sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

FELIZ 2011


Nós do Blog de Medicina Veterinária da Univertix, desejamos a todos um Feliz 2011. Que nesse ano os sonhos que não foram possíveis de ser realizados no ano anterior se realizem neste, que você conquiste tudo que sempre sonhou com muita saúde acima de tudo e que tenha muitas realizações.



Um abraço de toda Equipe Veterinária.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Boxer



País de origem: Alemanha

Tamanho: grande

Área de criação: média

Agressividade: média

Atividade física: moderado

Utilização: guarda, trabalho, companhia.

Tamanho: 57 a 63 cm para machos e 53 a 59 para fêmeas.

Peso: acima de 30 quilos para machos e de 25 quilos para fêmeas.

Aspectos gerais: robusto, de estrutura quadrada, ossatura forte e músculos definidos finos e bem aparentes. Movimentos ágeis, indicando força e nobreza.

Pelagem: curta, aderente e brilhante. A cor da pode ser castanho-amarelada, avermelhada ou mosqueada, com manchas brancas bem definidas no peito, pescoço, pernas e cabeça e a máscara preta não deve passar do focinho.

Longevidade: 8 a 12 anos

Temperamento: leal, ousado, inteligente, dócil com os donos, atencioso, brincalhão e protetor.

O ano de 1894 marca a chegada do Boxer na Bavária, Alemanha. Alguns historiadores acreditam que a raça resulta de cruzamento entre o Bulldog Inglês e o Mastim Bullenbeiser. Outros citam o já extinto Brabanter Bullenbeisser em sua origem. O desenvolvimento dos cães da raça mesclava características anatômicas elegantes e equilibradas com potência muscular, inteligência e coragem. No início da Primeira Guerra Mundial, os antigos Boxers foram recrutados na Alemanha como mensageiros e cães carteiros. Um exemplar tigrado, chamado Rolf Von Vogelsberg, sobreviveu à guerra e foi tido como um dos pilares da raça.

O hábito de levantar as patas dianteiras e movimentá-las como se estivesse dando socos no ar, provavelmente tenha originado o nome do Boxer. É utilizado em vários países como policial. Sua dedicação e docilidade com a família é uma de suas principais características, além de possuir índole leal, equilíbrio emocional, ousadia, inteligência, porte elegante e atlético.

Comunicado

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Cinomose Canina: saiba como prevenir
















Enfermidade infecto contagiosa, que afeta só os cães entre os animais domésticos e os canídeos silvestres.

Causada por um vírus que sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio, e menos de um mês em local quente e úmido; muito sensível ao calor, luz solar e desinfetantes comuns.

Não escolhe sexo ou raça, nem a época do ano. Ocorre mais em jovens, mas animais idosos também podem se contaminar se não vacinados.

Se infectam (contaminam) por contato direto ou pelas vias respiratórias, pelo ar contaminado.

A transmissão direta é por secreções do nariz e boca de animais infectados (espirros e gotículas que saem do nariz quando se respira) é a principal fonte de infecção. O animal doente espirra e contamina o ambiente e os animais que estejam perto. Inclusive, se tiver um ser humano por perto, o vírus pode ser carregado por ele até um animal sadio.

O animal pode se contaminar pela via respiratória ou por via digestiva, por contato direto ou fômites ( pode ser um objeto ou um ser humano, por exemplo, que carregam o vírus na roupa, nos sapatos) , água e alimentos contaminados por secreções de cães doentes.

Vírus da cinomose

Após o animal ser infectado, ocorre o período de incubação do vírus (digamos que seja o período que ocorre entre o vírus entrar no corpo e o corpo começar a manifestar os sintomas da doença) por 3 a 6 dias , ou até 15 dias, e depois disso a temperatura pode chegar a 41ºC, haver perda de apetite, corrimento ocular e nasal . Este estado dura mais ou menos 1 a 2 dias.

Depois se segue um período de 2 a 3 dias, as vezes meses, em que parece que tudo volta ao normal.

Depois disso podem aparecer os sinais e sintomas típicos da cinomose, dependendo da resposta imunitária do animal.

Pode haver sintomas digestivos (diarréia e vômito), respiratórios (corrimento nasal e ocular) ou nervosos ( tiques nervosos, convulsões, paralisias, etc) ou haver associação deles.

O animal pode morrer tendo desenvolvido só uma das fases da doença ou sobreviver desenvolvendo todas, podem desenvolver cada tipo de sintoma aos poucos ou todos juntos.

Normalmente os primeiros sintomas da 2ª fase são febre , falta de apetite, vômitos, diarréia, dificuldade para respirar.

Depois conjuntivite com secreção , corrimento nasal, com crostas no focinho, e pneumonia.

Pode se seguir por 1 a 2 semanas e daí aparecerem os sintomas nervosos: tiques nervosos, depois sintomas de lesões no cérebro e medula espinhal.

Em alguns, por inflamação no cérebro, os animais ficam agressivos, não conseguem as vezes reconhecer seu dono.
Em outros ocorre paralisia dos músculos da face em que o animal não consegue abrir a boca nem para tomar água, apatia profunda.
Por lesões no cérebro e na medula espinhal, andar cambaleante, paralisia no quarto posterior (‘descadeirado’). Dificilmente os sintomas são estacionários (vão piorando sempre, de maneira lenta ou rápida).

É de difícil tratamento, dependendo quase exclusivamente do cão, e de sua capacidade de ter uma resposta imunológica suficiente, sua sobrevivência ou não.
Digo ‘quase exclusivamente’ porque o veterinário pode ajudar eliminando coisas que podem atrapalhar sua “guerra” com a doença, como as infecções que ele pode ter por fraqueza (queda de resistência), aconselhar uma alimentação correta, receitar medicamentos que ajudem a combater as inflamações no cérebro, receitar uma medicação que tente aumentar sua resistência, etc.

Sua evolução é imprevisível, ou seja, quando o cão adoece, não há como saber se ele vai se salvar ou não, ou se sua morte vai ser rápida ou lenta.

A melhor solução ainda é a prevenção, ou seja, vacinar corretamente.

Conheça um pouco mais sobre a vacinação contra a cinomose canina.

1. A partir de que idade meu cão pode ser vacinado?
Os cãezinhos podem ser vacinados a partir de 6 semanas de vida, mas esta indicação deve ser feita pelo Médico Veterinário. Adaptações no protocolo vacinal podem ocorrer de acordo com variações individuais (se ele está em condição de ser vacinado, se o risco de exposição à doença é mais precoce, etc).

