae e S. aureus estão controladas, a mastite causada por bactérias do ambiente pode continuar sendo um sério problema de saúde no rebanho. O desenvolvimento de métodos mais eficazes para o controle da mastite ambiental é um contínuo desafio para os pesquisadores da mastite. Veja o esquema de transmissão. Clique para ampliar.

Streptococcus dygalactiae é uma nitidamente comum causa da mastite que pode comportar-se tanto como o tipo de microorganismo contagioso como o ambiental. A Streptotoccus dysgalactiae é prontamente controlada através do pré e pós-dipping do teto (imersão do teto em solução desinfetante) e do tratamento da vaca seca, sugerindo que a transmissão, muitas vezes, é feita de vaca para vaca. Contudo, as novas infecções podem ser estabelecidas quando não houver infecções intramamárias correntes no rebanho. Nesses casos, a origem dos microorganismos pode estar em outras regiões da vaca ou do ambiente.

3.3 Outros comuns patógenos da mastite

Alguns outros tipos de bactérias comumente habitam o úbere bovino, mas causam somente um pequeno grau de irritação e só raramente produzem a mastite clínica. Elas incluem um grupo de espécies de Staphylococcus que não a S. aureus (às vezes relacionada à staphylococci coagulase-negativa ou CNS) e a Corynebacterium bovis. Historicamente, essas foram denominadas patógenos secundários. Esses patógenos são importantes porque são as mais prevalecentes espécies de bactérias isoladas das glândulas afetadas na maior parte dos rebanhos. Além disso, sua presença usualmente causa um aumento de dois a três pontos no escore da contagem de células somáticas (CCS). O efeito das espécies Staphylococcus no rendimento do leite não foi estudado extensivamente, mas existem relatos de que essas bactérias podem causar uma significativa perda da produção. Todavia, o pequeno aumento na CCS produzida deve dispor de alguma classe de proteção contra as bactérias mais patogênicas.As espécies de Staphylococcus incluem um diversificado grupo de microorganismos e são os microorganismos mais prevalentes isolados das amostras de leite nos rebanhos, usando as medidas de controle atualmente recomendadas. As Staphylococcus chromogenes e as Staphylococcus hyicus são duas das espécies mais comuns isoladas das amostras de leite e do canal do teto na maior parte dos rebanhos. Apesar das Staphylococcus xylolus e as Staphylococcus sciuri serem achadas vivendo livremente no ambiente, as espécies de Staphylococcus restantes aparecem como parte da microflora normal da pele do teto. A prevalência dessas infecções tende a ser mais alta nas vacas de primeira lactação do que em vacas mais velhas e a prevalência será mais alta imediatamente após a parição (tendo origem no período seco) que na sobra da lactação. Apesar de essas infecções serem tipicamente associadas com somente aumentos moderados na CCS, as contagens acima de 500.000 / milímetros (ml) podem, ocasionalmente, serem observadas no leite dos quartos infectados. O uso de um banho de inseticida eficaz no teto no período pós-ordenha é a melhor maneira de controlar infecções pelas espécies de Staphylococcus. A terapia da vaca seca eliminará uma alta proporção de infecções existentes no fim de uma lactação, porém novas infecções no período seco podem ser esperadas.Outro microorganismo levemente patogênico que é comum em alguns rebanhos é o Corynebacterium bovis. O principal reservatório desta bactéria costuma ser úberes infectados ou ductos do teto e a C.bovis parece ser disseminada rapidamente de vaca para vaca na ausência de apropriado pré e pós-dipping do teto. A prevalência do C. bovis deve ser extremamente baixa em rebanhos que praticam uma eficaz desinfecção dos tetos, uma higiene no manejo de ordenha e uma terapia de vaca seca. A presença do C. bovis em um quarto é relatada para reduzir a probabilidade de infecção subseqüente com o S. aureus, mas para aumentar a chance de infecção com Str. agalactiae e o streptococci do ambiente.


Postado por: Josiane Breder e Deyvid Lopes.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Seu cachorro está com pulga?