2. Que cuidados devo ter enquanto meu cão está sendo vacinado?
Normalmente os filhotes de cães recebem pelo menos 3 doses de vacina na primeira fase da vida (processo conhecido como primovacinação). Os animais devem ser submetidos a um exame clínico pelo Médico Veterinário toda vez que forem vacinados, com o objetivo de determinar se o animal está em condições de receber a vacina. Animais doentes, subnutridos ou parasitados devem ser tratados antes de receber a vacina. Outro cuidado a ser observado é que, até que o esquema vacinal seja finalizado, recomenda-se que os animais permaneçam protegidos, longe da rua e do contato com animais de histórico vacinal desconhecido, ou mesmo não vacinados.

3. As vacinas contra a cinomose canina são todas iguais?
Não. As vacinas tradicionais do mercado contêm o vírus vivo atenuado. São muito eficazes e seguras, sendo utilizadas há muitos anos. Recentemente novas tecnologias vacinais foram desenvolvidas para a imunização de seres humanos e animais com a máxima segurança e potência: as vacinas recombinantes. A vacina recombinante contra a cinomose canina já está disponível no mercado e traz benefícios para a imunização de cães filhotes e adultos. Procure seu médico veterinário e pergunte sobre os benefícios da vacina recombinante para a imunização de seu cão.

4. Devo revacinar meu animal anualmente?
Sim. Existem várias doenças contra as quais seu animal pode ser revacinado anualmente. A vacina contra a raiva, por exemplo, deve ser reaplicada todos os anos. Outras vacinas disponíveis podem ser aplicadas anualmente de acordo com a necessidade de seu animal. Consulte sempre seu Médico Veterinário – ele é a melhor pessoa para determinar o protocolo de vacinação ideal para o seu animal.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010





O Natal está chegando. Com ele nossas esperanças, nossos novos sonhos. Que nossas esperanças estejam sempre vivas, e que nossos sonhos tornem-se realidade. E que neste Natal o amor, a fé e a esperança estejam presentes em cada um de nós, que a cada novo dia do ano que está para começar estejamos iluminados. Feliz Natal, para você e a todos os seus familiares.


UM ABRAÇO DA EQUIPE VETERINÁRIA!!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Principais doenças que acomentem cães e gatos

PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM OS CÃES
Raiva – A raiva é uma enfermidade infecto-contagiosa aguda, sempre fatal, caracterizada principalmente principalmente por sinais nervosos ora apresentados por agressividade, ora por paresia e paralisia. É causada por um RNA-vírus da família Rhabdoviridade e acomete todos os mamíferos, inclusive o homem. A transmissão se dá através dos próprios animais doentes e também por portadores inaparentes sendo introduzidos pela saliva via subcutânea para dentro do organismo do animal. É muito comum adquirir raiva após sofrer uma mordida de um animal.

Parvovirose – É uma enfermidade infecto-contagiosa vírica. Causa febre, apatia, perda de apetite, vômitos e diarréia sanguinolenta; apresenta alta mortalidade. O cão desidrata rapidamente e deve receber cuidados imediatos. Muitos necessitam de internação, pois a doença aparece de forma abrupta e violenta. Esta doença tem prevalência mundial desde o final dos anos 70.
Cinomose – É uma doença viral multi-sistêmica, altamente contagiosa que atinge os cães, não transmissível ao homem. Se manifesta principalmente por febre, coriza aguda, bronquite, pnemonia severa, gastrenterite e sinais de comprometimento do sistema nervoso central. Não necessariamente todos os sintomas estão presentes. O vírus da cinomose atinge vários órgãos: rins, pulmões e, principalmente, o sistema nervoso, daí os sinais do tipo “tiques”, andar cambaleante, ataques convulsivos, etc. Uma vez diagnosticada a doença através dos sintomas, histórico e exames laboratoriais, o animal recebe tratamento de suporte, dando condições para o organismo reagir.
Parainfluenza – É um dos agentes causadores da chamada “tosse dos canis”. O vírus, não contagioso ao homem, causa uma tosse não produtiva (sem catarro), com febre baixa ou ausência dela. O quadro persiste por duas semanas e o prognóstico é bom. Os animais se contaminam pelo contato direto com cães infectados. A associação de outros agentes (bordetella, adenovirus ou mycoplasma) com a parainfluenza é comum, e pode causar um quadro mais severo, como perda de apetite, apatia, tosse dolorosa e febre alta.

Hepatite Viral Canina – Esta doença é causada por um vírus que não atinge o homem. O vírus atinge principalmente os rins e o fígado do animal. Sua ocorrência é bem menos freqüente que outras viroses como a parvovirose, e a hepatite viral não apresenta risco de mortalidade alto. Seu período de incubação varia de 2 a 5 dias. O vírus atinge o fígado e outros órgãos, especialmente os rins. O animal pode apresentar desde sintomas leves até um quadro bastante severo. Os sinais clínicos incluem febre, diarréia, apatia, inapetência, vômitos amarelo-esverdeados, e, em uma pequena porcentagem de cães, alteração na cor dos olhos (que se tornam azuis devido a um edema de córnea) perfeitamente reversível na maioria dos casos. O tratamento se dá para a fortificação do organismo do animal a fim de que a doença não progrida e, conseqüentemente, não cause maiores conseqüências.

Adenovírus Tipo II – É um dos agentes etiológicos da tosse dos canis (traqueobronquite infecciosa).

Leptospirose – É uma enfermidade infecto-contagiosa aguda, febril, com grave sintomatologia entérica, hepática e renal, muitas vezes acompanhada de hemorragias generalizadas e icterícias (amarelidão na pele e na esclerótica), causada por L. interroganas, sorotipos canicola e icterohaemorragiae, Lpomana, L. gippotyphosa, algumas vezes ocorrem sinais encefálicos e abortos. Também é uma zoonose (doença comum entre o homem e o animal).
Coronavírus – É uma doença contagiosa aguda dos cães, causada por um vírus epiteliotrópico que invade preferencialmente os enterócios (células do epitélio intestinal das pontas vilosas, causando destruição e atrofia). A fusão dos vírus resultantes causa diarréia de severidade variável.
Giardíase – É uma doença causada pelo protozoário flagelado, Giardia Lambila. O cão infecta-se facilmente ingerindo cistos de Giárdia, que podem estar presentes na água, nos alimentos ou no pêlo dos animais. A Giardíase causa a síndrome da má absorção, má digestão, levando à desidratação, diarréia, perda de peso, dor abdominal e flatulência. Além de perda de apetite, vômito e letargia.
Tosse dos Canis – É uma doença de fácil transmissão entre os cães de todas as idades. Resulta da inflamação das vias aéreas superiores (traqueobronquite). O animal apresenta tosse seca que pode ser seguida de ânsia ou vômito e anorexia parcial. Pode evoluir para broncopneumonia e ser fatal em cães filhotes e idosos.
PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM OS GATOS
Rinotraqueite – Virar Felina – Herpesvírus felino tipo I altamente contagioso, ocorrendo principalmente em gatinhos entre um e três meses de idade. A doença pode passar despercebida ou assumir forma grave, matando o filhote em cerca de uma semana, devido a ocorrência de pneumonia. Os sintomas incluem conjuntivite, lacrimejamento, espirro, tosse e rinite serosa, anorexia, febre e apatia.
Imunudeficiência Felina – Esse vírus que ataca os linfócitos T. possui um período latente assintomático prolongado que pode se estender por anos que resulta na síndrome de imunodeficiência caracterizada por infecção crônicas e recorrentes. A mordedura é o principal modo de infecção do vírus.
Leucemia Felina – Retrovírus de importante morbidade e mortalidade nos gatos domésticos. Sua transmissão se dá principalmente pela saliva. O vírus se mantém na natureza através de gatos virêmicos que vivem longos períodos sem apresentar a enfermidade. As manifestações clínicas são atribuíveis aos efeitos oncogênicos e imunossupressivos do vírus, com desenvolvimento de baixa da imunidade expondo o gato às mais diversas infecções.
Panleucopenia Felina – É uma enfermidade infecto-contagiosa aguda, febril, caracterizada principalmente por sinais gastroentéricos e panteucopenia. Ela é causada por um Parvovírus, e acomete principalmente gatinhos entre um e seis meses de idade. A transmissão se dá por contato direto ou através de fômites e vetores. Os sintomas são caracterizados por apatia, anorexia, febre alta, vômito e diarréia. O exame hematológico mostra uma severa leucopenia. Possui uma alta mortalidade nos gatinhos filhotes.
Clamidiose Felina – Causada pela Chalamydia psittaci, causadora de sintomas respiratórios dos gatos. Sua principal manifestação é uma conjuntivite persistente, mucopurulenta aguda ou crônica. Febre, rinite e espirros são observados.
Calicivirose Felina – O agente causador é um calicivírus felino, acometendo principalmente gatos de um a seis meses de idade. A infecção pode apresentar úlceras orais que é muito característica do calcivírus, rinite suave com espirros e conjuntivite.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

OTITE


É perigosa mesmo?

Tendo-se em vista o interesse de vários cinófilos em saber a respeito dessa doença, achei oportuno tecer considerações a respeito:

1 - O que é otite?
R - Trata-se da inflamação desse órgão da audição. E como o mesmo compreende várias partes , necessário se faz seu conhecimento anatômico.

2 - Qual é a anatomia do ouvido?
R - Pode ser dividido para efeito didático em ouvido externo, ouvido médio e ouvido interno, porém interligados entre si. O ouvido externo compreende o pavilhão auricular (orelha), o meato acústico externo também chamado de canal auditivo externo e o tímpano, este última uma membrana delgada que por assim dizer separa o ouvido externo do médio. O ouvido médio é a câmara onde situam-se três ossículos (martelo, estribo e bigorna) interligados entre si e que servem como meio de ligação com o ouvido interno. Nessa câmara onde situam-se referidos ossículos, existe um canal de ligação do ouvido médio com o faringe, denominado Trompa de Eustáquio. Ouvido interno, a parte mais especializada e portanto também mais delicada e importante de todo o ouvido, onde existem os chamados Canais semicirculares, a Cóclea e o Nervo acústico, este último ligando todo o conjunto diretamente ao cérebro. Notaram todos portanto, que conforme sejam atingidas essas diferentes porções do ouvido, a otite se revestirá de maior ou menor gravidade, recebendo também denominações diversas, como otite externa (apenas ouvido externo inflamado), otite média (apenas ouvido médio inflamado), e otite interna (esta a mais grave pois atingindo os canais semicirculares determinará transtornos do equilíbrio por ser esse o órgão responsável pelo nosso sentido espacial. Atingindo a cóclea, será a doença denominada labirintite (devido ser tal órgão também chamado de labirinto), e assim por diante.

3 - O que causa a otite?
R - Podem causar otites, germes ou fungos infecciosos quando nesse órgão instalados, que podem ali penetrarem, tanto a traves do exterior pelo canal auditivo externo, quanto também a traves do faringe pela Trompa de Eustáquio.

4 - Como podemos prevenir essa doença em nossos cães?
R - Primeiro, cuidando da limpeza do canal auditivo externo e das próprias orelhas de nossos cães, e em segundo lugar, cuidando e tratando quando os mesmos acometidos por doenças da garganta, pois daí também, pode a infecção progredir e atingir o ouvido.

5 - Como proceder para a boa limpeza dos ouvidos dos cães?
R - Com um cotonete para os cães pequenos, ou um chumaço de algodão na ponta de um estilete flexível ou pinça para cães de maior porte, umedecemos esse algodão com uma solução de alcool-éter (em partes iguais), e com esse cotonete limpamos e removemos a cera existente no conduto auditivo e nas próprias orelhas. Especial cuidado na limpeza do conduto auditivo externo, em sua parte mais profunda, a fim de não lesar o tímpano ali localizado. A freqüência que essa limpeza deve ser feita, dependerá da raça de seu cão: Os cães das raças que tem as orelhas eretas, como o Pastor Alemão, necessitarão limpezas mensais. Já os cães de raças que tem as orelhas caídas, como aqueles da raça Cocker Spaniel, a limpeza deve ser feita mais freqüentemente (cada 10 dias).

6 - Como perceber se meu cão está com otite?
R- O sintoma mais evidente é o ato do mesmo coçar com as patas tal região da cabeça, ou então sacudir freqüentemente a cabeça. Mais evidente, quando ocorrer secreção purulenta pela orelha, o que denota a infecção já estar ali instalada e latente, e quando a otite é unilateral (apenas um dos ouvidos), o ato do cão manter a cabeça inclinada para esse lado inflamado.

7 - Como tratar um cão com otite?
R - Muitas vezes o simples ato de proceder à limpeza dos ouvidos, quando a otite é apenas externa, é suficiente para sanar o mal. Porém, quando a infecção já atingiu o ouvido médio ou o interno, necessário se faz tratamento mais especializado, inclusive com administração de antibióticos por via geral (parenteral ou oral), e mesmo nebulizações da garganta com medicação apropriada. Nessa caso, a recomendação, é procure um veterinário competente, que este deverá estar capacitado para lhe indicar a melhor terapêutica.