Esse problema complexo precisa de uma solução ampla. Matar simplesmente as pulgas quando elas já infestaram seu cachorro é como varrer 95% do problema para debaixo do tapete. Veja melhor como isso acontece, observando o ciclo da pulga.

É por isso que a Merial dedicou anos de pesquisa e tecnologia para oferecer uma solução que contemple tanto a parte visível como a invisível do ciclo das pulgas. Frontline Plus, usado em intervalos regulares, é a única maneira de quebrar esse ciclo porque, além de matar as pulgas pelo simples contato com o pêlo e a pele do cachorro, torna inviáveis os ovos e as larvas do ambiente. E é através do próprio cachorro que se faz esse controle. Portanto, seu cachorro deve estar sempre tratado para que a ação ambiental seja eficiente.

O controle é a solução para evitar as reinfestações de pulgas.

Por todas essas particularidades é que se faz necessário um plano de ação para evitar reinfestações no seu animal de estimação e no ambiente. Para facilitar, desenvolvemos um calendário da pulgas que explica o que acontece em cada época do ano e como fazer o controle. É importante lembrar que se trata de um cenário genérico e que a periodicidade de aplicação pode variar de acordo com o grau de infestação de cada ambiente. Um outro fator como a constância de banhos pode diminuir o tempo de duração, porque vai retirando aos poucos a camada de gordura do animal e junto com ela o próprio produto.


Postado por: Natália Mayrinck

Profissão: veterinário com muito orgulho


Profissão: veterinário com muito orgulho

Quem sonha em estudar Medicina Veterinária deve estar ciente de que serão cinco anos de muito estudo, sendo os dois primeiros dedicados às disciplinas teóricas como biofísica, genética, citologia e até mesmo bioestatística! Somente no terceiro ano é que você começará a se ver rodeado de animais e realmente apaixonar-se pela profissão que escolheu. Entretanto, muitos alunos chegam nessa fase e ainda não sabem qual caminho seguir ao concluir a graduação. Nada mais normal. Com o decorrer do curso, os estudantes percebem que a profissão vai muito além de salvar a vida de animais...

Veja as áreas de atuação desse profissional:

  • Clínica e cirurgia de pequenos ou grandes animais
  • Docência e pesquisa em universidades
  • Epidemiologia veterinária e saúde pública
  • Vigilância sanitária e inspeção de produtos de origem animal
  • Produção animal

Outras áreas promissoras são:

  • Consultoria
    Os consultores ajudam os clientes a pensar na melhor maneira de resolver problemas específicos. Um veterinário pode atuar como um consultor de uma empresa veterinária para clínicos de pequenos animais, por exemplo. Para isso é fundamental ter experiência a partir de conhecimentos do mercado de saúde animal.

  • Agronegócio
    Basta olhar o grande mercado de exportação de carne do Brasil.

  • Indústrias/empresas de saúde animal
    O veterinário pode atuar na área de pesquisa e desenvolvimento, controle de qualidade ou ainda no marketing e comercialização de produtos tanto na indústria veterinária como de produção de ração.

  • Medicina veterinária preventiva
    Esse campo apresenta tendência de crescimento, uma vez que o enfoque do mercado veterinário vem mudando cada vez mais de curativo para preventivo.

  • Institutos de pesquisa
    Com as portas abertas pela engenharia genética, principalmente quando associada à reprodução de espécies ameaçadas de extinção, a profissão de veterinário ganha mais um campo de atuação.

  • Especializações
    Os veterinários que hoje possuem uma especialização (cardiologista, neurologista, radiologista, etc) diferenciam-se no mercado de trabalho.

  • Organizações Não-governamentais (ONGs)
    O trabalho solidário de médicos veterinários tem ajudado muito a salvar espécies ameaçadas de extinção, conscientizar a população sobre posse responsável, evitar a superpopulação e o abandono de cães e gatos, entre outros serviços. Estabelecendo parcerias com ONGs, o veterinário assume compromissos com a sociedade e impulsiona o mercado e o profissionalismo.

  • Perícia médico-veterinária
    Os peritos atuam sobretudo na investigação da causa mortis de animais.


No Brasil há 132 cursos de Medicina Veterinária atualmente, sendo oferecidas 11.151 vagas no total. Para mais informações sobre o mercado de atuação do médico veterinário, visite o site www.cfmv.org.br do Conselho Federal de Medicina Veterinária.

Dados de todas as faculdades existentes no País podem ser obtidos no site do Inep – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais http://www.educacaosuperior.inep.gov.br.


Postado por: Natália Mayrinck

Seu amigo cachorro é jovem, adulto ou já idoso? Veja a idade dele comparada a sua.


Quer saber qual a idade do seu cão em relação à sua?

Seu amigo cachorro é jovem, adulto ou já idoso? Quer saber qual a idade do seu cachorro em comparação à sua? Veja na tabela abaixo a idade correspondente ao homem e saiba o que muda em cada fase de sua vida.

Idade de seu cachorro
Idade correspondente no homem
Tamanho do seu cachorro
PequenoMédioGrandeGigante
6 meses
1 ano
1 ano e 6 meses
2 anos
4 anos
6 anos
8 anos
10 anos
12 anos
14 anos
16 anos
18 anos
20 anos
17 anos
22 anos
25 anos
27 anos
29 anos
36 anos
46 anos
55 anos
62 anos
68 anos
76 anos
87 anos
99 anos
8 anos
12 anos
20 anos
23 anos
39 anos
51 anos
63 anos
75 anos
85 anos
95 anos
6 anos
8 anos
12 anos
16 anos
22 anos
40 anos
55 anos
75 anos
94 anos
8 anos
12 anos
16 anos
22 anos
40 anos
55 anos
75 anos
94 anos
cães jovens
cães adultos
cães adultos


Cães Jovens
(cachorros de todos os tamanhos até 2 anos de idade)

Nessa fase seu amigo é considerado jovem. A principal característica dele deve ser a grande energia e disposição para brincar e, algumas vezes, fazer travessuras. O mais importante é ter muita paciência e amor até que ele entenda as regras de sua nova casa (local apropriado para fazer cocô e xixi, horários de passeio etc).
cachorros jovens - (cachorros de todos os tamanhos até 2 anos de idade)
Os principais cuidados nessa fase estão ligados à alimentação (ração específica para filhotes até aproximadamente 1 ano de vida), à vermifugação e à vacinação. O acompanhamento pelo médico veterinário também é muito importante para que se possa diagnosticar doenças próprias da idade, tratando-as o quanto antes.

cães adultos
(cachorros pequenos e médios até 8 anos de idade; cachorros grandes e gigantes até os 6 anos de idade)

Seu amigo já está adulto. Nessa fase o animal atinge a maturidade e a plenitude de sua beleza e força. Os exercícios físicos freqüentes e a alimentação balanceada são o segredo para manter a saúde e o bem-estar de seu companheiro.
cachorros adultos - (cachorros pequenos e médios até 8 anos de idade; cachorros grandes e gigantes até os 6 anos de idade)
Mesmo que seu cachorro esteja saudável, não deixe de levá-lo ao médico veterinário no mínimo uma vez ao ano para as vacinações. Ele também pode definir qual o intervalo ideal das visitas no caso específico de seu cachorro.

cães idosos
(cachorros pequenos e médios a partir de 9 anos de idade e os demais a partir dos 7 anos)

Seu amigão já é considerado um animal idoso. (Calma! Nós sabemos que ele está muito bem!) O que não significa que ele esteja velho. Vale lembrar que o metabolismo dos animais é diferente do nosso e, por isso, eles vivem menos e envelhecem mais rápido que nós.
cachorros idosos - (cachorros pequenos e médios a partir de 9 anos de idade e os demais a partir dos 7 anos)
Nessa fase, os animais devem ser acompanhados com muita atenção e carinho pois, em geral, necessitam de ração específica, não precisando mais de tanta proteína. Muitas vezes, requerem também uma ajudinha para não ganhar ou perder uns quilinhos a mais.

Não se esqueça de que os cuidados devem ser redobrados agora. Portanto, não deixe de levá-lo ao veterinário para um check-up anual ou semestral. Ao contrário do que muitos imaginam, nessa fase os animais devem continuar a ser vacinados.


Postado por : Natalia Mayrinck