Apenas uma recomendação final: Nada de pânicos em caso de otites, pois tenha em mente que o próprio organismo animal tem meios de defesa tanto para essa quanto para outras infecções. Cuide de seu animal como cuida de si mesmo: com cuidado e atenção , tanto quanto seu asseio quanto sua alimentação, e propiciando ao mesmo exercícios físicos e carinho. Nada além disso.

Gestação das Cadelas


Antes de tratar propriamente desse tema, é necessário para ser melhor entendido, descrever os órgãos sexuais que constituem o aparelho reprodutor feminino dessas fêmeas domésticas.

1 - Quais são os órgãos genitais (também chamados sexuais) femininos das cadelas?

R - Sãos os ovários (em número de dois), os ovidutos (também chamados de trompas de Phalopio (também duplo), o útero e a vagina, todos situados na cavidade abdominal e ali sustentados por ligamentos próprios; a vulva, esta já situada no limite com o exterior e pondo em comunicação os órgãos sexuais anteriores com o ambiente externo; e como órgãos anexos: as mamas, nas cadelas em geral em número de 8 a 10 (quatro a cinco pares), estas dispostas eqüidistantes da linha média do ventre, desde a região peitoral até a inguinal, por isso designadas conforme sua localização em: peitorais, abdominais e inguinais.

2 - Como são os ovários das cadelas?

R - Duplos, situados na cavidade abdominal, região sub-lombar, em contato direto com os intestinos, próximos dos rins e sustentados pelos ligamentos largos e vasos sangüíneos (uma veia e uma artéria). Têm os ovários sua superfície externa lisa, com saliências formadas pelas folículos denominados de Graaf (Folículos ovarianos), destes tendo origem os óvulos, que na fase do Cio (Estro) são dali eliminados e por assim dizer captados pelas franjas das Trompas de Phalopio, e por estas levados por cílios ali existentes para o interior do útero. O tamanho dos ovários nas cadelas varia de acordo com o porte da fêmea considerada, desde o tamanho de um grão de feijão até o de uma ameixa. Os ovidutos funcionam como meio de ligação entre os ovários e o útero, e são constituídos por um receptáculo em forma de franja, e um canal flexuoso que desemboca no útero, e ligado a estes por ligamentos. Tem os ovidutos o tamanho médio de 5 a 8 centímetros de comprimento.

3 - Como é o útero das cadelas?

R - É constituído por um corpo em forma cilíndrica e dois cornos extremamente compridos e estreitos. Numa cadela de porte médio o corpo mede cerca de 3 cm de comprimento e os cornos de l1 a l5 cm. Têm seus diâmetros uniformes e encontram-se no interior da cavidade abdominal em contato direto com os intestinos e demais órgãos. Constituí-se de várias camadas: externamente revestido por uma membrana serosa semelhante ao peritôneo (lisa, brilhante e transparente); medianamente por músculos lisos potentes e internamente por camada cuja constituição varia de acordo com a fase considerada do ciclo Estral.

4 - Como é a vagina das cadelas?

R - Constituída de fibras musculares potentes de forma circulares, relativamente comprida e forrada internamente por membrana mucosa formando pregas longitudinais.

5 - Como é a vulva das cadelas?

R - Tem lábios externos grossos formando uma comissura inferior aguda, forrada internamente por membrana mucosa lisa e rosada. Apresenta como particularidade um músculo constritor forte em forma de esfíncter (circular), além do clitóris. Mede de 3 a 4 cm de comprimento.

6 - O que caracteriza a Gestação nas Cadelas?

R - Pode ser definida como a fase em que as cadelas estão gerando seus filhos, originários da fecundação dos óvulos expelidos de seus ovários e fecundados por espermatozoides dos machos depositados em suas vias genitais a través do acasalamento (coito). Um ou mais fetos, pois são as cadelas multíparas (parem mais de um filho por vez), são gerados em seus úteros, sendo tais fetos envoltos durante essa fase, por membranas que constituem a chamada Placenta. Nessa fase, inicialmente o ovo sofre sucessivas multiplicações, passando por diversas fases : ovo > blastômeros > mórula > feto. A duração dessa gestação é de 9 semanas (63 dias) em média, variando para mais ou para menos de acordo com o número de fetos gerados e de condições especiais da raça considerada. Durante esse período, obviamente pelo desenvolvimento e crescimento dos fetos, o abdome das cadelas vai se distender e aumentar de volume, assim como as mamas, na sua fase final estas vão também se desenvolverem e começarem a secretor leite em sua fase final. O temperamento da fêmea grávida (prenhe) também se modifica, tornando-a mais dócil e letárgica. Seu apetite gradativamente também aumenta, o que se explica pela maior necessidade de nutrientes para gerar e desenvolver seus filhos em gestação.

7 - O que caracteriza o Parto?

R - Representa precisamente o nascimento dos produtos gerados pela fêmea durante sua gestação, o que deve ocorrer pelo término dos desenvolvimentos dos fetos. São sinais chamados precursores do parto: A cadela torna-se irrequieta, começa a ganir e a urinar repetidamente, deita-se para em seguida logo se levantar, mira seguidamente o ventre ou suas vias genitais, sinais esses que indicam estar a mesma sentindo as chamadas dores do parto (contrações uterinas). Sua duração é variável dependentemente de ser a cadela primípara ou não (primeiro parto ou não), são necessários para propiciarem a dilatação da bacia (ossos pélvicos) e vias uterinas, principalmente da chamado cerviz uterina (orifício que liga o útero a vagina), e desta para o exterior. Durante a gestação a chamada cerviz uterina permanece fechada (selada por tampão mucoso), que necessariamente somente deve-se abrir no momento do parto, a fim de permitir não só a saída dos fetos gerados como também os envoltórios placentários que os acompanham. É precisamente essa cerviz que deve ser dilatada (assim como os ossos pélvicos, estes por afrouxamento de seus ligamentos), tornando possível a expulsão (nascimento) dos fetos gerados. Durante o parto e junto com os filhotes, são também eliminados os chamados líquidos amnióticos e placentários, originários todos da própria excreção dos fetos durante essa gestação assim como as próprias secreções dessas membranas envoltórias e que servem como lubrificantes das vias eferentes do útero, permitindo mais fácil deslizamento dos filhotes gerados no momento desse parto.

8 - Há necessidade de ser o parto assistido?

R - Sim. Discretamente, sem interferência direta (a não ser em caso de necessidade de ajuda), e por parte de alguém familiarizado com o ato, como deve ser o profissional veterinário, e nesse caso denominado parteiro, tocólogo ou obstetra.

9 - Anormalidades do Parto (Distócia)?

R - São as chamadas distócias, que vão desde falta das contrações necessárias (útero preguiçoso) por parte da mãe gestante, até anormalidades da bacia (ossos que constituem a pélvis: Ileo, Isquio e Pubis), e principalmente desproporções entre os tamanhos dos fetos e essas vias eferentes da própria fêmea, ou até anormalidades da apresentação dos fetos em relação a essas mesmas vias de saída. Para cada caso de distócia é recomendado o remédio correspondente, o que somente o profissional tocólogo deve saber fazer. Não cabem aqui serem relatados todos os casos possíveis de distócias, por serem inúmeras. Apenas uma recomendação ao proprietário ou assistente do parto: Em caso de demora no nascimento dos filhotes, consulte seu veterinário para tomar as medidas que se fizerem necessárias. Fatalmente surgirá a pergunta: Qual o tempo que devo aguardar? Resposta : No máximo 3 a 4 horas desde os primeiros sinais, anteriormente chamados de precursores do parto.

O Melhor Amigo do Homem no Trabalho


A relação entre cães e homens é muito antiga. Estima-se que seja o primeiro animal domesticado pelo homem. Além de animal de estimação, o cachorro também está ligado a atividades produtivas. Guiando cegos, entretendo, ajudando em atividades de segurança, como pastor de rebanhos, o cão pode ser adestrado para muitas tarefas.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Dia 04 de Outubro "Dia mundial dos animais"


Hoje dia 04 de Outubro, nós do Blog de Medicina Veterinária da Faculdade Vértice, gostaríamos de homenagear nossos queridos animais. Os animais são muito importantes na nossa vida e nós como futuros médicos veterinários temos que saber prezar pelo seu bem estar e jamais deixá-los sofrer. Vocês, nossos "queridos animais" é que são homenageados hoje, pois vocês também merecem esse dia e são a base da nossa profissão e é com muito orgulho que estudamos medicina veterinária e conhecemos o verdadeiro valor da vida!!!
FELIZ DIA DOS ANIMAIS!!!


quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Old English Sheepdog




País de Origem: Grã-Bretanha
Tamanho: Grande
Área de Criação: Média
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Moderada

Utilização: pastoreio
Tamanho: 61 cm para machos e 56 cm para fêmeas.
Peso: padrão não comenta, já que o tipo e o equilíbrio das formas são mais importantes.
Aspectos Gerais: porte grande, forte, bem balanceado, quadrado, e compacto, com boa musculatura e capacidade corporal.
Pelagem: dupla, abundante, reta e áspera. A cabeça, as orelhas e o pescoço ficam praticamente recobertos com pelos. Pode ser cinza, acinzentado ou azul, com ou sem manchas brancas.
Longevidade: em média, 12 anos.
Área de Criação: adaptável a qualquer espaço.
Temperamento: afetivo, ágil e inteligente, companheiro e adora crianças. Corajoso, fiel e digno de confiança.

Acredita-se que a raça tenha se desenvolvido no oeste da Inglaterra, no início do século 19. Sua descendência ainda é bastante discutida: alguns estudiosos afirmam que o Collie de Barba teve uma grande influência em sua origem e outros alegam que a maior contribuição seria do Owtchat Russo. Embora tenha sido utilizado como pastor de ovelhas, os exemplares da raça se popularizam como cães de luxo e companhia em função de algumas características bem peculiares. O Sheepdog apresenta ausência quase total de cauda, uma voz particularíssima, o passo um pouco parecido com o balanço de um urso, além de ser afetuoso e muito inteligente. No Brasil, a raça ganhou fama devido a aparições no programa infantil TV Colosso, apresentado pela Sheepdog Priscila.

TRANQUILIDADE É O SEU LEMA O Sheepdog é um cão do lar e não é dado a andanças nem brigas. Apesar de seu enorme tamanho, é uma das melhores companhias que se pode ter, adaptando-se tanto a apartamentos como casas com quintal.


Postado por: Deyvid Lopes

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

I Concurso de Marcha - Fazenda Paraíso - Matipó - MG


Cuidados com filhotes



A chegada de um bichinho de estimação na família é sempre uma festa, todos ficam felizes e radiantes com o novo membro da casa. Mas para que essa felicidade dure muito tempo são essenciais alguns cuidados básicos que começam desde cedo.


  • Procurar adquirir animais com idade igual ou superior a 45 dias, para que não sintam falta da mãe e irmãos.

  • Alimentação desde cedo com ração comercial, pois é o melhor alimento,feito especialmente para eles (várias marcas para todos os tamanhos e idades), evitando doces, comida caseira ,ossos e alimentos crus.

  • Vermífugo: ideal antes da primeira dose da vacina polivalente e a cada 4-6 meses para o resto da vida, evitando assim qualquer contaminação para as pessoas e outros animais.

  • Vacinas: fundamental a partir dos 60 dias, sendo feitas 3 doses de vacina polivalente ( intervalo de no mínimo 21 dias entre cada uma; 60,90 e 120 dias) e duas doses da vacina anti-rábica ( 150 e 180 dias). Após 1 ano da última dose da polivalente e da anti-rábica é indicado reforço anual de ambas para o resto da vida, pois doenças como cinomose e leptospirose podem se manifestar em cães adultos, bem como a rinotraqueíte em gatos. Outro ponto importante dentro da vacinação é que essa deverá ser feita por médicos veterinários, pois eles têm as melhores vacinas ( vacinas éticas) e antes da aplicação fazem exame clínico, certificando-se que o animal esteja apto para receber a vacina;

  • Passeios: procurar não passear com filhotes antes da terceira dose da vacina polivalente, principalmente em parques e praças, pois a circulação de animais é muito grande;

  • Ectoparasitos ( pulgas e carrapatos ): usar, desde pequeno, produtos que empeçam a proliferação, evitando assim diversas doenças ( incluindo zoonoses );

  • Banhos e Tosas: procurar evitar estéticas e petshops antes da terceira dose da vacina polivalente, pois também é um local com grande circulação de animais. Filhotes de pelagem longa devem ter cuidados com a escovação dos pêlos (de preferência diária), para evitar a formação de nós e acumulos de sujeiras;

  • Ouvidos e Dentes: procurar sempre limpar os ouvidos após o banho ou uma vez por semana, evitando a formação de otites ( muito comum em raças de orelhas caídas), e a escovação dentária também se faz necessário ( de preferência uma vez ao dia com escova e creme dental especiais para pequenos animais), pois problemas como tártaro são muito prejudiciais podendo causar até cardiopatias.



LEVE SEU CÃO AO VETERINÁRIO, PARA QUE ELE SE MATENHA SAUDÁVEL E FELIZ.

SEJA RESPONSÁVEL, NÃO ABANDONE OS ANIMAIS


Postado por : Natália Mayrinck Cunha

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Anatomia Interna de um pássaro

Aves - Saiba mais sobre elas



A classe das aves possui mais de 9000 espécies sendo 5000 passeriformes. São animais de sangue quente, isto significa que a temperatura interna do corpo (cerca de 37,5 C) permanece constante, sem ter relação com a temperatura do ambiente.
Para isto, o organismo gasta energia, e o gasto só pode ser reduzido com uma boa isolação (penas, pêlos, gordura). O peso das aves varia muito: de menos de 28 gramas até mais de 135 quilos. De acordo com o ambiente em que vivem, também há variação de detalhes da estrutura do corpo.
Mas todas as aves têm em comum características que tornam possível o vôo, mesmo as aves que já perderam a capacidade de voar (os únicos pássaros que não voam são os pingüins, avestruzes, emas, casuares e quivis). A habilidade para o vôo está refletida nas características típicas dos pássaros:
  1. corpo aerodinâmico;
  2. membros anteriores modificados em asas;
  3. cavidades dos ossos preenchidas com ar;
  4. ausência de mandíbulas e dentes, sendo a mastigação realizada pela moela, situada atrás do estômago;
  5. digestão rápida, sem armazenamento de alimento;
  6. penas leves, que são estruturas mortas e impermeáveis. Assim, não é preciso haver vasos sanguíneos pesados para nutrí-las.

Além disso, as penas fornecem isolação térmica leve. As penas maiores estão nas asas - antebraços adaptados ao vôo. As penas estão implantadas nos ossos da mão (primárias) e do antebraço (secundárias).
As asas são movidas por músculos muito fortes (que dão 15% do peso da ave), ligados a ossos peitorais reforçados. As pernas servem como trem de pouso: o fêmur fica embutido no corpo, a tíbia e o perônio formam uma falsa coxa.
Ao contrário dos mamíferos, as aves têm olfato fraco, mas visão e audição agudas, que auxiliam na caça e no reconhecimento de indivíduos da mesma espécie. Por isso, existe o grande desenvolvimento de cantos e plumagens diferentes em cada espécie.
Finalmente, o cérebro das aves é mais desenvolvido que o dos répteis. As aves também têm atividades instintivas complexas: danças de acasalamento, construção de ninhos, criação de filhotes, migração. Mas, como os hemisférios cerebrais são poucos desenvolvidos, elas se adaptam menos que os mamíferos às alterações do ambiente.


Postado por Deyvid Lopes

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Cão de Crista Chinês

Cão de Crista Chinês (Powderpuff)


Cão de Crista Chinês (Hairless)



Cão de Crista Chinês (Hairless)




País de Origem: China
Tamanho: Pequeno
Área de Criação: Pequena
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Moderada


HAIRLESS
Utilização: companhia
Tamanho: 28 a 33 cm para machos e 23 a 30 cm para fêmeas.
Peso: máximo de 5,5 quilos.
Aspectos Gerais: é um cão pequeno, de boa ossatura, elegante e gracioso.
Pelagem: o Hairless (sem pelo) possui quase todo o corpo sem pelo. O pelo aparece na cabeça (crista), na cauda (pluma) e nos jarretes, quartelas, pés e dedos (meias). O pelo é sedoso e brilhante, com qualquer comprimento. A cor pode ser qualquer uma ou com uma combinação delas.
Longevidade: 14 anos
Temperamento: é uma adorável companhia, se mostrando brincalhão e divertido.


POWDERPUFF
Utilização: companhia
Tamanho: 28 a 33 cm para machos e 23 a 30 cm para fêmeas.
Peso: máximo de 5,5 quilos.
Aspectos Gerais: é um cão pequeno, de boa ossatura, elegante e gracioso.
Pelagem: o Powderpuff (esponja de pó-de-arroz) tem pelagem dupla, macia e brilhante. O pelo é reto, de densidade e comprimento moderado. A cor pode ser qualquer uma ou uma combinação delas.
Longevidade: 14 anos
Temperamento: é uma adorável companhia, se mostrando brincalhão e divertido.



Existem duas variedades do Chinese Crested que diferem apenas pela pelagem: o Hairless (sem pelo) possui quase todo o corpo pelado. O pelo aparece na cabeça (crista), na cauda (pluma) e nos jarretes, quartelas, pés e dedos (meias). O pelo é sedoso e brilhante, com qualquer comprimento; e o Powderpuff (esponja de pó-de-arroz) tem pelagem dupla, macia e brilhante. O pelo é reto, de densidade e comprimento moderado. A cor pode ser qualquer uma ou uma combinação delas.
A origem da raça é pouco conhecida, mas alguns especialistas acreditam que o Cão de Crista Chinês, ou Chinese Crested (como também é conhecido) tenha sido desenvolvido a partir do Cão Pelado Africano. Utilizado pelos chineses em navios para acabar com os roedores que se encontravam a bordo, estes cães acabavam sendo comercializados nas cidades portuárias. Gravuras e pinturas europeias do século 19 mostram cães da raça em seus desenhos.
DA CHINA PARA O MUNDO Nos Estados Unidos, a raça passa a ser conhecida somente no final do século 19, quando a jornalista Ida Garret se interessa por raças peladas e começa a importar alguns destes cães. Somente em 1950, com a criação do Clube Americano dos Cães Pelados, são iniciados os registros dos cães da raça.
Postado por: Deyvid Lopes

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Welsh Corgi Pembroke





País de Origem: Grã-Bretanha
Tamanho: Pequeno
Área de Criação: Pequena
Agressividade: Média
Atividade Física: Moderada
Utilização: pastoreio.
Tamanho: 25,4 a 30,5 cm.
Peso: 10 a 12 quilos.
Aspectos Gerais: é um cão de porte pequeno, baixo (pernas curtas) e longo (tronco comprido), mas de membros fortes. O pescoço é forte e a cabeça achatada é curta e as orelhas são eretas. Apesar do tamanho, é robusto, esperto e resistente, sem ser grosseiro.
Pelagem: dupla, densa e de comprimento médio. Os pelos são retos, mas nunca macios, ondulados ou muito duros. O subpelo é denso. As cores são: vermelha, fulvo encarvoado, fulvo, preta e castanho com ou sem manchas brancas nas patas, no antepeito e no pescoço. Pode ter um pouco de branco acima do nariz.
Longevidade: 10 a 12 anos.
Temperamento: agradável, afetivo, inteligente e sempre alerta.
As origens da raça são incertas, mas especialistas afirmam que o Cardigan não tem participação na sua formação. Acredita-se que os ancestrais diretos do Pembroke sejam cães semelhantes aos antigos Schipperkes. O fato é que os Cardigans e Pembrokes tinham características bem diferentes antigamente. Tempos depois, alguns Cardigans foram levados a Pembrokshire e cruzados com os antigos Pembrokes até que os cães da raça adquirissem as características atuais.
Sabe-se que o Corgi Pembroke é uma raça antiga, com origem por volta de 1806. Este cão de Pembrokeshire (Gales) é conhecido internacionalmente como o favorito da rainha Elizabeth II. Apesar do tamanho reduzido, o Welsh Corgi Pembroke é um cão forte e de latido alto. É ainda inteligente, curioso, agradável, afetivo e alerta, se mostrando um excelente cão de guarda quando o assunto é o lar e a família.
Postado por: Deyvid Lopes

Bulldog Inglês





País de origem: Grã-Bretanha
Tamanho: Pequeno
Área de Criação: Pequena
Agressividade: Baixa
Atividade Física: Baixa
Utilização: companhia
Tamanho: 31 a 36 kg
Peso: 25 quilos para machos e 23 quilos para fêmeas
Aspectos Gerais: corpo compacto, sólido, baixo e quadrado, dando impressão de força e decisão. Quando anda, seus movimentos são semelhantes a um rebolado.
Pelagem: pelo baixo e rente ao corpo, curto, brilhante e liso. Apresenta tonalidade de vermelho, tigrado, branco ou com manchas brancas em qualquer uma das cores. A máscara e o focinho podem ser pretos.
Longevidade: 8 a 10 anos
Temperamento: dócil, tranquilo e companheiro.
Criado na Inglaterra, no século 16, para combates sangrentos com touros, o Bulldog era mais alto e musculoso em sua origem. A mandíbula bem desenvolvida foi um fator importante para que os exemplares da época ganhassem as lutas prendendo o pescoço e as narinas dos touros. Com a proibição das lutas, no século 19, passaram a ser utilizados em rinhas entre cães. Até chegar ao tipo atual, o Bulldog passou por muitos cruzamentos.
Especialistas acreditam que o Mastiff e o Pug foram algumas das raças que contribuíram para o desenvolvimento do Bulldog de hoje.
Em 1877, a raça participou da primeira competição de beleza. A partir daí a criação do Bulldog como animal de estimação teve um amplo crescimento, principalmente nos EUA. Nesta época, a raça já tinha suas características físicas e comportamentais bem definidas, sem qualquer traço de agressividade.
É um cão quieto, dificilmente late, e seria silencioso se não fossem os roncos e barulhinhos esquisitos que ele faz ao respirar.
Com crianças o comportamento de um Bulldog é ainda mais especial, passando tranquilidade e confiança, sem nunca colocá-las em situação de perigo. Embora goste muito de colo e da proximidade do dono, não é um cão ativo, Aliás, é um tanto preguiçoso, independente e teimoso: faz sempre o que quer e na hora que quer.

Postado por: Deyvid Lopes

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Adestramento Inteligente: saiba como ensinar seu melhor amigo com carinho e respeito


Xixi fora do lugar, móveis destruídos e demonstrações de agressividade são reclamações comuns entre os donos de pets. E mesmo diante destes problemas, aparentemente sem solução, há quem ainda resista em contar com a ajuda de um adestrador, por acreditar que o adestramento pode ser penoso para o animal.
Alguns métodos de adestramentos, realmente, utilizam técnicas baseadas em punições, mas no Adestramento Inteligente, ao invés de provocar desconforto, o animal é induzido ao acerto, recebendo recompensas por suas atitudes corretas, o que faz com que o pet assimile o aprendizado mais rápido e tenha prazer em obedecer.
Com recompensas como petiscos, brinquedos e carinho, que são chamados de reforço positivo, fica muito mais fácil e divertido ensinar os animais e até mesmo prevenir e corrigir alguns distúrbios de comportamento. O que você acha que seu cão prefere: levar broncas quando faz xixi no lugar errado ou receber muito carinho, atenção e petiscos quando fizer suas necessidades no lugar correto?
Grande parte dos problemas comportamentais podem ter sua origem devido a uma falha de comunicação entre os donos e seus animais de estimação. Nestes casos, o Adestramento Inteligente pode ser uma ferramenta muito eficaz para “decifrar” o que nossos animais pensam e entender como e por que eles se comportam de determinadas maneiras, corrigindo, consequentemente, muitas atitudes indesejadas. E, diferente do que muitos imaginam, o adestramento não consiste somente em comandos e apresentações de truques.
A técnica, quando bem aplicada, ensina sim ao animal a se portar da maneira desejada, mas, principalmente, orienta seu dono como compreender o animal para assim ser compreendido. O método pode ser aplicado em cães já a partir de 50 dias de vida e não tem limite de idade. Se você tem um cachorro velhinho, ele também pode aprender. Outras espécies como gatos e aves também podem ser treinados com a ajuda do Adestramento Inteligente.
Adestrar de forma inteligente não é ordenar e esperar ser obedecido por meio de repreensões e castigos. O adestramento deve ensinar o dono a se comunicar e interagir com seu animal de estimação. Métodos com técnicas aplicadas com amor e respeito promovem não só um aprendizado mais eficiente e prazeroso, mas também uma relação mais harmoniosa entre você e seu melhor amigo.
Postado por: Deyvid Lopes

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

NOME CIENTÍFICO DOS ANIMAIS

  1. Abelha - Apis mellifera scutellata

  2. Ácaro da Sarna - Sarcoptes scabei

  3. Águia chilena - Geranoaetus melanoleucus

  4. Águia cinzenta - Harpyhaliaetus coronatus

  5. Águia dourada - Aquila chrysaetus

  6. Albatroz - Thalassarche melanophris

  7. Alce - Alces alce

  8. Anta - Tapirus terrestris

  9. Antrax (bacilo do) - Bacillus anthracis

  10. Aranha caranguejeira - Grammostola mollicoma

  11. Aranha marrom - Loxosceles spp.

  12. Araponga - Procnias nudicollis

  13. Arara vermelha - Ara macao

  14. Aratu - Aratus pisoni

  15. Asno - Equus asinus

  16. Avestruz - Struthio camelus

  17. Bacilo do tifo - Salmonella tiphosa

  18. Baleia azul - Baleanoptera musculus

  19. Barata - Blatta orientalis

  20. Beija-flor - Hylocartis cyanus

  21. Bem-te-vi - Pitangus sulfuratus

  22. Bicho-da-seda - Bombyx mori

  23. Bicho-preguiça - Choloepus didactilus

  24. Borboleta - Chaetodon spp.

  25. Búfalo - Bubalus bubalis

  26. Bugio preto - Alouatta caraya

  27. Cabra - Capra hircus

  28. Cágado - Hydro medusa

  29. Calango - Ameiva ameiva

  30. Camaleão - Iguana iguana

  31. Camelo - Camelus bactrianus

  32. Cão - Canis familiaris

  33. Capivara - Hydrochaeris hydrochaeris

  34. Caranguejo uça - Ulcidis cordatus

  35. Cardeal - Paroaria coronata

  36. Carneiro - Ovis aries

  37. Carpa - Cyprinus carpio

  38. Carrapato - Amblyomma spp.

  39. Cascavel - Crotalus durissus

  40. Castor - Castor canadensis

  41. Cavalo - Equus caballus

  42. Chacal - Canis aureus

  43. Chimpanzé - Anthropopithecus troglodites

  44. Chupim - Molothus bonariensis

  45. Cigarra - Quesada gigas

  46. Cisne - Cygnus spp.

  47. Civeta - Viverra civeta

  48. Coala - Phascolarctos cinereus

  49. Cobaia - Cavia porcellus

  50. Cobra-cega - Siphonops annulatus

  51. Coelho - Orictolagus cuniculus

  52. Condor - Vultur gryphus

  53. Corvina - Micropogonias furnieri

  54. Corvo (americano) - Corvus brachyrhynchos

  55. Crocodilo - Crocodylus spp.

  56. Curimbatá - Prochilodus lineatus

  57. Dourado - Salminus spp.

  58. Dragão de comodo - Varanus komodoensis

  59. Elefante - Elefas maximus

  60. Ema - Rhea americana

  61. Esquilo - Sciurus vulgaros

  62. Foca - Phoca faciata

  63. Gafanhoto - Schistocerca spp.

  64. Galinha d'Angola - Numida meleagris

  65. Galinha - Gallus spp.

  66. Gambá - Didelphis spp.

  67. Ganso - Anser domesticus

  68. Garoupa - Epinephelus spp.

  69. Gato - Felis domesticus

  70. Gato-do-mato - Felis wiedii

  71. Gavião - Micrastur ruficollis

  72. Gavião-quiriquiqui - Chercheis sparverius eidos

  73. Girafa - Giraffa camelopardis

  74. Golfinho - Delphinus delphis

  75. Gorila - Gorilla gorilla

  76. Gralha - Cyanocorax spp.

  77. Guará (ave) - Guara rubra

  78. Guará (lobo) - Chrysocyon brachyurus

  79. Hamster - Mesocricetus auratus

  80. Hipopótamo - Hippopotamus amphibius

  81. Homem - Homo sapiens sapiens

  82. Jaburu - Jabiru mycteria

  83. Jabuti - Geochelone carbonaria

  84. Jacaré - Caiman crocodilus

  85. Jacutinga - Pipile jacutinga

  86. Jaguatirica - Felis pardalis

  87. Jararaca - Bothrops jararaca

  88. João-de-Barro - Furnarius rufus

  89. Jobóia - Boa constrictor

  90. Lagartixa - Phyllopezus pollicaris

  91. Lagarto - Tupinambis teguixin

  92. Lambari - Astyanax fasciatus

  93. Leão - Panthera leo

  94. Lebre (tapiti) - Sylvilagus brasiliensis

  95. Leopardo - Panthera pardus

  96. Lhama - Lama glama

  97. Libellula - Libellula spp.

  98. Lince - Felis lynx

  99. Lobo - Canis lupus

  100. Lombriga - Ascaris lumbricoides

  101. Lontra - Lutra longicaudis

  102. Lula - Loligo brasiliensis

  103. Mão-pelada - Procyon spp.

  104. Marreco - Anas penelope

  105. Mico-amarelo - Cebus libidinosus

  106. Mico-leão - Leontopithecus rosalia

  107. Mico-preto - Cebus niger

  108. Mico-ruivo - Cebus robustus

  109. Mosquito da Dengue - Aedes aegypt

  110. Namorado (peixe) - Pseudopercis numida

  111. Onça - Panthera onca

  112. Orangotango - Pongo pygmaeus

  113. Ostra japonesa - Crossaostra gigas

  114. Ostra - Ostrea virginica

  115. Paca - Agouti paca

  116. Pacu - Piaractus mesopotamicus

  117. Panda Gigante (urso) - Ailuropoda melanoleuca

  118. Papagaio - Psitacus erithacus

  119. Pato - Anas Platyrhynchos

  120. Pavão - Pavo cristatus

  121. Peixe-espada - Trichiurus lepturus

  122. Peru - Meleagris gallopavo

  123. Pica-pau - Picumnus spp.

  124. Pingüim - Aptenodytes forsteri

  125. Pintado - Pseudoplatystoma coruscans

  126. Piolho - Pediculum humanus

  127. Piranha - Pygocentrus piraya

  128. Pirarocu - Arapaima gigas

  129. Polvo - Octopus spp.

  130. Pombo - Columba livia

  131. Porco - Sus scrofa

  132. Porco-do-mato - Tayassu tajacu

  133. Protozoário (Chagas) - Tripanossoma cruzi

  134. Pulga - Pulex irritans

  135. Pulgão - Toxoptera spp.

  136. Puma - Felis concolor

  137. Quero-quero - Vanellus chilensis

  138. - Rana spp.

  139. Raposa - Vulpes vulpes

  140. Rato - Ratus ratus

  141. Rinoceronte - Rhinoceros unicornis

  142. Robalo - Centropomus spp.

  143. Sabiá - Saltator coerulescens

  144. Sagüi - Saguinus spp.

  145. Salmão - Salmo salar

  146. Sapo cururu - Bufo marinus

  147. Sapo - Bufo spp.

  148. Saracura - Aramides saracura

  149. Saracura - Rallus maculatus

  150. Sardinha - Sardina pilchardus

  151. Saúva (formiga) - Atta sexdens

  152. Tamanduá - Mirmecofaga tridactila

  153. Tatu - Tolipeutes matacus

  154. Tico-tico - Zonotrichia capensis

  155. Tigre - Panthera tigris

  156. Touro, vaca - Bos taurus

  157. Traira - Hoplias malabaricus

  158. Tucano - Ramphastus tucanus

  159. Tucunaré - Cichla ocellaris

  160. Uirapuru - Cyphorhinus aradus

  161. Urso - Ursus spp.

  162. Urubu - Coragyps spp.

  163. Urubu rei - Sarcorhamphus papa

  164. Urutu - Bothrops alternata

  165. Veado - Mazama spp.

  166. Veado mateiro - Mazama americana

  167. Vespa - Polistes gallicus

  168. Xexéu - Cacicus cela

  169. Zebra - Equus burchelli

  170. Zorrilho - Conepatus chinga


Postado por Deyvid Lopes